Edição extraordinária: Direto de Washington - Sextante
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ESTAÇÃO BRASIL

Edição extraordinária: Direto de Washington

Edição extraordinária: Direto de Washington

WASHINGTON OLIVETTO

MAIS W. OLIVETTO POR ELE MESMO!

 Washington Olivetto é um dos maiores publicitários brasileiros, criador de algumas das mais marcantes, emocionantes e divertidas campanhas da propaganda nacional.

 

“Não sou assim porque sou publicitário. Sou publicitário porque sempre fui assim.” –  Washington Olivetto

“Em Direto de Washington: Edição extraordinária, conhecemos os fatos e os personagens que fizeram desse paulistano da Lapa o Pelé da Publicidade. E visitamos um mundo em que vender era sonhar, uma atividade feita com arte, paixão e risco, exatamente como num futebol bonito. No Brasil, talvez só a Bossa Nova e a Seleção tenham ido tão longe quanto os filmes da W/Brasil, e talvez só Olivetto siga sendo a mesma referência de ousadia que o torna, há mais de 40 anos, sinônimo de um país que deu certo, cuja camisa vestimos com alegria, irreverência e orgulho.” –  Maria Ribeiro, atriz

  

Pouco depois da publicação, em 2018, de sua festejada “primeira autobiografia”, Washington Olivetto passou a receber de seus amigos, amigas e familiares pedidos e mais pedidos para que ele retomasse à escrita e contasse várias outras passagens de sua história que haviam ficado de fora de seu Direto de Washington.

Vasculha daqui, vasculha dali, Olivetto conseguiu reunir nesse Edição Extraordinária um no conjunto de histórias que, mais do que completar o primeiro livro, confirma a competência do contador de histórias e a genialidade do profissional que deu estatura de arte a uma atividade que sempre foi vista com certa desconfiança.

Aos que reclamaram das poucas histórias sobre a meninice e a adolescência de Washington Olivetto no primeiro livro, podemos garantir que não ficará pedra sob pedra.

Com esse Edição Extraordinária, Washington Olivetto dá-nos a sua versão sobre os caminhos percorridos por um menino do Bairro da Lapa até sua chegada ao panteão dos grandes nomes da publicidade mundial.

Reunidos, esses dois livros – Direto de Washington e Direto de Washington: Edição Extraordinária – são a melhor homenagem que esse gênio brasileiro poderia fazer à sua atividade profissional e à vida, duas coisas que lhe permitiram aquele que talvez seja o maior de todos os milagres: a oportunidade de fazer grandes amigos.

MAIS W. OLIVETTO POR ELE MESMO!

 Washington Olivetto é um dos maiores publicitários brasileiros, criador de algumas das mais marcantes, emocionantes e divertidas campanhas da propaganda nacional.

 

“Não sou assim porque sou publicitário. Sou publicitário porque sempre fui assim.” –  Washington Olivetto

“Em Direto de Washington: Edição extraordinária, conhecemos os fatos e os personagens que fizeram desse paulistano da Lapa o Pelé da Publicidade. E visitamos um mundo em que vender era sonhar, uma atividade feita com arte, paixão e risco, exatamente como num futebol bonito. No Brasil, talvez só a Bossa Nova e a Seleção tenham ido tão longe quanto os filmes da W/Brasil, e talvez só Olivetto siga sendo a mesma referência de ousadia que o torna, há mais de 40 anos, sinônimo de um país que deu certo, cuja camisa vestimos com alegria, irreverência e orgulho.” –  Maria Ribeiro, atriz

  

Pouco depois da publicação, em 2018, de sua festejada “primeira autobiografia”, Washington Olivetto passou a receber de seus amigos, amigas e familiares pedidos e mais pedidos para que ele retomasse à escrita e contasse várias outras passagens de sua história que haviam ficado de fora de seu Direto de Washington.

Vasculha daqui, vasculha dali, Olivetto conseguiu reunir nesse Edição Extraordinária um no conjunto de histórias que, mais do que completar o primeiro livro, confirma a competência do contador de histórias e a genialidade do profissional que deu estatura de arte a uma atividade que sempre foi vista com certa desconfiança.

Aos que reclamaram das poucas histórias sobre a meninice e a adolescência de Washington Olivetto no primeiro livro, podemos garantir que não ficará pedra sob pedra.

Com esse Edição Extraordinária, Washington Olivetto dá-nos a sua versão sobre os caminhos percorridos por um menino do Bairro da Lapa até sua chegada ao panteão dos grandes nomes da publicidade mundial.

Reunidos, esses dois livros – Direto de Washington e Direto de Washington: Edição Extraordinária – são a melhor homenagem que esse gênio brasileiro poderia fazer à sua atividade profissional e à vida, duas coisas que lhe permitiram aquele que talvez seja o maior de todos os milagres: a oportunidade de fazer grandes amigos.

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Ficha técnica
Lançamento 12/08/2019
Título original
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 336
Peso 500 g
Acabamento brochura
ISBN 978-85-5608-050-9
EAN 9788556080509
Preço R$ 59,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788556080516
Preço R$ 39,99
Selo
Estação Brasil
Lançamento 12/08/2019
Título original
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 336
Peso 500 g
Acabamento brochura
ISBN 978-85-5608-050-9
EAN 9788556080509
Preço R$ 59,90

E-book

eISBN 9788556080516
Preço R$ 39,99

Selo

Estação Brasil

Leia um trecho do livro

ABERTURA

Atendendo a pedidos, especialmente da minha mãe, dona Antonia Olivetto, e dos meus editores da Estação Brasil/Sextante, aqui está Direto de Washington: Edição extraordinária, uma continuação de minha autobiografia publicada em 2018.

A verdade é que o livro de 2018 tinha uma qualidade que era também um defeito: a ausência de cronologia.

Isso gerou uma autobiografia em que o autobiografado não conta quando, como nem onde nasceu. Também revela pouco de sua infância e adolescência, e quase não fala dos familiares próximos ou distantes. Quase nada comenta sobre o seu início como redator de publicidade e a sua decisão de, depois de 14 anos como o mais bem-sucedido diretor de criação do mercado, virar dono de uma agência.

Essas omissões, por si sós, já justificam a reinvindicação de dona Antonia por mais um livro.

Para escrever esta continuação, pedi a amigos como Lauro Jardim, Pedro Bial, Guime Davidson, Rynaldo Gondin, Marcelo Conde e Eiji Kosaka que me escrevessem sobre coisas de que sentiram falta no primeiro livro e relembrassem histórias que viveram comigo ou souberam a meu respeito que mereciam ser contadas neste segundo.

A colaboração desses amigos foi extremamente útil para o início do trabalho. Além de prestar atenção nas sugestões deles, acrescentei ao meu cotidiano um método de seleção e registro de memória que recomendo a todo e qualquer contador de histórias.

Toda vez que me lembrava de alguma coisa que pudesse ser contada, comentada ou relembrada, estivesse onde estivesse, eu passava imediatamente um e-mail para mim mesmo documentando a lembrança. Boa parte desses e-mails gerou as páginas deste novo livro.

Ao contrário do Direto de Washington, que foi escrito entre São Paulo, Rio e Londres, este livro foi escrito inteirinho na capital inglesa, onde minha família está morando adoravelmente adaptada, enquanto eu me divirto como consultor criativo da McCann Europa sediado na McCann London – até porque sou um consultor mais paparicado do que consultado.

O trabalho de escrita deste Direto de Washington: Edição extraordinária foi feito um pouco em casa e um pouco na agência. Em casa fui muitas vezes interrompido pela minha filha Antônia, que está obcecada com os preparativos da sua festa de 15 anos. Acompanhei os preparativos e os orçamentos dessa festa; e, pelo preço que vai custar, seria interessante se Antônia aproveitasse a oportunidade para também se casar.

Theo foi outro que me interrompeu várias vezes para falar de rock and roll e, em especial, de cinema, assunto que, por vocação e por admiração pelo trabalho do irmão Homero, ele acompanha avidamente desde os 5 anos. Assiste a vários filmes por semana, faz cursos aos sábados, lê tudo sobre atores, roteiristas e diretores. Enfim, Theo sabe, com menos de 15 anos, coisas que eu não sei com mais de 60 – e olha que eu me julgo muito bem informado. Além de rock e cinema, ele fala muito de outros dois assuntos: política, que, ao contrário do pai, ele aprecia e acompanha, e Corinthians, que, assim como o pai, ele ama e pelo qual torce.

Ao contrário de casa, onde minha escrita foi interrompida várias vezes pela família e até mesmo pelos latidos da nossa cadela Rosinha, na agência escrevi sempre em pleno sossego. Como tenho uma carga de trabalho muito leve, se comparada à que eu estava habituado nesses anos todos de estrada, sobrou tempo para escrever à vontade. Curiosamente, meus colegas ingleses, que ficaram maravilhados com a repercussão e o número de exemplares vendidos do Direto de Washington no Brasil, mas não puderam ler o livro porque não sabem português, também não imaginavam que eu estava escrevendo um segundo volume. Só souberam quando ficou pronto. Como me viam concentrado escrevendo durante horas, achavam que eu estava preparando algum plano mirabolante e essencial para um cliente ou prospect europeu. Assim, não me interrompiam jamais. (English people.)

Mantive, neste segundo livro, algumas coisas de que gosto e que deram certo no primeiro. A escrita fácil, o senso de humor, a não cronologia e o último capítulo com coisas que eu esqueci ou preferi não contar na abertura e nos demais capítulos.

Procurei eliminar assuntos que foram exaustivamente abordados no primeiro, como os prêmios e as palestras, que aqui são citados em raríssimos momentos, só nos casos em que fazem parte do eixo da história.

E mantive o lado mais forte e sagrado da minha ideologia profissional, contando algumas histórias em que a criatividade e a intuição foram fundamentais para gerar publicidade bem-sucedida. Acho isso importantíssimo, sobretudo neste momento em que muitos, burramente, tentam transformar a publicidade, que é fundamentalmente uma ciência humana, numa ciência exata. Neste momento em que tentam reinventar a roda, criando uma roda quadrada.

Estou feliz com o resultado final e espero que os leitores gostem deste segundo livro ainda mais do que gostaram do primeiro. Assim como espero que, por coerência, quem não gostou do primeiro também não goste deste.

Só posso garantir que esta é a minha segunda e última autobiografia. Pretendo continuar escrevendo muito, e até já tenho uma ideia para um próximo livro, mas ainda estou em dúvida se ela vai funcionar. Juro que será algo do presente ou do futuro, jamais do passado. O passado já era, e não quero ser considerado nem me sentir como um daqueles chatos que têm saudades de si próprios.

ABERTURA

Atendendo a pedidos, especialmente da minha mãe, dona Antonia Olivetto, e dos meus editores da Estação Brasil/Sextante, aqui está Direto de Washington: Edição extraordinária, uma continuação de minha autobiografia publicada em 2018.

A verdade é que o livro de 2018 tinha uma qualidade que era também um defeito: a ausência de cronologia.

Isso gerou uma autobiografia em que o autobiografado não conta quando, como nem onde nasceu. Também revela pouco de sua infância e adolescência, e quase não fala dos familiares próximos ou distantes. Quase nada comenta sobre o seu início como redator de publicidade e a sua decisão de, depois de 14 anos como o mais bem-sucedido diretor de criação do mercado, virar dono de uma agência.

Essas omissões, por si sós, já justificam a reinvindicação de dona Antonia por mais um livro.

Para escrever esta continuação, pedi a amigos como Lauro Jardim, Pedro Bial, Guime Davidson, Rynaldo Gondin, Marcelo Conde e Eiji Kosaka que me escrevessem sobre coisas de que sentiram falta no primeiro livro e relembrassem histórias que viveram comigo ou souberam a meu respeito que mereciam ser contadas neste segundo.

A colaboração desses amigos foi extremamente útil para o início do trabalho. Além de prestar atenção nas sugestões deles, acrescentei ao meu cotidiano um método de seleção e registro de memória que recomendo a todo e qualquer contador de histórias.

Toda vez que me lembrava de alguma coisa que pudesse ser contada, comentada ou relembrada, estivesse onde estivesse, eu passava imediatamente um e-mail para mim mesmo documentando a lembrança. Boa parte desses e-mails gerou as páginas deste novo livro.

Ao contrário do Direto de Washington, que foi escrito entre São Paulo, Rio e Londres, este livro foi escrito inteirinho na capital inglesa, onde minha família está morando adoravelmente adaptada, enquanto eu me divirto como consultor criativo da McCann Europa sediado na McCann London – até porque sou um consultor mais paparicado do que consultado.

O trabalho de escrita deste Direto de Washington: Edição extraordinária foi feito um pouco em casa e um pouco na agência. Em casa fui muitas vezes interrompido pela minha filha Antônia, que está obcecada com os preparativos da sua festa de 15 anos. Acompanhei os preparativos e os orçamentos dessa festa; e, pelo preço que vai custar, seria interessante se Antônia aproveitasse a oportunidade para também se casar.

Theo foi outro que me interrompeu várias vezes para falar de rock and roll e, em especial, de cinema, assunto que, por vocação e por admiração pelo trabalho do irmão Homero, ele acompanha avidamente desde os 5 anos. Assiste a vários filmes por semana, faz cursos aos sábados, lê tudo sobre atores, roteiristas e diretores. Enfim, Theo sabe, com menos de 15 anos, coisas que eu não sei com mais de 60 – e olha que eu me julgo muito bem informado. Além de rock e cinema, ele fala muito de outros dois assuntos: política, que, ao contrário do pai, ele aprecia e acompanha, e Corinthians, que, assim como o pai, ele ama e pelo qual torce.

Ao contrário de casa, onde minha escrita foi interrompida várias vezes pela família e até mesmo pelos latidos da nossa cadela Rosinha, na agência escrevi sempre em pleno sossego. Como tenho uma carga de trabalho muito leve, se comparada à que eu estava habituado nesses anos todos de estrada, sobrou tempo para escrever à vontade. Curiosamente, meus colegas ingleses, que ficaram maravilhados com a repercussão e o número de exemplares vendidos do Direto de Washington no Brasil, mas não puderam ler o livro porque não sabem português, também não imaginavam que eu estava escrevendo um segundo volume. Só souberam quando ficou pronto. Como me viam concentrado escrevendo durante horas, achavam que eu estava preparando algum plano mirabolante e essencial para um cliente ou prospect europeu. Assim, não me interrompiam jamais. (English people.)

Mantive, neste segundo livro, algumas coisas de que gosto e que deram certo no primeiro. A escrita fácil, o senso de humor, a não cronologia e o último capítulo com coisas que eu esqueci ou preferi não contar na abertura e nos demais capítulos.

Procurei eliminar assuntos que foram exaustivamente abordados no primeiro, como os prêmios e as palestras, que aqui são citados em raríssimos momentos, só nos casos em que fazem parte do eixo da história.

E mantive o lado mais forte e sagrado da minha ideologia profissional, contando algumas histórias em que a criatividade e a intuição foram fundamentais para gerar publicidade bem-sucedida. Acho isso importantíssimo, sobretudo neste momento em que muitos, burramente, tentam transformar a publicidade, que é fundamentalmente uma ciência humana, numa ciência exata. Neste momento em que tentam reinventar a roda, criando uma roda quadrada.

Estou feliz com o resultado final e espero que os leitores gostem deste segundo livro ainda mais do que gostaram do primeiro. Assim como espero que, por coerência, quem não gostou do primeiro também não goste deste.

Só posso garantir que esta é a minha segunda e última autobiografia. Pretendo continuar escrevendo muito, e até já tenho uma ideia para um próximo livro, mas ainda estou em dúvida se ela vai funcionar. Juro que será algo do presente ou do futuro, jamais do passado. O passado já era, e não quero ser considerado nem me sentir como um daqueles chatos que têm saudades de si próprios.

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Washington Olivetto

Sobre o autor

Washington Olivetto

Nasceu em São Paulo, em 1951. É responsável por grandes campanhas publicitárias, como “O Primeiro Sutiã”, “Garoto Bombril” e “Casal Unibanco”. É autor dos livros Os piores textos de Washington OlivettoCorinthias vs. OutrosSó os Patetas jantam mal na DisneyO primeiro a gente nunca esqueceO que a vida me ensinouAchados e Roubadas, entre outros.

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Veja no Blog da Sextante

Como Washington Olivetto se tornou o publicitário mais festejado e premiado do Brasil
ESTAÇÃO BRASIL

Como Washington Olivetto se tornou o publicitário mais festejado e premiado do Brasil

Segunda e derradeira autobiografia de Washington Olivetto, “Edição extraordinária: Direto de Washington” recupera histórias da infância e do início profissional do publicitário. O post destaca ainda lições de Olivetto sobre publicidade.

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