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RELIGIÃO

Deus nunca dorme

Deus nunca dorme

REGINA BRETT

50 lições para lidar com os contratempos da vida

50 lições para lidar com os contratempos da vida

Quando Regina Brett fez 50 anos, publicou em sua coluna de jornal as 50 lições que a vida havia lhe ensinado. Era uma reflexão sobre o que ela aprendera tropeçando pelos caminhos mais difíceis: sendo mãe solteira, procurando o parceiro ideal nos homens errados, enfrentando o câncer e questionando Deus.

A lista elaborada por ela se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos no jornal e desde então vem sendo repassada a milhares de pessoas no mundo inteiro por meios que vão da internet a leituras feitas por artistas durante suas apresentações.

Neste livro, cada lição daquela primeira lista é narrada em um texto curto e cheio de sabedoria. São histórias reais que falam de perdão, cura e recomeço, de aproveitar cada minuto e cada respiração.

Todas elas revelam verdades universais que independem de idade, sexo ou religião e nos levam a uma vida mais plena. São palavras honestas, lúcidas e suaves que podem mudar vidas.

Algumas histórias fazem rir, outras fazem chorar, mas todas reafirmam que Deus está ao nosso lado a cada passo, que a vida é um bem precioso e que ser feliz é uma opção sempre ao nosso alcance. Deus nunca dorme – e o fato de essas lições tão valiosas estarem reunidas em um livro é mais uma prova disso.

****

Regina Brett teve uma infância difícil em muitos aspectos. Seus pais precisavam se preocupar tanto com o sustento dos 11 filhos que muitas vezes não encontravam oportunidade para demonstrar seu amor por eles. Além disso, a escola se revelou uma experiência frustrante, com professoras rigorosas e agressivas.

Assim, aos 6 anos Regina era uma criança confusa, aos 16, uma adolescente que bebia demais e, aos 21, uma mãe solteira que abandonara a faculdade. Ela imaginava que Deus talvez estivesse dormindo quando ela veio ao mundo e que jamais houvesse se dado conta de sua existência.

Mas, aos poucos, a vida foi cuidando de lhe mostrar um caminho. Regina voltou a estudar e, aos 30 anos, se formou em jornalismo. Começou a trabalhar num pequeno jornal, se estabilizou na profissão e, aos 40, se casou com o homem de seus sonhos.

Então, no momento em que tudo parecia perfeito, veio o câncer. Foi quando, no lugar da menina confusa, da adolescente rebelde ou da jovem que desistia, surgiu a mulher que não se deixava abater. Depois de dois anos entre tratamento e recuperação, a sensibilidade que um dia fizera Regina tão frágil se tornou seu canal com o mundo.

Vencida a doença, ela publicou em sua coluna as 50 lições que a vida havia lhe ensinado. Agora a autora retoma essa lista, dedicando a cada item um texto rápido mas capaz de ecoar no que há de mais humano em nós.

Suas palavras são verdades universais que a vida apresentou a uma mãe solteira e sobrevivente do câncer, a uma mulher que percorreu muitos caminhos errados para encontrar o homem certo, a um ser humano que questionou a própria fé centenas de vezes até descobrir que o amor é a única religião.

Quando Regina Brett fez 50 anos, publicou em sua coluna de jornal as 50 lições que a vida havia lhe ensinado. Era uma reflexão sobre o que ela aprendera tropeçando pelos caminhos mais difíceis: sendo mãe solteira, procurando o parceiro ideal nos homens errados, enfrentando o câncer e questionando Deus.

A lista elaborada por ela se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos no jornal e desde então vem sendo repassada a milhares de pessoas no mundo inteiro por meios que vão da internet a leituras feitas por artistas durante suas apresentações.

Neste livro, cada lição daquela primeira lista é narrada em um texto curto e cheio de sabedoria. São histórias reais que falam de perdão, cura e recomeço, de aproveitar cada minuto e cada respiração.

Todas elas revelam verdades universais que independem de idade, sexo ou religião e nos levam a uma vida mais plena. São palavras honestas, lúcidas e suaves que podem mudar vidas.

Algumas histórias fazem rir, outras fazem chorar, mas todas reafirmam que Deus está ao nosso lado a cada passo, que a vida é um bem precioso e que ser feliz é uma opção sempre ao nosso alcance. Deus nunca dorme – e o fato de essas lições tão valiosas estarem reunidas em um livro é mais uma prova disso.

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Regina Brett teve uma infância difícil em muitos aspectos. Seus pais precisavam se preocupar tanto com o sustento dos 11 filhos que muitas vezes não encontravam oportunidade para demonstrar seu amor por eles. Além disso, a escola se revelou uma experiência frustrante, com professoras rigorosas e agressivas.

Assim, aos 6 anos Regina era uma criança confusa, aos 16, uma adolescente que bebia demais e, aos 21, uma mãe solteira que abandonara a faculdade. Ela imaginava que Deus talvez estivesse dormindo quando ela veio ao mundo e que jamais houvesse se dado conta de sua existência.

Mas, aos poucos, a vida foi cuidando de lhe mostrar um caminho. Regina voltou a estudar e, aos 30 anos, se formou em jornalismo. Começou a trabalhar num pequeno jornal, se estabilizou na profissão e, aos 40, se casou com o homem de seus sonhos.

Então, no momento em que tudo parecia perfeito, veio o câncer. Foi quando, no lugar da menina confusa, da adolescente rebelde ou da jovem que desistia, surgiu a mulher que não se deixava abater. Depois de dois anos entre tratamento e recuperação, a sensibilidade que um dia fizera Regina tão frágil se tornou seu canal com o mundo.

Vencida a doença, ela publicou em sua coluna as 50 lições que a vida havia lhe ensinado. Agora a autora retoma essa lista, dedicando a cada item um texto rápido mas capaz de ecoar no que há de mais humano em nós.

Suas palavras são verdades universais que a vida apresentou a uma mãe solteira e sobrevivente do câncer, a uma mulher que percorreu muitos caminhos errados para encontrar o homem certo, a um ser humano que questionou a própria fé centenas de vezes até descobrir que o amor é a única religião.

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Ficha técnica
Lançamento
Título original
Tradução MARCELLO LINO
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 240
Peso 230 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-692-0
EAN 9788575426920
Preço R$ 24,90
Lançamento
Título original
Tradução MARCELLO LINO
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 240
Peso 230 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-692-0
EAN 9788575426920
Preço R$ 24,90

Leia um trecho do livro

Introdução

Minha amiga Kathy uma vez me enviou um trecho de O vinho da alegria, de Ray Bradbury. No livro, que fala da colheita do verão, um menino adoece e ninguém consegue descobrir o que ele tem. A vida o está vencendo e parece impossível que alguém consiga ajudá-lo, até que um sucateiro, o Sr. Jones, aparece.

Ele se aproxima do menino, que está adormecido no jardim, e sussurra em seu ouvido, pedindo-lhe que apenas ouça. Depois, estica a mão e colhe uma maçã. Então lhe conta um segredo que carregava consigo – e que eu não sabia que carregava também: algumas pessoas chegam frágeis a este mundo. São como frutas macias, que se machucam com mais facilidade. Choram com mais frequência e se tornam tristes ainda jovens. O Sr. Jones sabia disso porque era uma delas.

As palavras mexem com o menino e ele se recupera.

As palavras mexeram comigo. Algumas pessoas se machucam com mais facilidade. Eu sou uma delas.

Levei 40 anos para conseguir encontrar a felicidade e me agarrar a ela. Achava que talvez Deus estivesse dormindo no momento em que nasci, que tivesse perdido a cena e nunca mais se dado conta da minha chegada. Meus pais tiveram 11 filhos e, embora eu ame de todo o coração tanto meus pais como meus cinco irmãos e cinco irmãs, às vezes me sentia perdida no meio da ninhada. Como minha amiga Kathy muitas vezes ressaltou, eu parecia ser a mais frágil do grupo. Aos 6 anos, eu era uma criança confusa por causa da influência das freiras; aos 16, uma alma perdida que bebia demais; aos 21, mãe solteira. Aos 30, me formei na faculdade e, aos 40, me casei com um homem que me trata como uma rainha.

Então, aos 41, tive câncer. Demorei um ano para combatê-lo e mais outro ano para me recuperar de todo o processo.

Quando completei 45 anos, fiquei um tempo deitada na cama refletindo sobre tudo o que a vida havia me ensinado. De repente as ideias começaram a jorrar de minha alma. A caneta simplesmente as transpôs para o papel. Depois eu as digitei e apresentei ao editor do jornal para que fossem publicadas na minha coluna. Eram as 45 lições que havia aprendido com a vida. Meu editor e o chefe dele as detestaram. Pedi que as publicassem mesmo assim. Os leitores as adoraram.

O câncer me deu coragem para desafiar meus chefes. Depois que você enfrenta a químio e a radioterapia, perde os cabelos e passa meses sentindo-se fraco e enjoado, não há muita coisa que alguém possa fazer para atingi-lo. Completar 45 anos foi uma vitória para mim. Por causa do câncer, tive dúvidas de que chegaria tão longe. Três tias minhas haviam morrido aos 42, 44 e 56 anos. Minhas perspectivas não eram boas.

Mas continuei viva. Quando completei 50 anos, escrevi mais cinco lições e o jornal publicou a coluna novamente. Então algo surpreendente aconteceu. Pessoas de todo o país começaram a encaminhar meus textos a amigos. Pastores, enfermeiras e assistentes sociais pediam autorização para reproduzi-los em newsletters, boletins de igrejas e jornais de cidades pequenas. Gente religiosa ou sem religião se identificava com as mensagens. Ainda que alguns textos falassem diretamente de Deus, as pessoas reconheciam verdades universais naquelas lições. Ouvi falar de agnósticos e ateus que carregavam minha lista de lições na carteira ou que as mantinham afixadas na parede no trabalho ou na porta da geladeira em casa.

Desde que essa coluna começou a ser publicada, recebemos e-mails provenientes de todos os cantos do país e até de outros continentes solicitando os textos. Blogs e sites do mundo todo os reproduziram. Em 24 anos de jornalismo, é a coluna mais popular que já escrevi.

Assim, algumas das lições reunidas neste livro são inéditas, mas a maioria delas foi publicada originalmente no The Plain Dea­ler ou no Beacon Journal. Todas, entretanto, são presentes que a vida me deu e que agora compartilho com você.

Introdução

Minha amiga Kathy uma vez me enviou um trecho de O vinho da alegria, de Ray Bradbury. No livro, que fala da colheita do verão, um menino adoece e ninguém consegue descobrir o que ele tem. A vida o está vencendo e parece impossível que alguém consiga ajudá-lo, até que um sucateiro, o Sr. Jones, aparece.

Ele se aproxima do menino, que está adormecido no jardim, e sussurra em seu ouvido, pedindo-lhe que apenas ouça. Depois, estica a mão e colhe uma maçã. Então lhe conta um segredo que carregava consigo – e que eu não sabia que carregava também: algumas pessoas chegam frágeis a este mundo. São como frutas macias, que se machucam com mais facilidade. Choram com mais frequência e se tornam tristes ainda jovens. O Sr. Jones sabia disso porque era uma delas.

As palavras mexem com o menino e ele se recupera.

As palavras mexeram comigo. Algumas pessoas se machucam com mais facilidade. Eu sou uma delas.

Levei 40 anos para conseguir encontrar a felicidade e me agarrar a ela. Achava que talvez Deus estivesse dormindo no momento em que nasci, que tivesse perdido a cena e nunca mais se dado conta da minha chegada. Meus pais tiveram 11 filhos e, embora eu ame de todo o coração tanto meus pais como meus cinco irmãos e cinco irmãs, às vezes me sentia perdida no meio da ninhada. Como minha amiga Kathy muitas vezes ressaltou, eu parecia ser a mais frágil do grupo. Aos 6 anos, eu era uma criança confusa por causa da influência das freiras; aos 16, uma alma perdida que bebia demais; aos 21, mãe solteira. Aos 30, me formei na faculdade e, aos 40, me casei com um homem que me trata como uma rainha.

Então, aos 41, tive câncer. Demorei um ano para combatê-lo e mais outro ano para me recuperar de todo o processo.

Quando completei 45 anos, fiquei um tempo deitada na cama refletindo sobre tudo o que a vida havia me ensinado. De repente as ideias começaram a jorrar de minha alma. A caneta simplesmente as transpôs para o papel. Depois eu as digitei e apresentei ao editor do jornal para que fossem publicadas na minha coluna. Eram as 45 lições que havia aprendido com a vida. Meu editor e o chefe dele as detestaram. Pedi que as publicassem mesmo assim. Os leitores as adoraram.

O câncer me deu coragem para desafiar meus chefes. Depois que você enfrenta a químio e a radioterapia, perde os cabelos e passa meses sentindo-se fraco e enjoado, não há muita coisa que alguém possa fazer para atingi-lo. Completar 45 anos foi uma vitória para mim. Por causa do câncer, tive dúvidas de que chegaria tão longe. Três tias minhas haviam morrido aos 42, 44 e 56 anos. Minhas perspectivas não eram boas.

Mas continuei viva. Quando completei 50 anos, escrevi mais cinco lições e o jornal publicou a coluna novamente. Então algo surpreendente aconteceu. Pessoas de todo o país começaram a encaminhar meus textos a amigos. Pastores, enfermeiras e assistentes sociais pediam autorização para reproduzi-los em newsletters, boletins de igrejas e jornais de cidades pequenas. Gente religiosa ou sem religião se identificava com as mensagens. Ainda que alguns textos falassem diretamente de Deus, as pessoas reconheciam verdades universais naquelas lições. Ouvi falar de agnósticos e ateus que carregavam minha lista de lições na carteira ou que as mantinham afixadas na parede no trabalho ou na porta da geladeira em casa.

Desde que essa coluna começou a ser publicada, recebemos e-mails provenientes de todos os cantos do país e até de outros continentes solicitando os textos. Blogs e sites do mundo todo os reproduziram. Em 24 anos de jornalismo, é a coluna mais popular que já escrevi.

Assim, algumas das lições reunidas neste livro são inéditas, mas a maioria delas foi publicada originalmente no The Plain Dea­ler ou no Beacon Journal. Todas, entretanto, são presentes que a vida me deu e que agora compartilho com você.

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Regina Brett

Sobre o autor

Regina Brett

Ganhou diversos prêmios pelos textos publicados em sua coluna no jornal The Plain Dealer e foi finalista do Pulitzer duas vezes. Ela também apresenta um programa de rádio semanal em que conversa ao vivo com os ouvintes. Regina tem uma filha, dois enteados, um neto e uma neta e mora com o marido na região metropolitana de Cleveland. Deus nunca dorme é seu primeiro livro e teve os direitos de tradução vendidos para 18 países.

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