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A técnica Pomodoro

A técnica Pomodoro

FRANCESCO CIRILLO

O sistema de gerenciamento de tempo que transformou o modo como trabalhamos

O sistema de gerenciamento de tempo que transformou o modo como trabalhamos

Mais de 2 milhões de pessoas já usaram a Técnica Pomodoro® para mudar a própria vida, tornando-se mais produtivas e focadas.

Esta edição totalmente atualizada inclui material exclusivo sobre trabalho em equipe, para ajudar você e seus colegas a serem mais produtivos que nunca.

“Este método é capaz de fazer qualquer pessoa aprender a ter foco.” — The Wall Street Journal

Procurando combater a ansiedade e terminar as leituras para uma prova quando era universitário, Francesco Cirillo desenvolveu o que se tornou seu famoso sistema para melhorar a produtividade.

Usando um timer de cozinha em forma de tomate (pomodoro em italiano), ele dividiu o tempo em intervalos de 25 minutos, com 5 minutos de descanso entre eles.

Assim, foi capaz de obrigar a mente a focar no que requeria atenção naquele momento específico, concluir a tarefa e deixar a mente calma de novo.

Seguindo esse método fácil e altamente adaptável, você pode alcançar a mesma tranquilidade. Com apenas papel, caneta e um timer, vai aprender como fazer o tempo agir a seu favor, acabar com a exaustão, gerenciar as distrações e equilibrar melhor a vida pessoal e profissional.

Com a Técnica Pomodoro®, você será capaz de:

  • aliviar a ansiedade;
  • aumentar o foco e a concentração ao diminuir as interrupções;
  • ampliar a consciência sobre as próprias decisões;
  • impulsionar a motivação e mantê-la constante;
  • sustentar a determinação para atingir objetivos;
  • aprimorar processos de estudo ou trabalho;
  • fortalecer a determinação para continuar dedicando-se a situações complexas.

Mais de 2 milhões de pessoas já usaram a Técnica Pomodoro® para mudar a própria vida, tornando-se mais produtivas e focadas.

Esta edição totalmente atualizada inclui material exclusivo sobre trabalho em equipe, para ajudar você e seus colegas a serem mais produtivos que nunca.

“Este método é capaz de fazer qualquer pessoa aprender a ter foco.” — The Wall Street Journal

Procurando combater a ansiedade e terminar as leituras para uma prova quando era universitário, Francesco Cirillo desenvolveu o que se tornou seu famoso sistema para melhorar a produtividade.

Usando um timer de cozinha em forma de tomate (pomodoro em italiano), ele dividiu o tempo em intervalos de 25 minutos, com 5 minutos de descanso entre eles.

Assim, foi capaz de obrigar a mente a focar no que requeria atenção naquele momento específico, concluir a tarefa e deixar a mente calma de novo.

Seguindo esse método fácil e altamente adaptável, você pode alcançar a mesma tranquilidade. Com apenas papel, caneta e um timer, vai aprender como fazer o tempo agir a seu favor, acabar com a exaustão, gerenciar as distrações e equilibrar melhor a vida pessoal e profissional.

Com a Técnica Pomodoro®, você será capaz de:

  • aliviar a ansiedade;
  • aumentar o foco e a concentração ao diminuir as interrupções;
  • ampliar a consciência sobre as próprias decisões;
  • impulsionar a motivação e mantê-la constante;
  • sustentar a determinação para atingir objetivos;
  • aprimorar processos de estudo ou trabalho;
  • fortalecer a determinação para continuar dedicando-se a situações complexas.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 08/07/2019
Título original The Pomodoro Technique
Tradução Livia de Almeida
Formato 14 x 21 x 1,2 cm
Número de páginas 144
Peso 200 g
Acabamento Brochura
ISBN 9788543107714
EAN 9788543107714
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543107721
Preço R$ 21,99
Lançamento 08/07/2019
Título original The Pomodoro Technique
Tradução Livia de Almeida
Formato 14 x 21 x 1,2 cm
Número de páginas 144
Peso 200 g
Acabamento Brochura
ISBN 9788543107714
EAN 9788543107714
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543107721
Preço R$ 21,99

Leia um trecho do livro

Prefácio à edição de 2018

Dei corda no primeiro pomodoro em uma tarde nublada de setembro de 1987. O cenário era o terraço de uma casa na aldeia medieval de Sutri, 50 quilômetros ao norte de Roma, onde passava férias com minha família. A tarefa era clara, mas assustadora: “Quero terminar este capítulo.” O capítulo em questão era o primeiro de um livro de Sociologia que estava lendo para uma prova que eu faria na faculdade dali a algumas semanas.

Naquela tarde, não passava pela minha cabeça que um dia milhões de pessoas em todo o mundo repetiriam o mesmo gesto de dar corda em um timer no formato de um tomate (­pomodoro em italiano) para afastar as distrações e alcançar seus objetivos dentro de um período de tempo determinado. Nunca imaginei que ouviria timers ao entrar em um escritório em que trabalhavam desenvolvedores de software geniais. E acharia impossível que o CEO de um banco usasse um timer em formato de tomate igual ao meu para estruturar uma reunião de conselho. E que a técnica seria citada em publicações tão respeitadas quanto o The New York Times, o The Guardian e a Harvard Business Review. Mas tudo isso aconteceu. Como aconteceu, entretanto, continua a ser um delicioso mistério para mim.

Lembro-me muito bem do que senti quando aquele timer tocou pela primeira vez: uma sensação de calma incomum e inexplicável. Antes disso, minha mente estava à deriva como um barquinho em uma tempestade. “Preciso passar na prova. Preciso ler três livros. Não tenho muito tempo até lá. Não consigo me concentrar. Eu me distraio muito. Talvez eu devesse parar de estudar e pedir para adiar a prova. Talvez eu devesse parar de estudar e fazer outra coisa.” Depois que o timer tocou e aquele primeiro período de estudo cronometrado terminou, o mar estava calmo novamente: eu sabia que conseguiria. Eu me lembro de querer programar outro pomodoro. E tinha programado o primeiro para apenas 2 minutos, não para 25, o tempo ideal, como viria a descobrir mais tarde.

A sensação de calma e controle que recuperei me permitiu passar na prova. E me fez iniciar minha própria pesquisa sobre o fenômeno dos pomodoros: “Como ele funciona? Quanto um pomodoro deveria durar? Quantos pomodoros se pode fazer por dia? Quanto tempo devo descansar entre os pomodoros?” Levei alguns anos para descobrir as respostas para essas questões, organizá-las e estruturá-las em um método que melhorasse a produtividade. Me pareceu natural dar o nome de Pomodoro à técnica que desenvolvi.

Enquanto escrevo este prefácio, o tique-taque suave daquele timer em forma de tomate que usei para me preparar para a prova de sociologia ainda me acompanha. Ele se tornou um velho amigo. Desde aquela tarde de setembro de 1987, muitas coisas mudaram. A internet e as redes sociais transformaram nossos hábitos e comportamentos; nossos ­smartphones nos avisam quando devemos sair para chegar ao cinema na hora certa ou 5 minutos antes de ser entregue na nossa porta o jantar que pedimos do carro, do táxi ou do ônibus a caminho de casa. As redes sociais e os mais diversos aplicativos nos expõem a interrupções 24 horas por dia. Como a Técnica Pomodoro pode ainda funcionar na era digital?

A maior fonte de distrações continua a ser nossa mente. As interrupções internas, como as chamo – o repentino desejo de pedir uma pizza, de atualizar seu status em uma rede social ou de arrumar a mesa – podem ser mais frequentes e perturbadoras que as externas, como o alerta de um novo e-mail ou uma notificação do Facebook. A melhor maneira de administrar essas interrupções é aceitá-las e tratá-las com delicadeza. A Técnica Pomodoro sugere que você as anote no celular, no computador ou em um pedaço de papel para tratar delas assim que o timer tocar. Desse modo, você reconhece o valor dessas interrupções e tem tempo de pensar nelas e analisá-las de maneira apropriada para decidir quais são ou não realmente importantes. Se houver interrupções internas demais em um curto espaço de tempo, a Técnica Pomodoro pede especificamente que você pare e faça uma pausa mais longa.

O excesso de interrupções internas é a maneira que nosso cérebro encontra para nos mandar uma mensagem: não estamos confortáveis com o que estamos fazendo. Seja porque temos medo de fracassar (e pode ser assustador mesmo), seja porque nosso objetivo parece muito complexo ou porque sentimos que o tempo está se esgotando. Para nos proteger, o cérebro cria atividades diferentes e mais tranquilizadoras. Resultado: preferimos as interrupções sempre que possível.

O tipo e a frequência das interrupções – sejam elas internas ou externas – não atrapalham a Técnica Pomodoro. Ela nos ajuda a entender como nossa mente funciona e a administrar as interrupções de maneira consciente. Às vezes o que nos ocorre é mesmo urgente, mas na maioria dos casos pode ser adiado 20 minutos, até o pomodoro tocar. Como muitas interrupções são apenas maneiras que nossa mente encontra para nos distrair, nos afastar do que deveríamos fazer, esse processo pode levar a uma melhor compreensão dos medos por trás da sua reação a elas. Depois de identificar esses medos, é possível encontrar uma maneira de lidar com eles. Sem esse processo, nossos temores podem assumir o controle e o “medo do medo” talvez nos paralise. A técnica nos ajuda a desenvolver um diálogo interno constante, a nos observar e a não nos iludir. Se mesmo assim você estiver trocando mensagens com alguém em vez de se concentrar no seu objetivo, não se preocupe: o próximo pomodoro será melhor. Seja gentil consigo mesmo.

Prefácio à edição de 2018

Dei corda no primeiro pomodoro em uma tarde nublada de setembro de 1987. O cenário era o terraço de uma casa na aldeia medieval de Sutri, 50 quilômetros ao norte de Roma, onde passava férias com minha família. A tarefa era clara, mas assustadora: “Quero terminar este capítulo.” O capítulo em questão era o primeiro de um livro de Sociologia que estava lendo para uma prova que eu faria na faculdade dali a algumas semanas.

Naquela tarde, não passava pela minha cabeça que um dia milhões de pessoas em todo o mundo repetiriam o mesmo gesto de dar corda em um timer no formato de um tomate (­pomodoro em italiano) para afastar as distrações e alcançar seus objetivos dentro de um período de tempo determinado. Nunca imaginei que ouviria timers ao entrar em um escritório em que trabalhavam desenvolvedores de software geniais. E acharia impossível que o CEO de um banco usasse um timer em formato de tomate igual ao meu para estruturar uma reunião de conselho. E que a técnica seria citada em publicações tão respeitadas quanto o The New York Times, o The Guardian e a Harvard Business Review. Mas tudo isso aconteceu. Como aconteceu, entretanto, continua a ser um delicioso mistério para mim.

Lembro-me muito bem do que senti quando aquele timer tocou pela primeira vez: uma sensação de calma incomum e inexplicável. Antes disso, minha mente estava à deriva como um barquinho em uma tempestade. “Preciso passar na prova. Preciso ler três livros. Não tenho muito tempo até lá. Não consigo me concentrar. Eu me distraio muito. Talvez eu devesse parar de estudar e pedir para adiar a prova. Talvez eu devesse parar de estudar e fazer outra coisa.” Depois que o timer tocou e aquele primeiro período de estudo cronometrado terminou, o mar estava calmo novamente: eu sabia que conseguiria. Eu me lembro de querer programar outro pomodoro. E tinha programado o primeiro para apenas 2 minutos, não para 25, o tempo ideal, como viria a descobrir mais tarde.

A sensação de calma e controle que recuperei me permitiu passar na prova. E me fez iniciar minha própria pesquisa sobre o fenômeno dos pomodoros: “Como ele funciona? Quanto um pomodoro deveria durar? Quantos pomodoros se pode fazer por dia? Quanto tempo devo descansar entre os pomodoros?” Levei alguns anos para descobrir as respostas para essas questões, organizá-las e estruturá-las em um método que melhorasse a produtividade. Me pareceu natural dar o nome de Pomodoro à técnica que desenvolvi.

Enquanto escrevo este prefácio, o tique-taque suave daquele timer em forma de tomate que usei para me preparar para a prova de sociologia ainda me acompanha. Ele se tornou um velho amigo. Desde aquela tarde de setembro de 1987, muitas coisas mudaram. A internet e as redes sociais transformaram nossos hábitos e comportamentos; nossos ­smartphones nos avisam quando devemos sair para chegar ao cinema na hora certa ou 5 minutos antes de ser entregue na nossa porta o jantar que pedimos do carro, do táxi ou do ônibus a caminho de casa. As redes sociais e os mais diversos aplicativos nos expõem a interrupções 24 horas por dia. Como a Técnica Pomodoro pode ainda funcionar na era digital?

A maior fonte de distrações continua a ser nossa mente. As interrupções internas, como as chamo – o repentino desejo de pedir uma pizza, de atualizar seu status em uma rede social ou de arrumar a mesa – podem ser mais frequentes e perturbadoras que as externas, como o alerta de um novo e-mail ou uma notificação do Facebook. A melhor maneira de administrar essas interrupções é aceitá-las e tratá-las com delicadeza. A Técnica Pomodoro sugere que você as anote no celular, no computador ou em um pedaço de papel para tratar delas assim que o timer tocar. Desse modo, você reconhece o valor dessas interrupções e tem tempo de pensar nelas e analisá-las de maneira apropriada para decidir quais são ou não realmente importantes. Se houver interrupções internas demais em um curto espaço de tempo, a Técnica Pomodoro pede especificamente que você pare e faça uma pausa mais longa.

O excesso de interrupções internas é a maneira que nosso cérebro encontra para nos mandar uma mensagem: não estamos confortáveis com o que estamos fazendo. Seja porque temos medo de fracassar (e pode ser assustador mesmo), seja porque nosso objetivo parece muito complexo ou porque sentimos que o tempo está se esgotando. Para nos proteger, o cérebro cria atividades diferentes e mais tranquilizadoras. Resultado: preferimos as interrupções sempre que possível.

O tipo e a frequência das interrupções – sejam elas internas ou externas – não atrapalham a Técnica Pomodoro. Ela nos ajuda a entender como nossa mente funciona e a administrar as interrupções de maneira consciente. Às vezes o que nos ocorre é mesmo urgente, mas na maioria dos casos pode ser adiado 20 minutos, até o pomodoro tocar. Como muitas interrupções são apenas maneiras que nossa mente encontra para nos distrair, nos afastar do que deveríamos fazer, esse processo pode levar a uma melhor compreensão dos medos por trás da sua reação a elas. Depois de identificar esses medos, é possível encontrar uma maneira de lidar com eles. Sem esse processo, nossos temores podem assumir o controle e o “medo do medo” talvez nos paralise. A técnica nos ajuda a desenvolver um diálogo interno constante, a nos observar e a não nos iludir. Se mesmo assim você estiver trocando mensagens com alguém em vez de se concentrar no seu objetivo, não se preocupe: o próximo pomodoro será melhor. Seja gentil consigo mesmo.

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Francesco Cirillo

Sobre o autor

Francesco Cirillo

Dono da Cirillo Consulting, uma firma de consultoria de negócios baseada em Berlim que trabalha com muitas das maiores empresas do mundo. Sua técnica foi adotada por especialistas em produtividade em inúmeros países. Originalmente uma publicação on-line independente que se tornou viral, atingindo mais de 2 milhões de pessoas, esta é a primeira vez que A Técnica Pomodoro é lançado como livro físico.

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