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GASTRONOMIA

Faça você mesmo

Faça você mesmo

CAIO NOVAES

Receitas famosas de restaurantes, bares e supermercados

Receitas famosas de restaurantes, bares e supermercados

Receitas do primeiro e maior canal brasileiro de culinária do Youtube.

 

Com cerca de 2 milhões de inscritos e mais de 120 milhões de visualizações, O Ana Maria Brogui, apresentado por Caio Novaes, ensina que cozinhar não é complicado.

Ao contrário, é simples e muito divertido, e fica melhor ainda se você sabe os truques e os segredos para preparar as receitas famosas que você adora de restaurantes, bares e lanchonetes, e também daquelas guloseimas deliciosas que você compra no supermercado.

Neste segundo livro do canal Ana Maria Brogui, você vai aprender mais de 100 receitas incríveis e descomplicadas para fazer em casa e surpreender amigos e familiares. Deixe aflorar o cozinheiro que mora em você e compartilhe as fotos dos seus pratos nas redes sociais, marcando-as com a hashtag #anamariabrogui!

Receitas do primeiro e maior canal brasileiro de culinária do Youtube.

 

Com cerca de 2 milhões de inscritos e mais de 120 milhões de visualizações, O Ana Maria Brogui, apresentado por Caio Novaes, ensina que cozinhar não é complicado.

Ao contrário, é simples e muito divertido, e fica melhor ainda se você sabe os truques e os segredos para preparar as receitas famosas que você adora de restaurantes, bares e lanchonetes, e também daquelas guloseimas deliciosas que você compra no supermercado.

Neste segundo livro do canal Ana Maria Brogui, você vai aprender mais de 100 receitas incríveis e descomplicadas para fazer em casa e surpreender amigos e familiares. Deixe aflorar o cozinheiro que mora em você e compartilhe as fotos dos seus pratos nas redes sociais, marcando-as com a hashtag #anamariabrogui!

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Ficha técnica
Lançamento 08/06/2016
Título original FAÇA VOCÊ MESMO
Tradução
Formato 17,5 x 17,5 cm
Número de páginas 240
Peso 580 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0381-5
EAN 9788543103815
Preço R$ 39,90
Lançamento 08/06/2016
Título original FAÇA VOCÊ MESMO
Tradução
Formato 17,5 x 17,5 cm
Número de páginas 240
Peso 580 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0381-5
EAN 9788543103815
Preço R$ 39,90

Leia um trecho do livro

A HISTÓRIA

Minha família por parte de mãe é de origem italiana, e minha família por parte de pai, espanhola, logo, não teria como, em algum momento da vida, eu não aprender a cozinhar coisas gostosas.

Lembro-me de ver minha avó, que eu carinhosamente chamava de Vó Gila, preparar esfihas, nhoque e charutos (de arroz e carne moída enrolados em folhas de repolho) para os almoços de domingo. Ficava impressionado com quão trabalhoso era o método de preparo, mas parecia que ela não se importava com tudo aquilo que tinha que fazer. E eu acabava me perguntando qual seria o motivo de alguém se esmerar tanto para fazer um prato que a poucos metros dali era vendido já pronto.

Lembro-me ainda da minha outra avó, a Vó Dete, como eu também carinhosamente chamava, na mesma situação: ela preparava uma feijoada completa e, em outras ocasiões, um cozido. Ambos eram incríveis, mas eu sempre ficava observando todo o trabalho que dava preparar os pratos para tanta gente e terminava sem entender o porquê daquilo tudo.

Hoje eu entendo.

O amor, o reconhecimento, a força e a felicidade de poder dizer “fui eu que fiz” tornam qualquer trabalho mais fácil, qualquer dificuldade um desafio simples. Cozinhar algo para sua família é um prazer que você deve aproveitar ao máximo, pois, infelizmente, é um prazer com um prazo de validade chamado vida. Minha mãe, Doroty Novaes, para sempre vai ter feito a melhor comida do mundo! Não importa quantas lentilhas eu coma ou quantos estrogonofes me sejam servidos na vida, o sabor da dedicação e do amor que ela tinha por mim, por minha irmã, Catarina Novaes, e pelo meu pai, Manoel Novaes, não estará presente em nenhum outro prato que eu comer no mundo.

Infelizmente, hoje a Vó Gila, a Vó Dete e a minha mãe estão cozinhando em algum lugar muito mais legal que este em que vivemos, e foi justamente depois dessa última perda, a da minha mãe, que nasceu o Ana Maria Brogui,
um projeto que talvez tenha dado certo apenas por ter sido abençoado por ela desde o começo.

Minha mãe faleceu no início de 2009. Meu pai foi um guerreiro nos dois anos em que cuidou dela, durante seu tratamento. Depois que ela partiu eu achei que deveria deixá-lo ter privacidade para seguir sua vida, então, pela primeira vez desde que nasci, fui morar sem meus pais.

Sempre amei o jeito simples, porém saboroso, com que minha mãe preparava os pratos do café da manhã, do almoço e do jantar, então decidi perguntar algumas das receitas para minha irmã e gravar o modo de preparo delas em vídeos, para que eu nunca mais me esquecesse. E é por isso que a primeira receita do meu canal é a lentilha. Sempre adorei o sabor desse prato, bastava um pouco de farinha de mandioca por cima e, pronto, eu tinha um jantar perfeito.

Porém, antes de subir esse vídeo para a internet, eu fiquei pensando em ter um nome que lembrasse algum programa de culinária da televisão. Queria que fosse meu programa particular de receitas e, como eu tinha um blog chamado Brogui, fiz uma homenagem à apresentadora Ana Maria Braga, criando este nome que vocês conhecem hoje:
Ana Maria Brogui.

Eu não tinha pretensão alguma com esse projeto, mas sem querer ele se tornou o primeiro programa de culinária do YouTube brasileiro. Vale contar, porém, que o programa não nasceu no canal em que está hoje, e sim no Videolog, precisamente no dia 23 de julho de 2009.

A ideia inicial era que ele fosse apenas o meu livro de receitas virtual, mas um dia encontrei uma receita de esfiha de queijo de um famoso restaurante árabe, testei, modifiquei algumas pequenas coisas e postei no canal, a fim de guardá-la para uma ocasião de “receber amigos em casa” ou algo do tipo.

O que eu não esperava era que, por se tratar de uma receita famosa, o vídeo tivesse mais de 400 mil acessos! E foi aí que pensei: “E se eu descobrisse e revelasse o segredo de algumas receitas famosas para as pessoas?”

Ainda assim não abandonei a ideia de guardar os pratos deliciosos que minha mãe preparava, como o estrogonofe de filé-mignon e a berinjela à milanesa, mas eu já sabia naquele momento o que as pessoas gostariam mesmo de ver.

Então dei continuidade às gravações em que desvendava pratos famosos e fui intercalando com receitas inusitadas
e simples, para que todos pudessem ter a oportunidade de fazer uma deliciosa refeição para alguém especial.

Cozinhar é isso! Cozinhar é diversão, é descoberta, é desafio, é muitas vezes recomeçar do zero para chegar à perfeição. Isso soa familiar para você? Tenho certeza de que sim, pois cozinhar é muito parecido com a vida: não sabemos de tudo, eu não sei de tudo, você não sabe e o chef
mais talentoso do mundo também não.

Mas cozinhar é algo tão mágico que nivela todas as pessoas do mundo a um mesmo patamar, o de pequenos
seres em evolução, pois todos nós que cozinhamos sempre temos algo novo para aprender.

Portanto, evolua sempre e jamais desista! Você certamente será mais habilidoso amanhã do que é hoje, basta acreditar nisso.

Eu acredito!

A HISTÓRIA

Minha família por parte de mãe é de origem italiana, e minha família por parte de pai, espanhola, logo, não teria como, em algum momento da vida, eu não aprender a cozinhar coisas gostosas.

Lembro-me de ver minha avó, que eu carinhosamente chamava de Vó Gila, preparar esfihas, nhoque e charutos (de arroz e carne moída enrolados em folhas de repolho) para os almoços de domingo. Ficava impressionado com quão trabalhoso era o método de preparo, mas parecia que ela não se importava com tudo aquilo que tinha que fazer. E eu acabava me perguntando qual seria o motivo de alguém se esmerar tanto para fazer um prato que a poucos metros dali era vendido já pronto.

Lembro-me ainda da minha outra avó, a Vó Dete, como eu também carinhosamente chamava, na mesma situação: ela preparava uma feijoada completa e, em outras ocasiões, um cozido. Ambos eram incríveis, mas eu sempre ficava observando todo o trabalho que dava preparar os pratos para tanta gente e terminava sem entender o porquê daquilo tudo.

Hoje eu entendo.

O amor, o reconhecimento, a força e a felicidade de poder dizer “fui eu que fiz” tornam qualquer trabalho mais fácil, qualquer dificuldade um desafio simples. Cozinhar algo para sua família é um prazer que você deve aproveitar ao máximo, pois, infelizmente, é um prazer com um prazo de validade chamado vida. Minha mãe, Doroty Novaes, para sempre vai ter feito a melhor comida do mundo! Não importa quantas lentilhas eu coma ou quantos estrogonofes me sejam servidos na vida, o sabor da dedicação e do amor que ela tinha por mim, por minha irmã, Catarina Novaes, e pelo meu pai, Manoel Novaes, não estará presente em nenhum outro prato que eu comer no mundo.

Infelizmente, hoje a Vó Gila, a Vó Dete e a minha mãe estão cozinhando em algum lugar muito mais legal que este em que vivemos, e foi justamente depois dessa última perda, a da minha mãe, que nasceu o Ana Maria Brogui,
um projeto que talvez tenha dado certo apenas por ter sido abençoado por ela desde o começo.

Minha mãe faleceu no início de 2009. Meu pai foi um guerreiro nos dois anos em que cuidou dela, durante seu tratamento. Depois que ela partiu eu achei que deveria deixá-lo ter privacidade para seguir sua vida, então, pela primeira vez desde que nasci, fui morar sem meus pais.

Sempre amei o jeito simples, porém saboroso, com que minha mãe preparava os pratos do café da manhã, do almoço e do jantar, então decidi perguntar algumas das receitas para minha irmã e gravar o modo de preparo delas em vídeos, para que eu nunca mais me esquecesse. E é por isso que a primeira receita do meu canal é a lentilha. Sempre adorei o sabor desse prato, bastava um pouco de farinha de mandioca por cima e, pronto, eu tinha um jantar perfeito.

Porém, antes de subir esse vídeo para a internet, eu fiquei pensando em ter um nome que lembrasse algum programa de culinária da televisão. Queria que fosse meu programa particular de receitas e, como eu tinha um blog chamado Brogui, fiz uma homenagem à apresentadora Ana Maria Braga, criando este nome que vocês conhecem hoje:
Ana Maria Brogui.

Eu não tinha pretensão alguma com esse projeto, mas sem querer ele se tornou o primeiro programa de culinária do YouTube brasileiro. Vale contar, porém, que o programa não nasceu no canal em que está hoje, e sim no Videolog, precisamente no dia 23 de julho de 2009.

A ideia inicial era que ele fosse apenas o meu livro de receitas virtual, mas um dia encontrei uma receita de esfiha de queijo de um famoso restaurante árabe, testei, modifiquei algumas pequenas coisas e postei no canal, a fim de guardá-la para uma ocasião de “receber amigos em casa” ou algo do tipo.

O que eu não esperava era que, por se tratar de uma receita famosa, o vídeo tivesse mais de 400 mil acessos! E foi aí que pensei: “E se eu descobrisse e revelasse o segredo de algumas receitas famosas para as pessoas?”

Ainda assim não abandonei a ideia de guardar os pratos deliciosos que minha mãe preparava, como o estrogonofe de filé-mignon e a berinjela à milanesa, mas eu já sabia naquele momento o que as pessoas gostariam mesmo de ver.

Então dei continuidade às gravações em que desvendava pratos famosos e fui intercalando com receitas inusitadas
e simples, para que todos pudessem ter a oportunidade de fazer uma deliciosa refeição para alguém especial.

Cozinhar é isso! Cozinhar é diversão, é descoberta, é desafio, é muitas vezes recomeçar do zero para chegar à perfeição. Isso soa familiar para você? Tenho certeza de que sim, pois cozinhar é muito parecido com a vida: não sabemos de tudo, eu não sei de tudo, você não sabe e o chef
mais talentoso do mundo também não.

Mas cozinhar é algo tão mágico que nivela todas as pessoas do mundo a um mesmo patamar, o de pequenos
seres em evolução, pois todos nós que cozinhamos sempre temos algo novo para aprender.

Portanto, evolua sempre e jamais desista! Você certamente será mais habilidoso amanhã do que é hoje, basta acreditar nisso.

Eu acredito!

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Caio Novaes

Sobre o autor

Caio Novaes

Nasceu em São Paulo, capital, em 1984. Publicitário formado pela faculdade Anhembi Morumbi, trabalhou em agências até 2009, quando passou a dedicar-se exclusivamente à atividade de blogueiro. Seu www.brogui.com era um blog de entretenimento e variedades, até o dia em que resolveu gravar uma série de vídeos com o preparo das receitas que sua mãe, Doroty Novaes, fazia para a família, para que nunca mais esquecesse, já que ela tinha falecido havia pouco tempo. O detalhe é que, apesar da origem italiana e da grande tradição culinária familiar, ele mesmo nunca havia preparado um prato na vida. E ali foi sua estreia na cozinha, e o começo do blog nesse ramo. Para aproveitar o nome já registrado e conectá-lo com o mundo das receitas, fez uma brincadeira com a apresentadora Ana Maria Braga, famosa por preparar comidas em seus programas. Assim surgiu o Ana Maria Brogui, que acabou se tornando também um canal no YouTube, o primeiro do gênero, e hoje o maior de gastronomia do Brasil. Atualmente, há cerca de 2 milhões de inscritos no canal e mais de 120 milhões de visualizações nos vídeos que desvendam os segredos de receitas famosas e que “dão certo”, encontradas em restaurantes, bares e supermercados. As pessoas se surpreendem por conseguir fazer com perfeição em suas casas diversos pratos deliciosos, iguais “àqueles conhecidos”, que enchem os olhos e sempre fazem sucesso. A maior satisfação de Caio Novaes é saber que ele tem incentivado muita gente a começar a cozinhar e a descobrir que fazer comida é algo prazeroso e nada complicado. Cozinhar para quem se gosta, além de ser delicioso e aquecer o estômago, aquece também o coração!

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