Coração: manual do proprietário - Sextante
Livro
Livro
SAÚDE

Coração: manual do proprietário

Coração: manual do proprietário

JOHANNES HINRICH VON BORSTEL

Tudo o que você precisa saber para deixá-lo forte e saudável

Tudo o que você precisa saber para deixá-lo forte e saudável

Ao longo da vida, o coração pode bater mais de 3 bilhões de vezes, bombeando mais de 200 milhões de litros de sangue para o corpo inteiro. Um órgão tão importante deveria merecer toda a nossa atenção, mas pouca gente procura saber como cuidar bem dele – a não ser quando algo dá errado.

Compartilhando histórias de sua experiência como paramédico na Alemanha, Johannes Hinrich von Borstel decifra os mistérios dessa máquina incansável e mostra o que fazer para ela continuar funcionando por muito tempo.

Você verá como o design do coração é sofisticado e o que acontece com ele quando fumamos feito uma chaminé, nos entupimos de fast-food ou bebemos além da conta.

O autor também investiga se é possível morrer por causa de um coração partido, se o colesterol é mesmo um vilão e por que os boticários da Idade Média provavam a urina dos pacientes, além de comparar o funcionamento do órgão a uma peça de teatro em cinco atos.

De um jeito leve e divertido, ele apresenta informações claras e estudos científicos de ponta sobre o sistema cardiovascular e explica as doenças que enfraquecem o músculo cardíaco, qual a alimentação ideal e por que quanto mais sexo, melhor.

Ao longo da vida, o coração pode bater mais de 3 bilhões de vezes, bombeando mais de 200 milhões de litros de sangue para o corpo inteiro. Um órgão tão importante deveria merecer toda a nossa atenção, mas pouca gente procura saber como cuidar bem dele – a não ser quando algo dá errado.

Compartilhando histórias de sua experiência como paramédico na Alemanha, Johannes Hinrich von Borstel decifra os mistérios dessa máquina incansável e mostra o que fazer para ela continuar funcionando por muito tempo.

Você verá como o design do coração é sofisticado e o que acontece com ele quando fumamos feito uma chaminé, nos entupimos de fast-food ou bebemos além da conta.

O autor também investiga se é possível morrer por causa de um coração partido, se o colesterol é mesmo um vilão e por que os boticários da Idade Média provavam a urina dos pacientes, além de comparar o funcionamento do órgão a uma peça de teatro em cinco atos.

De um jeito leve e divertido, ele apresenta informações claras e estudos científicos de ponta sobre o sistema cardiovascular e explica as doenças que enfraquecem o músculo cardíaco, qual a alimentação ideal e por que quanto mais sexo, melhor.

Compre agora:

Compartilhe: Email
Ficha técnica
Lançamento 08/01/2018
Título original HERZRASEN KANN MAN NICHT MÄHEN
Tradução PETÊ RISSATI
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 256
Peso 300 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0517-8
EAN 9788543105178
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105185
Preço R$ 19,99
Lançamento 08/01/2018
Título original HERZRASEN KANN MAN NICHT MÄHEN
Tradução PETÊ RISSATI
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 256
Peso 300 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0517-8
EAN 9788543105178
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543105185
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

Introdução

Todo mundo faz ideia do que seja um infarto. Entre os principais sintomas estão dor no peito e falta de ar. Com frequência, compromete a função cardíaca. Uma péssima notícia, afinal, o coração é o músculo que faz com que até os pontos mais remotos do corpo – do couro cabeludo até o dedo mindinho do pé – recebam suprimento contínuo de sangue rico em nutrientes e, sobretudo, oxigênio. Obviamente isso é fundamental para a nossa sobrevivência.

Se o seu cérebro deixasse de receber o sangue enviado pelo coração por apenas alguns segundos, você teria a sensação de que recebeu uma pancada forte no crânio: desmaiaria e, quando acordasse, estaria desorientado e confuso. Isso porque o cérebro não se comporta bem quando não há oxigênio. O coração se contrai, em média, 100 mil vezes por dia. Cada vez que se contrai, são bombeados, em média, 85 mililitros de sangue. Ou seja, por dia, esse volume chega a cerca de 8.500 litros. Para transportar esse volume de líquido você precisaria de um caminhão pipa.

Um infarto não deixou que eu conhecesse meu avô Hinrich. Ele faleceu mais de 10 anos antes de eu nascer, simplesmente caiu no chão com dor torácica e falta de ar. Sempre que via sua fotografia em preto e branco na sala de estar da minha avó, eu me perguntava como teria sido conhecê-lo. O mais irônico é que ele parecia forte nas fotos do álbum de família.

Eu não entendia como algo tão pequeno podia derrubar um homem daqueles. Por isso, desde cedo li todos os livros (alguns ilustrados, outros não) que tinha em casa sobre o coração e seu mau funcionamento. Para estimular meu interesse, meus pais me forneceram mais material de leitura e, aos poucos, comecei a desenvolver um verdadeiro fascínio pelos processos do corpo humano. Foi quando decidi que gostaria de me dedicar às ciências biológicas. Queria de qualquer jeito me tornar pesquisador ou, talvez, médico. E eu não me contentava em apenas ler os livros: também colecionava desde esqueletos de camundongos até cascos de tartarugas – tudo que me fizesse compreender melhor como a natureza funcionava.

Quando tinha 15 anos, querendo aproveitar ao máximo as férias escolares, deixei os livros de lado e resolvi me candidatar a uma vaga de aprendiz numa clínica veterinária. Empolgado, disquei o número de telefone.

– A-alô…? – gaguejei. – É-é da clínica ve-veterinária?

– Sim. O que deseja?

Com toda a minha coragem, respondi:

– Meu nome é Johannes von Borstel. Estou de férias na escola e procuro uma vaga de aprendiz…

– Em que ano você está? – interrompeu-me a atendente.

– Acabei de fazer 15 anos e vou para o nono ano.

Ouvi um suspiro profundo do outro lado da linha.

– Vou ser bem direta: suas chances de conseguir uma vaga de aprendiz aqui são pequenas. Sempre fazemos cirurgias de emergência em cães. Você é novo demais para ver essas coisas.

Novo demais? Óbvio que não. Sensível demais? Talvez. Era isso que eu precisava descobrir. Queria vivenciar aquilo, dar uma olhada por baixo da pele e ver, com meus próprios olhos, o que acontecia dentro de nós, mamíferos. Como conseguiria uma oportunidade dessas? Só me restava encarar o desafio: continuei me candidatando, e numa das tentativas entrei em contato com a unidade de emergência de um hospital da minha cidade.

Dois dias depois recebi a carta tão esperada. Uma resposta positiva. E o mais incrível: para a emergência. Na hora, eu não imaginava a importância que aquele pedaço de papel teria na minha vida: ele era simplesmente meu ingresso para o futuro mais empolgante que eu poderia imaginar.

Na noite anterior ao meu primeiro dia como aprendiz, não consegui dormir. Minha cabeça estava a mil. Eu não fazia ideia de quais eram os procedimentos numa sala de emergência. Minha única preparação para aquilo tinha sido um curso de primeiros-socorros que eu havia feito anteriormente.

Cometi alguns erros bobos durante essa primeira experiência de trabalho, é verdade, mas nada de muito importante. E o fato de eu nunca ter cometido um erro grave com um paciente se deu, acima de tudo, por eu ter sido apresentado às minhas tarefas de forma gradual, após uma boa preparação. Ou seja, logo de cara eu não precisei cuidar de ferimentos graves, estancar hemorragias ou cuidar de emergências graves. Antes de receber permissão para participar dessas ações, passei por um programa intensivo de aprendizagem e, acima de tudo, de observação.

Meu dia a dia de aprendiz incluía acompanhar o médico-chefe em suas rondas pelo hospital, aprender técnicas para fazer ataduras, verificar a pressão arterial e a pulsação dos colegas para praticar, transferir dados para o computador e auxiliar no tratamento de ferimentos sem muita gravidade. Além disso, no final de cada dia, o médico-chefe me dava uma hora de aula, na qual me explicava em detalhes os procedimentos realizados nos pacientes ao longo do dia e as estratégias de tratamento.

Em pouco tempo eu estava suturando ferimentos. Comecei treinando com bananas. Aprendi que nem sempre os ferimentos são sangrentos. E o mais importante: compreendi que o atendimento compassivo é inseparável de um bom tratamento. O médico-chefe sabia reconhecer os pacientes tristes e, como por encanto, fazia um sorriso se abrir no rosto deles. Ele foi meu mentor para questões que iam muito além da medicina.

Com muita paciência, ele me explicou a estrutura do corpo humano, desde a pele até os órgãos internos. Foi quando eu me reencontrei com meu grande amor (na medicina): o coração. Encantado, ouvi as explicações sobre o músculo cardíaco e sua estrutura de quatro câmaras. Ele falou da época em que havia trabalhado na emergência, dos infartos e das formas de tratar as doenças cardíacas. E quanto mais eu aprendia, mais me impressionava com esse músculo que tem o tamanho de um punho. Algo mudou dentro de mim, e me apaixonei pelo coração.

Neste livro, levarei você em uma viagem pelo coração. Primeiro, vamos conhecer seu desenvolvimento e crescimento. Quero mostrar que o sistema circulatório se assemelha a uma malha rodoviária – com vias esburacadas e até engarrafamentos. Você verá como o design do coração é sofisticado e como os processos nos átrios e ventrículos podem sair dos trilhos. Vai saber o que acontece exatamente com o músculo quando fumamos feito uma chaminé, quando nos entupimos de fast-food e quando bebemos além da conta. E explicarei por que quem atua em medicina de emergência não trabalha com esoterismo mas mesmo assim precisa saber ler borra de café.

Depois, você vai descobrir quais doenças enfraquecem o coração e receber algumas dicas sobre a alimentação ideal para o músculo cardíaco. Vou investigar se o colesterol é mesmo um vilão, por que os boticários da Idade Média provavam a urina dos pacientes e explicar por que os quatro cavaleiros do Apocalipse não são só personagens bíblicos.

Em seguida, vamos falar dos átrios. Muitas vezes, o coração volta do que deveria ser um período de descanso mais cansado do que antes. Vou explicar o que determina um ritmo cardíaco saudável, que fatores podem influenciá-lo e o que é possível fazer quando esse ritmo apresenta problemas. Também estudaremos o método mais radical para trazer o coração de volta à ativa: a reanimação.

Essa técnica só é necessária quando o coração para de bater, mas, para garantir que isso não aconteça com você, analisaremos um excelente método de prevenção: o sexo, que fortalece o corpo e seu exército de defesa – o sistema imunológico. Vou examinar os pequenos soldados do nosso sistema defensivo e explicar por que a receita de Churchill para uma vida longa (“Nada de praticar esportes!”) talvez não seja uma boa ideia. Também faremos um tour pelo sangue e seus componentes e daremos uma olhada na pressão arterial.

Por fim, vamos descobrir como nossa psique e aquele friozinho na barriga influenciam o coração. É possível morrer por causa de um coração partido? Qualquer que seja a resposta, não devemos subestimar nosso poder de autocura, mas é bom saber que a medicina moderna tem ferramentas para consertar um coração com defeito, trocando ou restaurando peças, ou até substituí-lo por outro totalmente novo.

Essas são as paradas da nossa viagem pelo coração – cada uma mais fascinante que a outra. Vamos lá?

Introdução

Todo mundo faz ideia do que seja um infarto. Entre os principais sintomas estão dor no peito e falta de ar. Com frequência, compromete a função cardíaca. Uma péssima notícia, afinal, o coração é o músculo que faz com que até os pontos mais remotos do corpo – do couro cabeludo até o dedo mindinho do pé – recebam suprimento contínuo de sangue rico em nutrientes e, sobretudo, oxigênio. Obviamente isso é fundamental para a nossa sobrevivência.

Se o seu cérebro deixasse de receber o sangue enviado pelo coração por apenas alguns segundos, você teria a sensação de que recebeu uma pancada forte no crânio: desmaiaria e, quando acordasse, estaria desorientado e confuso. Isso porque o cérebro não se comporta bem quando não há oxigênio. O coração se contrai, em média, 100 mil vezes por dia. Cada vez que se contrai, são bombeados, em média, 85 mililitros de sangue. Ou seja, por dia, esse volume chega a cerca de 8.500 litros. Para transportar esse volume de líquido você precisaria de um caminhão pipa.

Um infarto não deixou que eu conhecesse meu avô Hinrich. Ele faleceu mais de 10 anos antes de eu nascer, simplesmente caiu no chão com dor torácica e falta de ar. Sempre que via sua fotografia em preto e branco na sala de estar da minha avó, eu me perguntava como teria sido conhecê-lo. O mais irônico é que ele parecia forte nas fotos do álbum de família.

Eu não entendia como algo tão pequeno podia derrubar um homem daqueles. Por isso, desde cedo li todos os livros (alguns ilustrados, outros não) que tinha em casa sobre o coração e seu mau funcionamento. Para estimular meu interesse, meus pais me forneceram mais material de leitura e, aos poucos, comecei a desenvolver um verdadeiro fascínio pelos processos do corpo humano. Foi quando decidi que gostaria de me dedicar às ciências biológicas. Queria de qualquer jeito me tornar pesquisador ou, talvez, médico. E eu não me contentava em apenas ler os livros: também colecionava desde esqueletos de camundongos até cascos de tartarugas – tudo que me fizesse compreender melhor como a natureza funcionava.

Quando tinha 15 anos, querendo aproveitar ao máximo as férias escolares, deixei os livros de lado e resolvi me candidatar a uma vaga de aprendiz numa clínica veterinária. Empolgado, disquei o número de telefone.

– A-alô…? – gaguejei. – É-é da clínica ve-veterinária?

– Sim. O que deseja?

Com toda a minha coragem, respondi:

– Meu nome é Johannes von Borstel. Estou de férias na escola e procuro uma vaga de aprendiz…

– Em que ano você está? – interrompeu-me a atendente.

– Acabei de fazer 15 anos e vou para o nono ano.

Ouvi um suspiro profundo do outro lado da linha.

– Vou ser bem direta: suas chances de conseguir uma vaga de aprendiz aqui são pequenas. Sempre fazemos cirurgias de emergência em cães. Você é novo demais para ver essas coisas.

Novo demais? Óbvio que não. Sensível demais? Talvez. Era isso que eu precisava descobrir. Queria vivenciar aquilo, dar uma olhada por baixo da pele e ver, com meus próprios olhos, o que acontecia dentro de nós, mamíferos. Como conseguiria uma oportunidade dessas? Só me restava encarar o desafio: continuei me candidatando, e numa das tentativas entrei em contato com a unidade de emergência de um hospital da minha cidade.

Dois dias depois recebi a carta tão esperada. Uma resposta positiva. E o mais incrível: para a emergência. Na hora, eu não imaginava a importância que aquele pedaço de papel teria na minha vida: ele era simplesmente meu ingresso para o futuro mais empolgante que eu poderia imaginar.

Na noite anterior ao meu primeiro dia como aprendiz, não consegui dormir. Minha cabeça estava a mil. Eu não fazia ideia de quais eram os procedimentos numa sala de emergência. Minha única preparação para aquilo tinha sido um curso de primeiros-socorros que eu havia feito anteriormente.

Cometi alguns erros bobos durante essa primeira experiência de trabalho, é verdade, mas nada de muito importante. E o fato de eu nunca ter cometido um erro grave com um paciente se deu, acima de tudo, por eu ter sido apresentado às minhas tarefas de forma gradual, após uma boa preparação. Ou seja, logo de cara eu não precisei cuidar de ferimentos graves, estancar hemorragias ou cuidar de emergências graves. Antes de receber permissão para participar dessas ações, passei por um programa intensivo de aprendizagem e, acima de tudo, de observação.

Meu dia a dia de aprendiz incluía acompanhar o médico-chefe em suas rondas pelo hospital, aprender técnicas para fazer ataduras, verificar a pressão arterial e a pulsação dos colegas para praticar, transferir dados para o computador e auxiliar no tratamento de ferimentos sem muita gravidade. Além disso, no final de cada dia, o médico-chefe me dava uma hora de aula, na qual me explicava em detalhes os procedimentos realizados nos pacientes ao longo do dia e as estratégias de tratamento.

Em pouco tempo eu estava suturando ferimentos. Comecei treinando com bananas. Aprendi que nem sempre os ferimentos são sangrentos. E o mais importante: compreendi que o atendimento compassivo é inseparável de um bom tratamento. O médico-chefe sabia reconhecer os pacientes tristes e, como por encanto, fazia um sorriso se abrir no rosto deles. Ele foi meu mentor para questões que iam muito além da medicina.

Com muita paciência, ele me explicou a estrutura do corpo humano, desde a pele até os órgãos internos. Foi quando eu me reencontrei com meu grande amor (na medicina): o coração. Encantado, ouvi as explicações sobre o músculo cardíaco e sua estrutura de quatro câmaras. Ele falou da época em que havia trabalhado na emergência, dos infartos e das formas de tratar as doenças cardíacas. E quanto mais eu aprendia, mais me impressionava com esse músculo que tem o tamanho de um punho. Algo mudou dentro de mim, e me apaixonei pelo coração.

Neste livro, levarei você em uma viagem pelo coração. Primeiro, vamos conhecer seu desenvolvimento e crescimento. Quero mostrar que o sistema circulatório se assemelha a uma malha rodoviária – com vias esburacadas e até engarrafamentos. Você verá como o design do coração é sofisticado e como os processos nos átrios e ventrículos podem sair dos trilhos. Vai saber o que acontece exatamente com o músculo quando fumamos feito uma chaminé, quando nos entupimos de fast-food e quando bebemos além da conta. E explicarei por que quem atua em medicina de emergência não trabalha com esoterismo mas mesmo assim precisa saber ler borra de café.

Depois, você vai descobrir quais doenças enfraquecem o coração e receber algumas dicas sobre a alimentação ideal para o músculo cardíaco. Vou investigar se o colesterol é mesmo um vilão, por que os boticários da Idade Média provavam a urina dos pacientes e explicar por que os quatro cavaleiros do Apocalipse não são só personagens bíblicos.

Em seguida, vamos falar dos átrios. Muitas vezes, o coração volta do que deveria ser um período de descanso mais cansado do que antes. Vou explicar o que determina um ritmo cardíaco saudável, que fatores podem influenciá-lo e o que é possível fazer quando esse ritmo apresenta problemas. Também estudaremos o método mais radical para trazer o coração de volta à ativa: a reanimação.

Essa técnica só é necessária quando o coração para de bater, mas, para garantir que isso não aconteça com você, analisaremos um excelente método de prevenção: o sexo, que fortalece o corpo e seu exército de defesa – o sistema imunológico. Vou examinar os pequenos soldados do nosso sistema defensivo e explicar por que a receita de Churchill para uma vida longa (“Nada de praticar esportes!”) talvez não seja uma boa ideia. Também faremos um tour pelo sangue e seus componentes e daremos uma olhada na pressão arterial.

Por fim, vamos descobrir como nossa psique e aquele friozinho na barriga influenciam o coração. É possível morrer por causa de um coração partido? Qualquer que seja a resposta, não devemos subestimar nosso poder de autocura, mas é bom saber que a medicina moderna tem ferramentas para consertar um coração com defeito, trocando ou restaurando peças, ou até substituí-lo por outro totalmente novo.

Essas são as paradas da nossa viagem pelo coração – cada uma mais fascinante que a outra. Vamos lá?

LEIA MAIS

Johannes Hinrich Von Borstel

Sobre o autor

Johannes Hinrich Von Borstel

Especialista na área cardiomolecular na faculdade de Medicina em Marburg, na Alemanha. Já trabalhou como paramédico e, desde 2013, participa do Science Slam, concurso de comunicação científica que oferece aos pesquisadores a oportunidade de divulgar seu trabalho aos membros da comunidade científica e ao grande público.

VER PERFIL COMPLETO

Gosta da Editora Sextante?

Assine a nossa newsletter e receba as novidades.

Administração, negócios e economia
Autoajuda
Bem-estar, espiritualidade e mindfulness
Biografias, crônicas e histórias reais
Lançamentos do mês
Mais vendidos
Audiolivros
Selecionar todas
Administração, negócios e economia Lançamentos do mês
Autoajuda Mais vendidos
Bem-estar, espiritualidade e mindfulness Audiolivros
Biografias, crônicas e histórias reais Selecionar todas