As mentiras que nos contaram sobre Deus - Sextante
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RELIGIÃO

As mentiras que nos contaram sobre Deus

As mentiras que nos contaram sobre Deus

WILLIAM P. YOUNG

William P. Young já vendeu 4,5 milhões de livros no Brasil

 

Depois do sucesso de A cabana, A travessia e Eva, que já venderam mais de 22 milhões de exemplares, William P. Young apresenta um livro que nos estimula a repensar algumas das suposições da fé cristã que raramente questionamos.

Seguindo a mesma visão revolucionária de Deus e da Criação que emocionou leitores do mundo inteiro, desta vez Young esclarece as lições mais profundas de suas narrativas ficcionais.

Pontuado por histórias da vida do autor e escrito numa linguagem simples, direta e cativante, o livro nos faz refletir sobre as crenças equivocadas que atrapalham nosso relacionamento com Deus, nos afastando da mensagem de amor difundida nos evangelhos.

Colocando a figura de Jesus e seus ensinamentos em primeiro plano, o autor discute questões essenciais para a compreensão da mensagem de fé e libertação dos evangelhos:

Afinal, o inferno existe? Os pecados são capazes de nos afastar de Deus? Será que devemos nos comportar de determinada maneira para sermos dignos do amor de Deus?

Mais do que certezas, este livro apresenta perguntas e constrói um diálogo ao mesmo tempo instigante e reconfortante. Mesmo que discordemos de algumas conclusões, o importante é estarmos abertos para o relacionamento único que cada um de nós nutre com Deus.

***

Nestas páginas você vai descobrir como a falta de reflexão pode representar um obstáculo no caminho de um relacionamento pessoal mais amoroso e significativo com Deus.

Através de uma perspectiva inclusiva e igualitária, William P. Young compartilha sua visão antidogmática da fé, conduzindo o leitor numa jornada de redescoberta do amor divino que envolve toda a Criação.

Com um texto emocionante, o livro aborda temas que vão fazer você rever sua relação com a vida e a espiritualidade. Entre as “mentiras” que serão examinadas à luz da mensagem universal e amorosa de Jesus, estão:

– Deus não é bondoso

– Deus está decepcionado comigo

– Deus criou a (minha) religião

– Deus nos ama, mas não gosta de nós

– Você precisa ser salvo

– Nem todo mundo é filho de Deus

William P. Young já vendeu 4,5 milhões de livros no Brasil

 

Depois do sucesso de A cabana, A travessia e Eva, que já venderam mais de 22 milhões de exemplares, William P. Young apresenta um livro que nos estimula a repensar algumas das suposições da fé cristã que raramente questionamos.

Seguindo a mesma visão revolucionária de Deus e da Criação que emocionou leitores do mundo inteiro, desta vez Young esclarece as lições mais profundas de suas narrativas ficcionais.

Pontuado por histórias da vida do autor e escrito numa linguagem simples, direta e cativante, o livro nos faz refletir sobre as crenças equivocadas que atrapalham nosso relacionamento com Deus, nos afastando da mensagem de amor difundida nos evangelhos.

Colocando a figura de Jesus e seus ensinamentos em primeiro plano, o autor discute questões essenciais para a compreensão da mensagem de fé e libertação dos evangelhos:

Afinal, o inferno existe? Os pecados são capazes de nos afastar de Deus? Será que devemos nos comportar de determinada maneira para sermos dignos do amor de Deus?

Mais do que certezas, este livro apresenta perguntas e constrói um diálogo ao mesmo tempo instigante e reconfortante. Mesmo que discordemos de algumas conclusões, o importante é estarmos abertos para o relacionamento único que cada um de nós nutre com Deus.

***

Nestas páginas você vai descobrir como a falta de reflexão pode representar um obstáculo no caminho de um relacionamento pessoal mais amoroso e significativo com Deus.

Através de uma perspectiva inclusiva e igualitária, William P. Young compartilha sua visão antidogmática da fé, conduzindo o leitor numa jornada de redescoberta do amor divino que envolve toda a Criação.

Com um texto emocionante, o livro aborda temas que vão fazer você rever sua relação com a vida e a espiritualidade. Entre as “mentiras” que serão examinadas à luz da mensagem universal e amorosa de Jesus, estão:

– Deus não é bondoso

– Deus está decepcionado comigo

– Deus criou a (minha) religião

– Deus nos ama, mas não gosta de nós

– Você precisa ser salvo

– Nem todo mundo é filho de Deus

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Ficha técnica
Lançamento 05/06/2017
Título original LIES WE BELIEVE ABOUT GOD
Tradução BEATRIZ MEDINA
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 140 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0491-1
EAN 9788543104911
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105161
Preço R$ 19,99
Lançamento 05/06/2017
Título original LIES WE BELIEVE ABOUT GOD
Tradução BEATRIZ MEDINA
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 140 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0491-1
EAN 9788543104911
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543105161
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

Introdução

A gênese deste livro foi uma série de tuítes chamada “Palavras que você nunca ouvirá Deus dizer”. Tenho uma lista de 125 pequenas frases, como:

Eu registro todos os seus erros.
Você é o filho que eu nunca quis.
Vou deixar você ficar com suas mentiras mais preciosas.
Você superestimou Jesus.
Preciso de você.

Dá para entender a ideia. Quando olhamos o espaço negativo (o que Deus não diria), podemos ver o espaço positivo de outro ponto de vista. Esse exercício costuma ser desagradável pois questiona nossos paradigmas e suposições, mas só isso já seria uma enorme recompensa. Por outro lado, é um exercício útil e esclarecedor. Ao olhar para algo que Deus não diria, conseguimos examinar melhor as ideias que considerávamos verdadeiras e, muitas vezes, expor as mentiras sobre Deus que contamos a nós mesmos.

No primeiro capítulo de meu romance Eva, um dos personagens faz uma afirmação que se tornou muito importante para os leitores: Uma boa pergunta vale mais que mil respostas. Escolha com sabedoria.

O mundo onde cresci não dava muito valor às perguntas. Na melhor das hipóteses, as perguntas eram sinal de ignorância; na pior, indício de rebeldia. Quem discordasse de nossa teologia, ciência ou mesmo opinião era um inimigo ou um alvo. O que importava era a certeza.

À medida que envelheço – com elegância, espero –, passei a me preocupar mais em estar aberto a “mil respostas” do que em estar certo. Levei muito tempo para me tornar um bom ouvinte – alguém que escuta não para se defender ou declarar algo, mas que permite que a conversa questione e até mesmo mude os próprios pontos de vista.

Em meus anos de juventude, eu me apresentava como uma pessoa inteligente e racional. Essa imagem permitiu que eu me escondesse dentro das minhas ideias, tentando evitar a bagunça da vida real e dos relacionamentos autênticos. Usei essa persona como um mecanismo de defesa para manter os outros a distância. Achei que tivesse enganado todo mundo. Acontece que eu era esperto e criativo, o que me deu forças para me manter afastado e isolado e prejudicar os outros com minhas palavras. Talvez você me respeitasse pela minha argumentação persuasiva, mas não gostaria de mim.

Felizmente mudei muito. A casa íntima de minha alma foi inteira e dolorosamente desconstruída, e meu coração partido passou por uma árdua reconstrução. Porém, como para todos nós, ainda há muito “serviço de acabamento” a fazer em meu coração e em minha mente – que estão sempre em processo de transformação.

Fui criado numa tradição protestante evangélica. Não existe tradição pura; o que é belo e edificante está emaranhado com o que é feio e nocivo. Meias verdades e até mentiras encontram o caminho até nossos corações. Como o mofo que se espalha por uma obra de arte, essa escuridão invasiva tem de ser cuidadosamente removida para não causar danos ao que é original e criativo.

Este livro não pretende apresentar certezas. O exame sobre as “mentiras” não resulta numa visão final ou absoluta sobre cada tema. Em vez disso, são amostras de conversas maiores. Cada capítulo se refere a uma afirmativa em que um dia já acreditei e não acredito mais. Talvez você se identifique apenas com algumas e não com outras. Pode ser que concorde ou discorde das minhas conclusões. Algumas dessas ideias podem ser profundamente desafiadoras, enquanto outras talvez pareçam ingênuas e impensadas. Essa é a maravilha e a singularidade de nossa jornada e a beleza do diálogo e dos relacionamentos.

O homem das Escrituras com quem mais me identifico é o cego de nascença. Minha jornada tem sido como aprender a enxergar – às vezes pela primeira vez, outras com mais clareza. Embora estude muito, não tenho a profundidade dos muitos teólogos que se dedicaram a textos e ideias específicos. Sou grato pelo trabalho deles e os leio e escuto como se fossem dádivas.

O que você está prestes a ler revela muito sobre quem eu sou. Essas reformulações da minha teologia não foram fáceis, mas tiveram um impacto positivo sobre mim. Por causa desse movimento interior, hoje sou um pai, marido, filho, amigo e ser humano melhor. Se minhas palavras não trouxerem esclarecimento, espero que minha vida traga. Há ocasiões em que a única confissão que sou capaz de fazer é por meio das palavras de meu personagem favorito: “Eu era cego e agora vejo.”

Peço que você permita que as palavras deste livro sejam suas amigas e adversárias. Amigas porque não quero que nada que é precioso para você agora seja menos precioso quando terminar a leitura. Adversárias porque todos precisamos responder a certas perguntas sobre nós, nossas suposições e nossos paradigmas. Nossas recomendações precisam ser testadas para termos olhos para ver e ouvidos para ouvir. Nos textos de teólogos, filósofos, psicólogos e cientistas, encontrei amigos e adversários; hoje sou uma pessoa melhor por tê-los escutado e permitido que suas contribuições cultivassem o solo de meu coração e de minha mente, arrancando ervas daninhas, plantando sementes e depois regando essas sementes – chegando mesmo a colher algumas delas. Nem sempre será um processo “divertido”, mas é um esforço que vale a pena.

Em última análise, estamos nisso juntos. A sua saúde é a minha saúde. A sua perda é a minha perda. É comum escolhermos acreditar numa mentira para não deixar a verdade invadir a segurança dos nossos preconceitos e fortalezas de autoproteção. O diálogo não deve ser um exercício de dominação ou certeza; ele é o relacionamento do devido respeito. Todos precisamos de novas maneiras de enxergar. Sei que eu preciso.

Este livro é uma série de ensaios que examinam conceitos interligados que exponho como mentiras – mentiras em que já acreditei, mentiras que continuam a afetar muitos de nós. Meu amigo teólogo Dr. C. Baxter Kruger, autor de De volta à cabana, Patmos, A parábola do Deus que dança e muitos outros livros, escreveu um posfácio que resume bem as bases do que proponho como Verdade. Baxter conseguiu enquadrar o livro inteiro com perfeição.

Para alguns, os conceitos deste livro serão novos e transformadores – e às vezes desconfortáveis. Relaxe. O Espírito Santo é seu verdadeiro professor; Deus, em quem você pode confiar e que o conhece completamente, vai conduzi-lo à Verdade, que é Jesus.

Mais uma vez, não pretendo oferecer respostas completas nem definitivas. Quanto mais envelheço, mais consciência tenho daquilo que não compreendo. Ofereço esses ensaios como ideias e questões a ponderar, com a esperança de que nossos olhos interiores se abram e que vejamos com mais clareza a bondade e a afeição inexorável de Deus e possamos descobrir quem somos dentro desse abraço.

Introdução

A gênese deste livro foi uma série de tuítes chamada “Palavras que você nunca ouvirá Deus dizer”. Tenho uma lista de 125 pequenas frases, como:

Eu registro todos os seus erros.
Você é o filho que eu nunca quis.
Vou deixar você ficar com suas mentiras mais preciosas.
Você superestimou Jesus.
Preciso de você.

Dá para entender a ideia. Quando olhamos o espaço negativo (o que Deus não diria), podemos ver o espaço positivo de outro ponto de vista. Esse exercício costuma ser desagradável pois questiona nossos paradigmas e suposições, mas só isso já seria uma enorme recompensa. Por outro lado, é um exercício útil e esclarecedor. Ao olhar para algo que Deus não diria, conseguimos examinar melhor as ideias que considerávamos verdadeiras e, muitas vezes, expor as mentiras sobre Deus que contamos a nós mesmos.

No primeiro capítulo de meu romance Eva, um dos personagens faz uma afirmação que se tornou muito importante para os leitores: Uma boa pergunta vale mais que mil respostas. Escolha com sabedoria.

O mundo onde cresci não dava muito valor às perguntas. Na melhor das hipóteses, as perguntas eram sinal de ignorância; na pior, indício de rebeldia. Quem discordasse de nossa teologia, ciência ou mesmo opinião era um inimigo ou um alvo. O que importava era a certeza.

À medida que envelheço – com elegância, espero –, passei a me preocupar mais em estar aberto a “mil respostas” do que em estar certo. Levei muito tempo para me tornar um bom ouvinte – alguém que escuta não para se defender ou declarar algo, mas que permite que a conversa questione e até mesmo mude os próprios pontos de vista.

Em meus anos de juventude, eu me apresentava como uma pessoa inteligente e racional. Essa imagem permitiu que eu me escondesse dentro das minhas ideias, tentando evitar a bagunça da vida real e dos relacionamentos autênticos. Usei essa persona como um mecanismo de defesa para manter os outros a distância. Achei que tivesse enganado todo mundo. Acontece que eu era esperto e criativo, o que me deu forças para me manter afastado e isolado e prejudicar os outros com minhas palavras. Talvez você me respeitasse pela minha argumentação persuasiva, mas não gostaria de mim.

Felizmente mudei muito. A casa íntima de minha alma foi inteira e dolorosamente desconstruída, e meu coração partido passou por uma árdua reconstrução. Porém, como para todos nós, ainda há muito “serviço de acabamento” a fazer em meu coração e em minha mente – que estão sempre em processo de transformação.

Fui criado numa tradição protestante evangélica. Não existe tradição pura; o que é belo e edificante está emaranhado com o que é feio e nocivo. Meias verdades e até mentiras encontram o caminho até nossos corações. Como o mofo que se espalha por uma obra de arte, essa escuridão invasiva tem de ser cuidadosamente removida para não causar danos ao que é original e criativo.

Este livro não pretende apresentar certezas. O exame sobre as “mentiras” não resulta numa visão final ou absoluta sobre cada tema. Em vez disso, são amostras de conversas maiores. Cada capítulo se refere a uma afirmativa em que um dia já acreditei e não acredito mais. Talvez você se identifique apenas com algumas e não com outras. Pode ser que concorde ou discorde das minhas conclusões. Algumas dessas ideias podem ser profundamente desafiadoras, enquanto outras talvez pareçam ingênuas e impensadas. Essa é a maravilha e a singularidade de nossa jornada e a beleza do diálogo e dos relacionamentos.

O homem das Escrituras com quem mais me identifico é o cego de nascença. Minha jornada tem sido como aprender a enxergar – às vezes pela primeira vez, outras com mais clareza. Embora estude muito, não tenho a profundidade dos muitos teólogos que se dedicaram a textos e ideias específicos. Sou grato pelo trabalho deles e os leio e escuto como se fossem dádivas.

O que você está prestes a ler revela muito sobre quem eu sou. Essas reformulações da minha teologia não foram fáceis, mas tiveram um impacto positivo sobre mim. Por causa desse movimento interior, hoje sou um pai, marido, filho, amigo e ser humano melhor. Se minhas palavras não trouxerem esclarecimento, espero que minha vida traga. Há ocasiões em que a única confissão que sou capaz de fazer é por meio das palavras de meu personagem favorito: “Eu era cego e agora vejo.”

Peço que você permita que as palavras deste livro sejam suas amigas e adversárias. Amigas porque não quero que nada que é precioso para você agora seja menos precioso quando terminar a leitura. Adversárias porque todos precisamos responder a certas perguntas sobre nós, nossas suposições e nossos paradigmas. Nossas recomendações precisam ser testadas para termos olhos para ver e ouvidos para ouvir. Nos textos de teólogos, filósofos, psicólogos e cientistas, encontrei amigos e adversários; hoje sou uma pessoa melhor por tê-los escutado e permitido que suas contribuições cultivassem o solo de meu coração e de minha mente, arrancando ervas daninhas, plantando sementes e depois regando essas sementes – chegando mesmo a colher algumas delas. Nem sempre será um processo “divertido”, mas é um esforço que vale a pena.

Em última análise, estamos nisso juntos. A sua saúde é a minha saúde. A sua perda é a minha perda. É comum escolhermos acreditar numa mentira para não deixar a verdade invadir a segurança dos nossos preconceitos e fortalezas de autoproteção. O diálogo não deve ser um exercício de dominação ou certeza; ele é o relacionamento do devido respeito. Todos precisamos de novas maneiras de enxergar. Sei que eu preciso.

Este livro é uma série de ensaios que examinam conceitos interligados que exponho como mentiras – mentiras em que já acreditei, mentiras que continuam a afetar muitos de nós. Meu amigo teólogo Dr. C. Baxter Kruger, autor de De volta à cabana, Patmos, A parábola do Deus que dança e muitos outros livros, escreveu um posfácio que resume bem as bases do que proponho como Verdade. Baxter conseguiu enquadrar o livro inteiro com perfeição.

Para alguns, os conceitos deste livro serão novos e transformadores – e às vezes desconfortáveis. Relaxe. O Espírito Santo é seu verdadeiro professor; Deus, em quem você pode confiar e que o conhece completamente, vai conduzi-lo à Verdade, que é Jesus.

Mais uma vez, não pretendo oferecer respostas completas nem definitivas. Quanto mais envelheço, mais consciência tenho daquilo que não compreendo. Ofereço esses ensaios como ideias e questões a ponderar, com a esperança de que nossos olhos interiores se abram e que vejamos com mais clareza a bondade e a afeição inexorável de Deus e possamos descobrir quem somos dentro desse abraço.

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William P. Young

Sobre o autor

William P. Young

Autor do best-seller internacional A cabana, com 18 milhões de exemplares vendidos no mundo, sendo mais de 3 milhões no Brasil. Ele nasceu no Canadá e foi criado pelos pais missionários em uma tribo indígena, nas montanhas da antiga Nova Guiné Holandesa. Sofreu grandes perdas na infância e na adolescência, mas agora goza, juntamente com sua família, do que chama de um “esbanjamento de graça” na região noroeste dos Estados Unidos.

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