Grandes pensadores - Sextante
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CIÊNCIAS

Grandes pensadores

Grandes pensadores

Este livro pertence à coleção COLEÇÃO THE SCHOOL OF LIFE

THE SCHOOL OF LIFE

Grandes pensadores faz parte da Coleção The School of Life, que traz livros sobre as questões mais importantes da vida emocional com o objetivo de entreter, educar, confortar e transformar.

Este livro contém o cânone de The School of Life, a galeria das pessoas que, ao longo dos milênios, ajudaram a construir nosso projeto intelectual – e teremos sido bem-sucedidos se, nos dias e anos que virão, você se flagrar recorrendo a nossos pensadores para esclarecer os dilemas, alegrias e tristezas da sua vida cotidiana.

 

Esta é uma coletânea de algumas das mais importantes ideias da cultura oriental e ocidental, encontradas na obra dos filósofos, teóricos políticos, sociólogos, artistas e romancistas que acreditamos ter mais a nos oferecer nos dias de hoje.

Trabalhamos muito para tornar a visão desses pensadores clara, relevante e envolvente e garimpamos a história do conhecimento para trazer a você as ideias que consideramos mais importantes para nosso tempo.

Grandes pensadores faz parte da Coleção The School of Life, que traz livros sobre as questões mais importantes da vida emocional com o objetivo de entreter, educar, confortar e transformar.

Este livro contém o cânone de The School of Life, a galeria das pessoas que, ao longo dos milênios, ajudaram a construir nosso projeto intelectual – e teremos sido bem-sucedidos se, nos dias e anos que virão, você se flagrar recorrendo a nossos pensadores para esclarecer os dilemas, alegrias e tristezas da sua vida cotidiana.

 

Esta é uma coletânea de algumas das mais importantes ideias da cultura oriental e ocidental, encontradas na obra dos filósofos, teóricos políticos, sociólogos, artistas e romancistas que acreditamos ter mais a nos oferecer nos dias de hoje.

Trabalhamos muito para tornar a visão desses pensadores clara, relevante e envolvente e garimpamos a história do conhecimento para trazer a você as ideias que consideramos mais importantes para nosso tempo.

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Ficha técnica
Lançamento 12/11/2018
Título original GREAT THINKERS
Tradução BEATRIZ MEDINA
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 352
Peso 700 g
Acabamento CAPA DURA
ISBN 978-85-431-0667-0
EAN 9788543106670
Preço R$ 69,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543106687
Preço R$ 39,99
Lançamento 12/11/2018
Título original GREAT THINKERS
Tradução BEATRIZ MEDINA
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 352
Peso 700 g
Acabamento CAPA DURA
ISBN 978-85-431-0667-0
EAN 9788543106670
Preço R$ 69,90

E-book

eISBN 9788543106687
Preço R$ 39,99

Leia um trecho do livro

Introdução

Este livro reúne o cânone de The School of Life: é nossa seleção dos grandes pensadores nos campos da filosofia, da teoria política, da sociologia, da psicanálise, das artes plásticas, da arquitetura e da literatura que consideramos ter mais a nos oferecer nos dias de hoje.

A ideia de montar um “cânone” pode parecer meio estranha, talvez até opressiva. Parece injusto deixar tanta gente de fora. E, aliás, quem decide? Será que as pessoas que fizeram o cânone não foram tendenciosas?

Admitimos com satisfação que fomos tendenciosos, sim. Por vezes nos ensinaram a pensar mal disso, como se as únicas informações boas fossem as que não trazem absolutamente nenhuma intenção nem desígnio e deixam tudo a cargo do público. Essa ênfase na neutralidade é compreensível. Em termos históricos, sobretudo no século XX, houve muitas tendências ruins por aí. Mas, em última análise, acreditamos que a meta não é ser completamente imparcial, mas apresentar tendências “boas”, ou seja, que favoreçam uma seleção de pensadores que nos apontem ideias valiosas e importantes. Em The School of Life, temos uma forte inclinação a favor da inteligência emocional e do uso da cultura como ferramenta de conforto e esclarecimento.

Temos algumas opiniões bastante específicas sobre o que coloca alguém na categoria de “grande” pensador. Em geral, grandes pensadores são incluídos em obras enciclopédicas com base em sua reputação: faz-se uma lista dos nomes mais influentes e das ideias que moldaram de forma mais memorável o mundo intelectual. No entanto, temos em mente um objetivo diferente: queremos descobrir quais ideias nos ajudam a lidar com alguns dos principais problemas de nossa época. Para nós, o “grande” pensador é aquele cujas ideias têm maior probabilidade de serem úteis para nossa vida hoje.

Por ser necessariamente muito seletivo, um cânone está sempre vulnerável a ataques. Porém temos uma visão otimista da seleção, que é uma necessidade simplesmente inescapável num mundo rico em informações. O ideal não é evitar sermos seletivos; o real desafio é tentarmos ser seletivos da melhor maneira possível. Aos nossos olhos, isso significa escolher pensadores que possam esclarecer algumas das maiores dificuldades que enfrentamos em nossa vida política, profissional e pessoal. Não somos historiadores que recuperam ideias pelas ideias; somos filósofos aplicados buscando conceitos intelectuais que possam ser colocados em ação aqui e agora.

Trabalhamos muito para fazer os pensadores deste livro soarem simples, fáceis e (esperamos) fascinantes. No passado, muitos deles foram presos numa armadilha cruel. Eles tinham a dizer coisas imensamente relevantes e importantes. Mas o modo como o fizeram garantiu que não fossem ouvidos. Como seus livros eram um pouco densos demais, algumas de suas ideias soaram estranhas e muitos dos seus conceitos fundamentais ficaram sujeitos a se perder em meio a uma confusão de informações secundárias. Eis os princípios que usamos para selecionar as ideias de cada pensador que consideramos mais importantes:

  • Apenas umas poucas coisas ditas por qualquer mente, por maior que seja, têm alguma probabilidade de ter importância crucial e duradoura.
  • Esses pontos-chave são separáveis do corpo completo da obra de um pensador.
  • Somos criaturas dadas ao esquecimento e sujeitas à pressão do tempo. Tendemos a esquecer os detalhes tortuosos de uma discussão prolongada e complexa. Assim, precisamos que as mensagens centrais sejam explicadas de forma simples e memorável.
  • Apesar do que nos diz a cultura acadêmica, o contexto não é decisivo. Verdades importantes podem ser encontradas em lugares estranhos e ser retiradas deles; podem estar na China do século III, num salão aristocrático de Paris do século XVIII ou na casinha de uma aldeia alpina do século XIX. Porém o que sempre importa no final é o que elas podem fazer por nós hoje.
  • É um paradoxo trágico que certas maneiras de mostrar reverência pelos grandes pensadores acabem impedindo que eles tenham algum impacto no mundo – o extremo oposto do que uma reverência busca obter. Ser um pouco informal com os grandes pensadores é a maior homenagem que podemos prestar a eles.
  • Nosso fio condutor é o de que grandes ideias deveriam ser amplamente conhecidas e desempenhar um papel em nossa vida.

Dito isso, reconhecemos que há um receio justificado em relação à “simplificação”. Esse receio – alimentado pelo mundo acadêmico – é de que, ao simplificar, iremos inevitavelmente trair e omitir o que realmente importa. Entendemos essa ansiedade, mas não queremos deixá-la triunfar, pois também temos consciência do perigo de lhe dar ouvidos em excesso. A complexidade desnecessária pode fazer com que boas ideias sejam totalmente ignoradas. Achamos que as verdades importantes sobre como deveríamos levar a vida são capazes de receber uma formulação popular. Somos contra a visão trágica de que o que é importante está condenado a ser sempre impopular ou incompreensível para a maioria dos cidadãos.

A popularização, sob nosso ponto de vista, é uma tarefa nobre e grandiosa, principalmente num mundo democrático voltado aos consumidores, onde a cultura de elite mais ou menos perdeu influência. É isso que torna reais as ideias na vida de uma sociedade. E, de qualquer modo, nossa vida nunca é inteiramente livresca ou intelectual. Somos sempre impelidos por pensamentos objetivos que sirvam como guias para nossa conduta e, em certa medida, dependemos deles. São essas as ideias que importam para o desenvolvimento cotidiano de uma comunidade. O preciosismo pode ser a ruína dos melhores conceitos.

Até hoje, o mundo moderno deixou o estudo e a transmissão das ideias culturais principalmente a cargo dos departamentos de humanidades das universidades. Seu foco principal tem sido tentar entender o valor dos grandes pensadores em si e por si. Aqui, de modo um tanto herético, fazemos algo bem diferente: queremos saber o que eles podem fazer por nós.

Garimpamos a história para trazer a você as ideias que consideramos ter maior relevância para o nosso tempo. Teremos sido bem-sucedidos se, nos dias e anos por vir, você se flagrar recorrendo a elas para esclarecer os dilemas e tristezas da vida cotidiana.

Introdução

Este livro reúne o cânone de The School of Life: é nossa seleção dos grandes pensadores nos campos da filosofia, da teoria política, da sociologia, da psicanálise, das artes plásticas, da arquitetura e da literatura que consideramos ter mais a nos oferecer nos dias de hoje.

A ideia de montar um “cânone” pode parecer meio estranha, talvez até opressiva. Parece injusto deixar tanta gente de fora. E, aliás, quem decide? Será que as pessoas que fizeram o cânone não foram tendenciosas?

Admitimos com satisfação que fomos tendenciosos, sim. Por vezes nos ensinaram a pensar mal disso, como se as únicas informações boas fossem as que não trazem absolutamente nenhuma intenção nem desígnio e deixam tudo a cargo do público. Essa ênfase na neutralidade é compreensível. Em termos históricos, sobretudo no século XX, houve muitas tendências ruins por aí. Mas, em última análise, acreditamos que a meta não é ser completamente imparcial, mas apresentar tendências “boas”, ou seja, que favoreçam uma seleção de pensadores que nos apontem ideias valiosas e importantes. Em The School of Life, temos uma forte inclinação a favor da inteligência emocional e do uso da cultura como ferramenta de conforto e esclarecimento.

Temos algumas opiniões bastante específicas sobre o que coloca alguém na categoria de “grande” pensador. Em geral, grandes pensadores são incluídos em obras enciclopédicas com base em sua reputação: faz-se uma lista dos nomes mais influentes e das ideias que moldaram de forma mais memorável o mundo intelectual. No entanto, temos em mente um objetivo diferente: queremos descobrir quais ideias nos ajudam a lidar com alguns dos principais problemas de nossa época. Para nós, o “grande” pensador é aquele cujas ideias têm maior probabilidade de serem úteis para nossa vida hoje.

Por ser necessariamente muito seletivo, um cânone está sempre vulnerável a ataques. Porém temos uma visão otimista da seleção, que é uma necessidade simplesmente inescapável num mundo rico em informações. O ideal não é evitar sermos seletivos; o real desafio é tentarmos ser seletivos da melhor maneira possível. Aos nossos olhos, isso significa escolher pensadores que possam esclarecer algumas das maiores dificuldades que enfrentamos em nossa vida política, profissional e pessoal. Não somos historiadores que recuperam ideias pelas ideias; somos filósofos aplicados buscando conceitos intelectuais que possam ser colocados em ação aqui e agora.

Trabalhamos muito para fazer os pensadores deste livro soarem simples, fáceis e (esperamos) fascinantes. No passado, muitos deles foram presos numa armadilha cruel. Eles tinham a dizer coisas imensamente relevantes e importantes. Mas o modo como o fizeram garantiu que não fossem ouvidos. Como seus livros eram um pouco densos demais, algumas de suas ideias soaram estranhas e muitos dos seus conceitos fundamentais ficaram sujeitos a se perder em meio a uma confusão de informações secundárias. Eis os princípios que usamos para selecionar as ideias de cada pensador que consideramos mais importantes:

  • Apenas umas poucas coisas ditas por qualquer mente, por maior que seja, têm alguma probabilidade de ter importância crucial e duradoura.
  • Esses pontos-chave são separáveis do corpo completo da obra de um pensador.
  • Somos criaturas dadas ao esquecimento e sujeitas à pressão do tempo. Tendemos a esquecer os detalhes tortuosos de uma discussão prolongada e complexa. Assim, precisamos que as mensagens centrais sejam explicadas de forma simples e memorável.
  • Apesar do que nos diz a cultura acadêmica, o contexto não é decisivo. Verdades importantes podem ser encontradas em lugares estranhos e ser retiradas deles; podem estar na China do século III, num salão aristocrático de Paris do século XVIII ou na casinha de uma aldeia alpina do século XIX. Porém o que sempre importa no final é o que elas podem fazer por nós hoje.
  • É um paradoxo trágico que certas maneiras de mostrar reverência pelos grandes pensadores acabem impedindo que eles tenham algum impacto no mundo – o extremo oposto do que uma reverência busca obter. Ser um pouco informal com os grandes pensadores é a maior homenagem que podemos prestar a eles.
  • Nosso fio condutor é o de que grandes ideias deveriam ser amplamente conhecidas e desempenhar um papel em nossa vida.

Dito isso, reconhecemos que há um receio justificado em relação à “simplificação”. Esse receio – alimentado pelo mundo acadêmico – é de que, ao simplificar, iremos inevitavelmente trair e omitir o que realmente importa. Entendemos essa ansiedade, mas não queremos deixá-la triunfar, pois também temos consciência do perigo de lhe dar ouvidos em excesso. A complexidade desnecessária pode fazer com que boas ideias sejam totalmente ignoradas. Achamos que as verdades importantes sobre como deveríamos levar a vida são capazes de receber uma formulação popular. Somos contra a visão trágica de que o que é importante está condenado a ser sempre impopular ou incompreensível para a maioria dos cidadãos.

A popularização, sob nosso ponto de vista, é uma tarefa nobre e grandiosa, principalmente num mundo democrático voltado aos consumidores, onde a cultura de elite mais ou menos perdeu influência. É isso que torna reais as ideias na vida de uma sociedade. E, de qualquer modo, nossa vida nunca é inteiramente livresca ou intelectual. Somos sempre impelidos por pensamentos objetivos que sirvam como guias para nossa conduta e, em certa medida, dependemos deles. São essas as ideias que importam para o desenvolvimento cotidiano de uma comunidade. O preciosismo pode ser a ruína dos melhores conceitos.

Até hoje, o mundo moderno deixou o estudo e a transmissão das ideias culturais principalmente a cargo dos departamentos de humanidades das universidades. Seu foco principal tem sido tentar entender o valor dos grandes pensadores em si e por si. Aqui, de modo um tanto herético, fazemos algo bem diferente: queremos saber o que eles podem fazer por nós.

Garimpamos a história para trazer a você as ideias que consideramos ter maior relevância para o nosso tempo. Teremos sido bem-sucedidos se, nos dias e anos por vir, você se flagrar recorrendo a elas para esclarecer os dilemas e tristezas da vida cotidiana.

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Sobre o autor

The School of Life

A The School of Life se dedica a desenvolver a inteligência emocional através da cultura, com base na crença de que nossos problemas mais persistentes são criados pela falta de autocompreensão, compaixão e comunicação. A organização possui dez sedes ao redor do mundo, incluindo Londres, Amsterdã, Seul, Melbourne e São Paulo, onde produz filmes, oferece cursos e cria uma variedade de programas e serviços voltados para o bem-estar. A The School of Life faz livros sobre as questões mais importantes da vida emocional, com o objetivo de entreter, educar, confortar e transformar.

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