Livro
Livro
HISTÓRIAS REAIS

Cultura de excelência

Cultura de excelência

DAVID COHEN
PREFÁCIO DE JORGE PAULO LEMANN, MARCELO TELLES E BETO SICUPIRA

As inspiradoras histórias da Fundação Estudar, que dissemina os valores do trio de empresários mais bem-sucedidos do Brasil

As inspiradoras histórias da Fundação Estudar, que dissemina os valores do trio de empresários mais bem-sucedidos do Brasil

“Não quero dizer que descobrimos a fórmula do sucesso. Só que este é um jeito de fazer as coisas que tem dado muito certo para nós: juntar gente boa, sonhar grande, praticar a meritocracia, buscar melhorar sempre, trabalhar duro, ter ética… Essa cultura me ajudou muito nos negócios, é algo em que acreditamos e por isso gostamos de disseminar – não só em nossos negócios, mas também no Brasil.” – Jorge Paulo Lemann

“O propósito da Fundação Estudar é atrair jovens excepcionais que tenham interesse em realizar algo grande. Muitos candidatos aparecem com um discurso ensaiado, dizendo que querem o melhor para o Brasil. O esforço de melhorar a própria vida, de correr atrás do próprio sonho, de realizar o próprio desejo… é isso que empurra o país para a frente.” – Marcel Telles

“Nosso jeito de operar pode ser resumido em uma única frase: descobrir pessoas que tenham capacidade de fazer mais do que estão fazendo e impulsioná-las. Essa é a estratégia de perenidade das nossas empresas, porque as circunstâncias mudam, os mercados se tornam mais competitivos e, para se manter no topo, é preciso ter gente cada vez mais capaz.” – Beto Sicupira

 

Em meados de 1991, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que já tinham construído um verdadeiro império no mundo dos negócios, resolveram dar um passo além e disseminar pelo país a cultura que os levou a conquistar tal sucesso.

Para colocar esse projeto em prática, criaram a Fundação Estudar, concedendo bolsas de estudos a jovens que quisessem cursar MBA nos Estados Unidos. O objetivo era ajudar a melhorar o Brasil melhorando a qualidade de seus executivos e empreendedores.

Com um processo de seleção extremamente rigoroso – baseado nos princípios que Lemann empregara com tanta eficiência no Banco Garantia –, a Estudar procurava jovens que se identificassem com valores como meritocracia, busca de excelência, senso ético, transparência, trabalho duro e metas ousadas.

Ao longo dos anos, a missão da instituição se desenvolveu e sua atuação se expandiu, passando a englobar ações diferenciadas, financiando cursos em outras áreas além dos negócios, dando apoio a estudantes ainda na graduação e criando diversos outros programas de incentivo ao estudo e de apoio à carreira.

Hoje, 25 anos depois, a Fundação Estudar contabiliza seu impacto: 617 ex-bolsistas, 25 mil jovens beneficiados pelos cursos e 15 milhões de pessoas alcançadas pelos canais disponíveis na internet. Entre os profissionais que já passaram pela instituição estão grandes empresários, como Carlos Brito e Hugo Barra, e alguns dos mais promissores talentos do país em diversas áreas de atuação.

Neste livro você vai conhecer a trajetória da Fundação Estudar, seus valores, seus métodos e seus princípios enquanto acompanha as inspiradoras histórias de jovens que tiveram a vida transformada pelo contato com sua cultura.

Em comum, eles não têm apenas um sonho grande: têm uma vontade férrea de seguir em frente e um desejo incansável de fazer a diferença. E essa disposição, segundo Lemann, Telles e Sicupira, é a força capaz de mudar o Brasil.

“Não quero dizer que descobrimos a fórmula do sucesso. Só que este é um jeito de fazer as coisas que tem dado muito certo para nós: juntar gente boa, sonhar grande, praticar a meritocracia, buscar melhorar sempre, trabalhar duro, ter ética… Essa cultura me ajudou muito nos negócios, é algo em que acreditamos e por isso gostamos de disseminar – não só em nossos negócios, mas também no Brasil.” – Jorge Paulo Lemann

“O propósito da Fundação Estudar é atrair jovens excepcionais que tenham interesse em realizar algo grande. Muitos candidatos aparecem com um discurso ensaiado, dizendo que querem o melhor para o Brasil. O esforço de melhorar a própria vida, de correr atrás do próprio sonho, de realizar o próprio desejo… é isso que empurra o país para a frente.” – Marcel Telles

“Nosso jeito de operar pode ser resumido em uma única frase: descobrir pessoas que tenham capacidade de fazer mais do que estão fazendo e impulsioná-las. Essa é a estratégia de perenidade das nossas empresas, porque as circunstâncias mudam, os mercados se tornam mais competitivos e, para se manter no topo, é preciso ter gente cada vez mais capaz.” – Beto Sicupira

 

Em meados de 1991, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que já tinham construído um verdadeiro império no mundo dos negócios, resolveram dar um passo além e disseminar pelo país a cultura que os levou a conquistar tal sucesso.

Para colocar esse projeto em prática, criaram a Fundação Estudar, concedendo bolsas de estudos a jovens que quisessem cursar MBA nos Estados Unidos. O objetivo era ajudar a melhorar o Brasil melhorando a qualidade de seus executivos e empreendedores.

Com um processo de seleção extremamente rigoroso – baseado nos princípios que Lemann empregara com tanta eficiência no Banco Garantia –, a Estudar procurava jovens que se identificassem com valores como meritocracia, busca de excelência, senso ético, transparência, trabalho duro e metas ousadas.

Ao longo dos anos, a missão da instituição se desenvolveu e sua atuação se expandiu, passando a englobar ações diferenciadas, financiando cursos em outras áreas além dos negócios, dando apoio a estudantes ainda na graduação e criando diversos outros programas de incentivo ao estudo e de apoio à carreira.

Hoje, 25 anos depois, a Fundação Estudar contabiliza seu impacto: 617 ex-bolsistas, 25 mil jovens beneficiados pelos cursos e 15 milhões de pessoas alcançadas pelos canais disponíveis na internet. Entre os profissionais que já passaram pela instituição estão grandes empresários, como Carlos Brito e Hugo Barra, e alguns dos mais promissores talentos do país em diversas áreas de atuação.

Neste livro você vai conhecer a trajetória da Fundação Estudar, seus valores, seus métodos e seus princípios enquanto acompanha as inspiradoras histórias de jovens que tiveram a vida transformada pelo contato com sua cultura.

Em comum, eles não têm apenas um sonho grande: têm uma vontade férrea de seguir em frente e um desejo incansável de fazer a diferença. E essa disposição, segundo Lemann, Telles e Sicupira, é a força capaz de mudar o Brasil.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 10/04/2017
Título original CULTURA DE EXCELÊNCIA
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 208
Peso 300 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-68377-12-3
EAN 9788568377123
Preço R$ 44,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788568377130
Preço R$ 24,99
Selo
Primeira Pessoa
Lançamento 10/04/2017
Título original CULTURA DE EXCELÊNCIA
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 208
Peso 300 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-68377-12-3
EAN 9788568377123
Preço R$ 44,90

E-book

eISBN 9788568377130
Preço R$ 24,99

Selo

Primeira Pessoa

Leia um trecho do livro

PREFÁCIO

Por Jorge Paulo Lemann

“Foi a cultura que levou nossos negócios a ter sucesso.
Ela pode ajudar o Brasil, também.”

mais de 40 anos, pouco tempo depois de ter criado o Banco Garantia, percebi que nosso maior ativo era ter pessoas muito boas trabalhando juntas. Não era uma fórmula original. Como quase todos os princípios da nossa cultura empresarial, ela veio do que observamos em outros lugares e adaptamos para a nossa realidade. O que faz a diferença para nós, talvez, é que a aplicamos com mais zelo, mais persistência. Quando o Garantia ainda era um banco pequeno, mais umas 30 pessoas, nós já entrevistávamos mais de mil candidatos por ano para escolher os melhores possíveis. Foi assim que entraram no banco talentos como Marcel Telles e Beto Sicupira, meus sócios até hoje, além de Claudio Haddad, Armínio Fraga, André Lara Resende e tantos outros.

Essa mesma prática, de buscar pessoas muito boas, treiná-las, motivá-las e criar com elas um sonho grande, foi aplicada a tudo o que construímos depois: Lojas Americanas; Brahma, depois Ambev e AB Inbev; Burger King; Kraft Heinz…

Não quero dizer com isso que descobrimos a fórmula do sucesso. Só que este é um jeito de fazer as coisas que tem dado muito certo para nós: juntar gente boa, sonhar grande, praticar a meritocracia, buscar melhorar sempre, trabalhar duro, ter ética… Essa cultura nos ajudou muito nos negócios, é algo em que acreditamos e por isso gostamos de disseminar – não só nos nossos negócios, mas também no Brasil.

Com esse espírito, em 1991 nós criamos a Fundação Estudar, para atrair pessoas talentosas e inspirá-las a crescer. Podiam ser pessoas bem diferentes, pois sempre procuramos selecionar quem pareça ter boas condições de contribuir de forma construtiva para o Brasil – nunca demos atenção a posição política, cor, gênero ou origem social.

Quando jovem, eu tive uma boa experiência nos Estados Unidos. Estudar em Harvard abriu a minha mente, me ensinou a ter disciplina e foco. Ao conviver com tanta gente excelente, sempre preocupada em melhorar, meus sonhos também ficaram maiores. E desenvolvi uma sensibilidade mais aguçada para distinguir as pessoas excepcionais – porque conheci várias. Lá tive contato com a cultura do banco de investimentos Goldman Sachs, que me converteu ao modelo da meritocracia e de tornar as pessoas sócias do negócio.

Essa experiência me convenceu de que os brasileiros podem se beneficiar muito de estudar fora, especialmente nos Estados Unidos, que tem uma sociedade bastante pragmática e eficiente. Por isso, inicialmente, o principal objetivo da Fundação Estudar era conceder bolsas para que brasileiros pudessem fazer cursos lá.

Eu já havia dado dezenas de bolsas antes, mas não tinha um sistema, não tinha controle nem acompanhamento dos resultados. Dava bolsas para tenistas disputarem torneios, para alunos cursarem medicina, psicologia, qualquer coisa. Quando o Marcel e o Beto se juntaram a mim para criar a Fundação Estudar, decidimos que aquele esforço tinha de ser mais organizado, com objetivos mais claros e maneiras concretas de medir os resultados – assim como fazemos em nossas empresas. Então resolvemos nos concentrar em pessoas que quisessem fazer cursos ligados à área de negócios, um campo que tínhamos mais competência para avaliar.

Aos poucos, o processo de seleção foi tomando forma. Concluímos que o número médio de bolsistas deveria ser de 30 por ano, para manter a qualidade e o prestígio de fazer parte do grupo. Mais tarde, decidimos ampliar o escopo para apoiar estudantes de outras áreas, especialmente gestão pública e educação. E expandimos nossas ações: cada um de nós criou a própria fundação.

Mais recentemente, a partir de 2011, percebemos que a comunidade que havíamos construído, de cerca de 500 bolsistas, era forte, mas muito pequena para um país grande como o Brasil. Então incentivamos a Fundação Estudar a difundir ainda mais seus exemplos e sua cultura. É isso que tem acontecido, com os programas de preparação para estudar fora e os cursos de formação de líderes. Nossa esperança é atingir milhões de jovens, torná-los conscientes de que existe um mundo eficiente, produtivo, construtivo, em que as diferenças ajudam a multiplicar em vez de dividir. Esperamos que eles apreendam o suficiente para melhorar de vida e para reproduzir esses valores em outros lugares.

Já temos muitos exemplos de pessoas que fazem coisas excepcionais. Algumas dentro das nossas empresas, muitas fora. Não é algo tão mensurável, não é matemático. Mas é nisso que acreditamos. E estamos aí, estamos empurrando, fazendo força, achando que tem mais gente acreditando nessa cultura, acreditando que o grupo todo vai se ajudar… e algumas dessas pessoas vão tornar o Brasil muito melhor.

PREFÁCIO

Por Jorge Paulo Lemann

“Foi a cultura que levou nossos negócios a ter sucesso.
Ela pode ajudar o Brasil, também.”

mais de 40 anos, pouco tempo depois de ter criado o Banco Garantia, percebi que nosso maior ativo era ter pessoas muito boas trabalhando juntas. Não era uma fórmula original. Como quase todos os princípios da nossa cultura empresarial, ela veio do que observamos em outros lugares e adaptamos para a nossa realidade. O que faz a diferença para nós, talvez, é que a aplicamos com mais zelo, mais persistência. Quando o Garantia ainda era um banco pequeno, mais umas 30 pessoas, nós já entrevistávamos mais de mil candidatos por ano para escolher os melhores possíveis. Foi assim que entraram no banco talentos como Marcel Telles e Beto Sicupira, meus sócios até hoje, além de Claudio Haddad, Armínio Fraga, André Lara Resende e tantos outros.

Essa mesma prática, de buscar pessoas muito boas, treiná-las, motivá-las e criar com elas um sonho grande, foi aplicada a tudo o que construímos depois: Lojas Americanas; Brahma, depois Ambev e AB Inbev; Burger King; Kraft Heinz…

Não quero dizer com isso que descobrimos a fórmula do sucesso. Só que este é um jeito de fazer as coisas que tem dado muito certo para nós: juntar gente boa, sonhar grande, praticar a meritocracia, buscar melhorar sempre, trabalhar duro, ter ética… Essa cultura nos ajudou muito nos negócios, é algo em que acreditamos e por isso gostamos de disseminar – não só nos nossos negócios, mas também no Brasil.

Com esse espírito, em 1991 nós criamos a Fundação Estudar, para atrair pessoas talentosas e inspirá-las a crescer. Podiam ser pessoas bem diferentes, pois sempre procuramos selecionar quem pareça ter boas condições de contribuir de forma construtiva para o Brasil – nunca demos atenção a posição política, cor, gênero ou origem social.

Quando jovem, eu tive uma boa experiência nos Estados Unidos. Estudar em Harvard abriu a minha mente, me ensinou a ter disciplina e foco. Ao conviver com tanta gente excelente, sempre preocupada em melhorar, meus sonhos também ficaram maiores. E desenvolvi uma sensibilidade mais aguçada para distinguir as pessoas excepcionais – porque conheci várias. Lá tive contato com a cultura do banco de investimentos Goldman Sachs, que me converteu ao modelo da meritocracia e de tornar as pessoas sócias do negócio.

Essa experiência me convenceu de que os brasileiros podem se beneficiar muito de estudar fora, especialmente nos Estados Unidos, que tem uma sociedade bastante pragmática e eficiente. Por isso, inicialmente, o principal objetivo da Fundação Estudar era conceder bolsas para que brasileiros pudessem fazer cursos lá.

Eu já havia dado dezenas de bolsas antes, mas não tinha um sistema, não tinha controle nem acompanhamento dos resultados. Dava bolsas para tenistas disputarem torneios, para alunos cursarem medicina, psicologia, qualquer coisa. Quando o Marcel e o Beto se juntaram a mim para criar a Fundação Estudar, decidimos que aquele esforço tinha de ser mais organizado, com objetivos mais claros e maneiras concretas de medir os resultados – assim como fazemos em nossas empresas. Então resolvemos nos concentrar em pessoas que quisessem fazer cursos ligados à área de negócios, um campo que tínhamos mais competência para avaliar.

Aos poucos, o processo de seleção foi tomando forma. Concluímos que o número médio de bolsistas deveria ser de 30 por ano, para manter a qualidade e o prestígio de fazer parte do grupo. Mais tarde, decidimos ampliar o escopo para apoiar estudantes de outras áreas, especialmente gestão pública e educação. E expandimos nossas ações: cada um de nós criou a própria fundação.

Mais recentemente, a partir de 2011, percebemos que a comunidade que havíamos construído, de cerca de 500 bolsistas, era forte, mas muito pequena para um país grande como o Brasil. Então incentivamos a Fundação Estudar a difundir ainda mais seus exemplos e sua cultura. É isso que tem acontecido, com os programas de preparação para estudar fora e os cursos de formação de líderes. Nossa esperança é atingir milhões de jovens, torná-los conscientes de que existe um mundo eficiente, produtivo, construtivo, em que as diferenças ajudam a multiplicar em vez de dividir. Esperamos que eles apreendam o suficiente para melhorar de vida e para reproduzir esses valores em outros lugares.

Já temos muitos exemplos de pessoas que fazem coisas excepcionais. Algumas dentro das nossas empresas, muitas fora. Não é algo tão mensurável, não é matemático. Mas é nisso que acreditamos. E estamos aí, estamos empurrando, fazendo força, achando que tem mais gente acreditando nessa cultura, acreditando que o grupo todo vai se ajudar… e algumas dessas pessoas vão tornar o Brasil muito melhor.

LEIA MAIS

David Cohen

Sobre o autor

David Cohen

Jornalista e escritor. Foi diretor de redação da revista Época NEGÓCIOS, redator-chefe da revista Época e editor-executivo da revista Exame. Trabalhou também na Playboy, no Jornal da Tarde, na Folha de S.Paulo, no jornal O Dia e na TV Manchete. É autor do romance Fábrica de almas.

VER PERFIL COMPLETO