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CRÔNICAS

No meio do caminho tinha um amor

No meio do caminho tinha um amor

MATHEUS ROCHA

“Eu achava que o amor existia, mas não era pra mim. Você foi a prova que eu estive errado por muito tempo!” – Matheus Rocha

 

Às vezes, a gente insiste em viver um relacionamento que já chegou ao final faz tempo. Tentamos resistir, fazer de tudo para durar mais, lutando para trazer de volta os momentos mágicos do início. Mas, quando o amor acaba, no lugar do conforto e do carinho que existiam só restam feridas que vão doer por um bom tempo e deixar cicatrizes que não desaparecerão. Porque o amor nem sempre é para sempre.

Com o fim vem a tristeza, a saudade, a mágoa, o desespero e a vontade de nunca mais sentir aquela dor. Aí fechamos as portas ao perigo de sermos machucados outra vez, mas também à chance de sermos amados de novo.

Um belo dia, quando as lágrimas já secaram e nos esquecemos do desconforto, com muito cuidado abrimos uma fresta só para ver a vida lá fora. E, assim como um raio de sol que entra por qualquer brecha, de repente uma vontade de recomeçar nos invade e tudo volta a fazer sentido. E, sem nem saber como, no meio do caminho avistamos novamente o amor – e a certeza de um novo começo!

***

De todas as coisas mais gostosas que a vida já me proporcionou, você foi a melhor das provas de que eu estive errado durante muito, muito tempo. É que eu dizia aos quatro ventos, passeando por todos os cantos do mundo, e diante das mais diferentes testemunhas, que o amor existia, mas ele não era pra mim. Tinha certeza absoluta de que nunca esse sentimento puro, forte, intenso e sinestésico iria sorrir pra mim. No máximo, iria acenar de longe, estar no mesmo espaço, cruzar comigo numa dessas avenidas abarrotadas de pessoas, no ônibus, no metrô, no avião, em qualquer canto. Menos dentro

E aí me veio você do meu abraço. Este livro começa pelo fim – o fim do relacionamento, do encantamento, da paixão. Aos poucos, a dor dá lugar à esperança até que o começo de um novo romance se anuncia. Em 50 textos inspiradores, Matheus Rocha conduz o leitor pelos caminhos tortuosos do amor, abordando o rompimento, a saudade, o medo da entrega, a necessidade de seguir em frente e as dores e delícias de se apaixonar novamente. Aliando um texto sensível a belas ilustrações, No meio do caminho tinha um amor revela todo o ta lento que transformou Matheus Rocha em um fenômeno na internet, onde conta com meio milhão de seguidores em suas diversas redes sociais.

“Eu achava que o amor existia, mas não era pra mim. Você foi a prova que eu estive errado por muito tempo!” – Matheus Rocha

 

Às vezes, a gente insiste em viver um relacionamento que já chegou ao final faz tempo. Tentamos resistir, fazer de tudo para durar mais, lutando para trazer de volta os momentos mágicos do início. Mas, quando o amor acaba, no lugar do conforto e do carinho que existiam só restam feridas que vão doer por um bom tempo e deixar cicatrizes que não desaparecerão. Porque o amor nem sempre é para sempre.

Com o fim vem a tristeza, a saudade, a mágoa, o desespero e a vontade de nunca mais sentir aquela dor. Aí fechamos as portas ao perigo de sermos machucados outra vez, mas também à chance de sermos amados de novo.

Um belo dia, quando as lágrimas já secaram e nos esquecemos do desconforto, com muito cuidado abrimos uma fresta só para ver a vida lá fora. E, assim como um raio de sol que entra por qualquer brecha, de repente uma vontade de recomeçar nos invade e tudo volta a fazer sentido. E, sem nem saber como, no meio do caminho avistamos novamente o amor – e a certeza de um novo começo!

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De todas as coisas mais gostosas que a vida já me proporcionou, você foi a melhor das provas de que eu estive errado durante muito, muito tempo. É que eu dizia aos quatro ventos, passeando por todos os cantos do mundo, e diante das mais diferentes testemunhas, que o amor existia, mas ele não era pra mim. Tinha certeza absoluta de que nunca esse sentimento puro, forte, intenso e sinestésico iria sorrir pra mim. No máximo, iria acenar de longe, estar no mesmo espaço, cruzar comigo numa dessas avenidas abarrotadas de pessoas, no ônibus, no metrô, no avião, em qualquer canto. Menos dentro

E aí me veio você do meu abraço. Este livro começa pelo fim – o fim do relacionamento, do encantamento, da paixão. Aos poucos, a dor dá lugar à esperança até que o começo de um novo romance se anuncia. Em 50 textos inspiradores, Matheus Rocha conduz o leitor pelos caminhos tortuosos do amor, abordando o rompimento, a saudade, o medo da entrega, a necessidade de seguir em frente e as dores e delícias de se apaixonar novamente. Aliando um texto sensível a belas ilustrações, No meio do caminho tinha um amor revela todo o ta lento que transformou Matheus Rocha em um fenômeno na internet, onde conta com meio milhão de seguidores em suas diversas redes sociais.

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Ficha técnica
Lançamento 18/07/2016
Título original NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM AMOR
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 176
Peso 270 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0379-2
EAN 9788543103792
Preço R$ 29,90
Lançamento 18/07/2016
Título original NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM AMOR
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 176
Peso 270 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0379-2
EAN 9788543103792
Preço R$ 29,90

Leia um trecho do livro

NÃO LEIA ESTE LIVRO

Antes de tudo, quero pedir a você que não leia este livro. Não deite simplesmente seus olhos sobre ele, mas sim converse com estas palavras. Quero que você tenha aqui um apoio, um amigo, um parceiro. Alguém que o escute e diga tudo aquilo que você precisa ouvir – ler –, sem a menor pretensão.

Se puder, pegue lápis, caneta, marcador ou algo que o ajude a deixar suas impressões sobre o papel… Qualquer coisa que permita a você interagir comigo, com as palavras, com as frases, com as nossas vidas descritas em forma de texto. Não tenha pena. Risque as páginas se sentir vontade. Vá além de apenas entender o que eu quero dizer. Mostre-me, com suas próprias palavras, que eu estava certo ou perdidamente errado quando escrevi estes parágrafos.

Demonstre amor, paixão, compaixão ou até repulsa, se for o caso, mas não deixe estas páginas saírem da sua vida assim como elas entraram. Cruas. Sem pedaços de você. Sem que sejam marcadas por partes suas. Acredito no poder da leitura como um estímulo para a vida. Como força motriz. Como algo que nos leva, eleva, além de apenas estarmos em qualquer lugar lendo um livro.

Eis que este punhado de papel é a realização de um sonho. Ou vai além disso… Aqui remonto, reconto a minha própria história como pessoa. Como ser humano. Como ser errante, mas um verdadeiro aspirante a ter um bom coração.

Depois desta pequena confissão, depois deste convite para escrever comigo, quero lhe entregar tudo o que tenho de mais precioso no mundo: minhas palavras.

Leia com carinho. Foi de coração para coração. O seu. Antes que eu me esqueça, alguém precisa ser sincero com você. E eu… Ah, eu provavelmente serei.

NÃO LEIA ESTE LIVRO

Antes de tudo, quero pedir a você que não leia este livro. Não deite simplesmente seus olhos sobre ele, mas sim converse com estas palavras. Quero que você tenha aqui um apoio, um amigo, um parceiro. Alguém que o escute e diga tudo aquilo que você precisa ouvir – ler –, sem a menor pretensão.

Se puder, pegue lápis, caneta, marcador ou algo que o ajude a deixar suas impressões sobre o papel… Qualquer coisa que permita a você interagir comigo, com as palavras, com as frases, com as nossas vidas descritas em forma de texto. Não tenha pena. Risque as páginas se sentir vontade. Vá além de apenas entender o que eu quero dizer. Mostre-me, com suas próprias palavras, que eu estava certo ou perdidamente errado quando escrevi estes parágrafos.

Demonstre amor, paixão, compaixão ou até repulsa, se for o caso, mas não deixe estas páginas saírem da sua vida assim como elas entraram. Cruas. Sem pedaços de você. Sem que sejam marcadas por partes suas. Acredito no poder da leitura como um estímulo para a vida. Como força motriz. Como algo que nos leva, eleva, além de apenas estarmos em qualquer lugar lendo um livro.

Eis que este punhado de papel é a realização de um sonho. Ou vai além disso… Aqui remonto, reconto a minha própria história como pessoa. Como ser humano. Como ser errante, mas um verdadeiro aspirante a ter um bom coração.

Depois desta pequena confissão, depois deste convite para escrever comigo, quero lhe entregar tudo o que tenho de mais precioso no mundo: minhas palavras.

Leia com carinho. Foi de coração para coração. O seu. Antes que eu me esqueça, alguém precisa ser sincero com você. E eu… Ah, eu provavelmente serei.

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Matheus Rocha

Sobre o autor

Matheus Rocha

Nasceu em 1991 em Feira de Santana, na Bahia. Ainda pequeno, rabiscava poemas e textos que narravam seu cotidiano, utilizando-se da escrita como forma de expressão. Graduou-se em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo na Faculdade Anísio Teixeira, em Feira de Santana, e atua na assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Educação de sua cidade. Sem nunca ter parado de escrever crônicas e textos curtos, em 2012 Matheus os reuniu em um lar virtual chamado Neologismo, que inicialmente teve formato de Tumblr, depois migrou para o Facebook, ganhou asas com um blog e hoje passeia também pelo Instagram e pelo Twitter. Aborda assuntos que variam entre amor, amizade, sonhos e vida. Ele fala sobre viver. Sobreviver. Com suas criações, dá vazão à sua missão de ajudar as pessoas a encontrar conforto, e talvez alguma lógica e afeto, em toda a confusão que é inevitável na vida de qualquer ser humano.


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