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HISTÓRIAS REAIS

Meninos de ouro

Meninos de ouro

DANIEL JAMES BROWN

Nove americanos e sua busca épica pela vitória nas Olimpíadas de Hitler

Nove americanos e sua busca épica pela vitória nas Olimpíadas de Hitler

“Um texto brilhante e uma história magnífica. Daniel James Brown impele o leitor, com energia e elegância, rumo a um final arrebatador. Ele é o autor da redescoberta de Joe Rantz e seus companheiros de equipe, autênticos heróis com quem aprendemos que ‘remar junto’ é o caminho mais seguro para a glória.” – Mitchell Zuckoff, autor de Perdidos em Shangri-La

 

É durante a Grande Depressão que começa esta irresistível história de superação e esperança: a emocionante trajetória de nove jovens humildes do Oeste dos Estados Unidos que deram ao mundo, nas Olimpíadas de 1936, uma autêntica demonstração de coragem.

Neste livro fascinante, Daniel James Brown refaz os passos da equipe da Universidade de Washington na década de 1930, que deixou sua marca na história do remo. Ele começa descrevendo a luta dos filhos de trabalhadores braçais contra as exigências físicas, técnicas e psicológicas do esporte e seu empenho para derrotar as equipes das universidades de elite.

No centro da narrativa está Joe Rantz, um adolescente sem perspectivas que rema para encontrar seu lugar no mundo. Atormentado por demônios pessoais, uma desoladora história familiar e as limitações da pobreza, Joe vê o barco de calouros de Washington como sua única chance de continuar na universidade.

A equipe é montada por um treinador enigmático e determinado, com a ajuda de um excêntrico e visionário construtor de barcos de corrida. Mas é o inquebrantável compromisso mútuo dos rapazes que faz deles um time vencedor. Ao obter a tão sonhada vaga olímpica, eles se veem diante de seu maior desafio: disputar a medalha de ouro nas “Olimpíadas Nazistas” de Berlim, em 1936, diante do olhar vigilante de Hitler.

Com base nos diários dos remadores e nas lembranças do sonho compartilhado, Brown criou esta obra notável – retrato de uma época, celebração de uma incrível conquista esportiva e crônica da extraordinária jornada pessoal de um jovem atleta americano.

****

Os Jogos Olímpicos de 1936, realizados em uma Alemanha no auge do nazismo, ficaram conhecidos como as Olimpíadas de Jesse Owens, atleta negro americano que, sob os olhares de Adolf Hitler, conquistou quatro medalhas de ouro. No entanto, a história protagonizada por nove jovens remadores da Universidade de Washington talvez seja um dos episódios mais bonitos de todas as edições dos Jogos.

Meninos de ouro é o emocionante relato de como um time formado por filhos de lenhadores, estivadores e fazendeiros conquistou a improvável chance de representar os Estados Unidos em águas berlinenses e depois influenciou toda uma geração ao derrotar os ingleses e os alemães na disputa pelo lugar mais alto do pódio.

Sob a sombra de um mal que iria mudar para sempre o destino do mundo, esses rapazes da classe trabalhadora do Oeste americano mostraram a todos o verdadeiro significado da palavra bravura.

 

“Para esta versão náutica de Carruagens de fogo, Brown elaborou uma prosa vívida para falar da técnica e das emoções que envolvem o remo. Seus heróis são fascinantes como são as melhores sagas olímpicas.” – Publishers Weekly

“Eu não me canso de reler este livro. Daniel James Brown não só desvenda os corações e mentes dos remadores americanos que disputaram os Jogos de 1936 como evoca toda uma época histórica. A narrativa das provas de remo e do sinistro entusiasmo alemão é cinematográfica. Li as últimas 50 páginas prendendo a respiração e as últimas 25 com lágrimas nos olhos.” – David Laskin, autor de The Family

Meninos de ouro é uma interessante mescla de história e esporte. As tramas pessoais dos personagens são tão incríveis quanto a sua glória olímpica. Um livro imperdível para quem dá valor ao exemplo.” – Luke McGee, treinador da equipe masculina de remo dos Estados Unidos desde 2012

“Um texto brilhante e uma história magnífica. Daniel James Brown impele o leitor, com energia e elegância, rumo a um final arrebatador. Ele é o autor da redescoberta de Joe Rantz e seus companheiros de equipe, autênticos heróis com quem aprendemos que ‘remar junto’ é o caminho mais seguro para a glória.” – Mitchell Zuckoff, autor de Perdidos em Shangri-La

 

É durante a Grande Depressão que começa esta irresistível história de superação e esperança: a emocionante trajetória de nove jovens humildes do Oeste dos Estados Unidos que deram ao mundo, nas Olimpíadas de 1936, uma autêntica demonstração de coragem.

Neste livro fascinante, Daniel James Brown refaz os passos da equipe da Universidade de Washington na década de 1930, que deixou sua marca na história do remo. Ele começa descrevendo a luta dos filhos de trabalhadores braçais contra as exigências físicas, técnicas e psicológicas do esporte e seu empenho para derrotar as equipes das universidades de elite.

No centro da narrativa está Joe Rantz, um adolescente sem perspectivas que rema para encontrar seu lugar no mundo. Atormentado por demônios pessoais, uma desoladora história familiar e as limitações da pobreza, Joe vê o barco de calouros de Washington como sua única chance de continuar na universidade.

A equipe é montada por um treinador enigmático e determinado, com a ajuda de um excêntrico e visionário construtor de barcos de corrida. Mas é o inquebrantável compromisso mútuo dos rapazes que faz deles um time vencedor. Ao obter a tão sonhada vaga olímpica, eles se veem diante de seu maior desafio: disputar a medalha de ouro nas “Olimpíadas Nazistas” de Berlim, em 1936, diante do olhar vigilante de Hitler.

Com base nos diários dos remadores e nas lembranças do sonho compartilhado, Brown criou esta obra notável – retrato de uma época, celebração de uma incrível conquista esportiva e crônica da extraordinária jornada pessoal de um jovem atleta americano.

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Os Jogos Olímpicos de 1936, realizados em uma Alemanha no auge do nazismo, ficaram conhecidos como as Olimpíadas de Jesse Owens, atleta negro americano que, sob os olhares de Adolf Hitler, conquistou quatro medalhas de ouro. No entanto, a história protagonizada por nove jovens remadores da Universidade de Washington talvez seja um dos episódios mais bonitos de todas as edições dos Jogos.

Meninos de ouro é o emocionante relato de como um time formado por filhos de lenhadores, estivadores e fazendeiros conquistou a improvável chance de representar os Estados Unidos em águas berlinenses e depois influenciou toda uma geração ao derrotar os ingleses e os alemães na disputa pelo lugar mais alto do pódio.

Sob a sombra de um mal que iria mudar para sempre o destino do mundo, esses rapazes da classe trabalhadora do Oeste americano mostraram a todos o verdadeiro significado da palavra bravura.

 

“Para esta versão náutica de Carruagens de fogo, Brown elaborou uma prosa vívida para falar da técnica e das emoções que envolvem o remo. Seus heróis são fascinantes como são as melhores sagas olímpicas.” – Publishers Weekly

“Eu não me canso de reler este livro. Daniel James Brown não só desvenda os corações e mentes dos remadores americanos que disputaram os Jogos de 1936 como evoca toda uma época histórica. A narrativa das provas de remo e do sinistro entusiasmo alemão é cinematográfica. Li as últimas 50 páginas prendendo a respiração e as últimas 25 com lágrimas nos olhos.” – David Laskin, autor de The Family

Meninos de ouro é uma interessante mescla de história e esporte. As tramas pessoais dos personagens são tão incríveis quanto a sua glória olímpica. Um livro imperdível para quem dá valor ao exemplo.” – Luke McGee, treinador da equipe masculina de remo dos Estados Unidos desde 2012

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Ficha técnica
Lançamento 02/06/2010
Título original
Tradução PEDRO JORGENSEN JUNIOR
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 384
Peso 450 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0106-4
EAN 9788543101064
Preço R$ 44,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543101071
Preço R$ 29,99
Lançamento 02/06/2010
Título original
Tradução PEDRO JORGENSEN JUNIOR
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 384
Peso 450 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0106-4
EAN 9788543101064
Preço R$ 44,90

E-book

eISBN 9788543101071
Preço R$ 29,99

Leia um trecho do livro

Prólogo

“Um esporte como este – de muito esforço e pouca glória, mas ainda popular depois de tantos séculos – tem que ter uma beleza que os indivíduos comuns não conseguem enxergar, mas os excepcionais sim.”
– George Yeoman Pocock

Este livro nasceu no frio e chuvoso dia de fim de primavera em que fui à modesta casa onde Joe Rantz agonizava.

Eu só sabia duas coisas a respeito de Joe quando, depois de saltar a cerca da minha fazenda e atravessar um trecho de floresta úmida, bati à porta de sua filha Judy. Primeiro, que aos 70 e tantos anos ele levara sozinho várias toras de cedro montanha abaixo, cortara varas e mourões com um machado e erguera os quase 700 metros de cerca que eu acabara de transpor – uma tarefa tão hercúlea que, sempre que penso nela, balanço a cabeça, admirado. Segundo, que ele fora um dos nove rapazes do estado de Washington – garotos de fazenda, pescadores e lenhadores – que abalaram Adolf Hitler e o mundo do remo ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1936.

Judy abriu a porta e me conduziu à aconchegante sala de estar onde Joe, com seu 1,90 metro de altura, estava estendido numa cadeira reclinável com as pernas para cima, enfiado num conjunto de moletom cinza e em botinas acolchoadas vermelhas. Um cilindro de oxigênio lhe fazia companhia. Uma barba branca e rala despontava em seu rosto. Tinha a pele pálida e os olhos túrgidos, efeitos da insuficiência cardíaca que o estava matando. Na estufa, o fogo crepitava e sibilava. As paredes eram cobertas de velhas fotos de família, destacando-se, no lado oposto da sala, uma vitrine cheia de bonecas, cavalos de porcelana e louça estampada de rosas. A chuva respingava na janela que dava para a floresta enquanto a vitrola tocava bem baixinho canções de jazz das décadas de 1930 e 1940.

Ao sermos apresentados, Joe me estendeu sua mão excepcionalmente fina e alongada. Judy lera para ele um de meus livros, o que o fez desejar me conhecer e trocar ideias sobre seu conteúdo. Por uma extraordinária coincidência, ele fora, quando jovem, amigo de Angus Hay Jr. – filho de um dos personagens mais importantes daquela história. Falamos sobre isso durante algum tempo, até que a conversa passou a ser sobre sua própria vida.

A voz de Joe era aguda, frágil e tênue a ponto de quase sumir. Esforçava-se na busca de lembranças e palavras que servissem para capturá-las e, de vez em quando, mergulhava no silêncio. Aos poucos, cautelosamente incentivado pela filha, ele foi desfiando a história da sua vida. De maneira pausada mas resoluta, recordou sua infância e a juventude durante a Grande Depressão, as privações e os obstáculos que teve que vencer. Eu, surpreso de início depois atônito, ouvia seu relato enquanto fazia anotações.

Ao falar sobre sua trajetória como remador da Universidade de Washing­ton, ele chorou. Começou discorrendo sobre o aprendizado da arte do esporte, os barcos e os remos, a técnica e as táticas. Relembrou as horas longas e geladas passadas na água sob o céu cinza-metálico, as vitórias esmagadoras e as derrotas evitadas por um fio, a viagem à Alemanha, o desfile no Estádio Olímpico de Berlim sob as vistas de Hitler e, é claro, os companheiros de equipe. Foi aí, quando começou a falar sobre “o barco”, que a voz começou a lhe faltar e as lágrimas brotaram em seus olhos.

No início, pensei que “o barco” fosse o Husky Clipper em que ele remara em direção à glória. Depois, achei que fosse um modo de se referir aos seus companheiros de equipe, aquele incrível grupo de jovens responsável por um dos maiores feitos da história do remo olímpico. Observando, porém, seu esforço para manter a compostura em certos momentos, percebi que “o barco” significava, além da embarcação física e de sua tripulação, algo transcendente, uma coisa misteriosa, quase indefinível. Era uma experiência compartilhada – uma singularidade que existiu numa fenda do tempo há muito desaparecida, quando nove rapazes generosos se empenharam juntos, trabalharam como um só homem, deram uns aos outros tudo o que tinham de si, unidos para sempre pelo orgulho, pelo respeito e pelo amor. Joe chorava, ao menos em parte, pela extinção daquela centelha, mas muito mais, creio eu, pela sua beleza.

Quando eu me preparava para sair, Judy tirou a medalha de ouro de Joe da caixa de vidro junto à parede e depositou-a na minha mão. Enquanto eu a admirava, contou-me que, anos antes, ela desaparecera. Depois de vasculhar a casa de Joe de alto a baixo, a família a deu por perdida. Só muitos anos mais tarde, quando reformaram o imóvel, encontraram-na em meio ao material isolante do sótão. Talvez um esquilo houvesse se encantado com seu brilho e a levado para o ninho como um tesouro particular. Enquanto Judy me relatava esse episódio, ocorreu-me que, assim como a medalha, a história de Joe também fora suprimida da vista de todos por muito tempo.

Apertei outra vez a mão de Joe e disse-lhe que gostaria de voltar para conversar um pouco mais, quem sabe escrever um livro sobre seus dias de remador. Agarrando de novo minha mão, ele disse que gostaria também. E com a voz mais uma vez embargada, advertiu-me com gentileza: “Mas não apenas sobre mim. Tem que ser sobre o barco.”

Prólogo

“Um esporte como este – de muito esforço e pouca glória, mas ainda popular depois de tantos séculos – tem que ter uma beleza que os indivíduos comuns não conseguem enxergar, mas os excepcionais sim.”
– George Yeoman Pocock

Este livro nasceu no frio e chuvoso dia de fim de primavera em que fui à modesta casa onde Joe Rantz agonizava.

Eu só sabia duas coisas a respeito de Joe quando, depois de saltar a cerca da minha fazenda e atravessar um trecho de floresta úmida, bati à porta de sua filha Judy. Primeiro, que aos 70 e tantos anos ele levara sozinho várias toras de cedro montanha abaixo, cortara varas e mourões com um machado e erguera os quase 700 metros de cerca que eu acabara de transpor – uma tarefa tão hercúlea que, sempre que penso nela, balanço a cabeça, admirado. Segundo, que ele fora um dos nove rapazes do estado de Washington – garotos de fazenda, pescadores e lenhadores – que abalaram Adolf Hitler e o mundo do remo ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1936.

Judy abriu a porta e me conduziu à aconchegante sala de estar onde Joe, com seu 1,90 metro de altura, estava estendido numa cadeira reclinável com as pernas para cima, enfiado num conjunto de moletom cinza e em botinas acolchoadas vermelhas. Um cilindro de oxigênio lhe fazia companhia. Uma barba branca e rala despontava em seu rosto. Tinha a pele pálida e os olhos túrgidos, efeitos da insuficiência cardíaca que o estava matando. Na estufa, o fogo crepitava e sibilava. As paredes eram cobertas de velhas fotos de família, destacando-se, no lado oposto da sala, uma vitrine cheia de bonecas, cavalos de porcelana e louça estampada de rosas. A chuva respingava na janela que dava para a floresta enquanto a vitrola tocava bem baixinho canções de jazz das décadas de 1930 e 1940.

Ao sermos apresentados, Joe me estendeu sua mão excepcionalmente fina e alongada. Judy lera para ele um de meus livros, o que o fez desejar me conhecer e trocar ideias sobre seu conteúdo. Por uma extraordinária coincidência, ele fora, quando jovem, amigo de Angus Hay Jr. – filho de um dos personagens mais importantes daquela história. Falamos sobre isso durante algum tempo, até que a conversa passou a ser sobre sua própria vida.

A voz de Joe era aguda, frágil e tênue a ponto de quase sumir. Esforçava-se na busca de lembranças e palavras que servissem para capturá-las e, de vez em quando, mergulhava no silêncio. Aos poucos, cautelosamente incentivado pela filha, ele foi desfiando a história da sua vida. De maneira pausada mas resoluta, recordou sua infância e a juventude durante a Grande Depressão, as privações e os obstáculos que teve que vencer. Eu, surpreso de início depois atônito, ouvia seu relato enquanto fazia anotações.

Ao falar sobre sua trajetória como remador da Universidade de Washing­ton, ele chorou. Começou discorrendo sobre o aprendizado da arte do esporte, os barcos e os remos, a técnica e as táticas. Relembrou as horas longas e geladas passadas na água sob o céu cinza-metálico, as vitórias esmagadoras e as derrotas evitadas por um fio, a viagem à Alemanha, o desfile no Estádio Olímpico de Berlim sob as vistas de Hitler e, é claro, os companheiros de equipe. Foi aí, quando começou a falar sobre “o barco”, que a voz começou a lhe faltar e as lágrimas brotaram em seus olhos.

No início, pensei que “o barco” fosse o Husky Clipper em que ele remara em direção à glória. Depois, achei que fosse um modo de se referir aos seus companheiros de equipe, aquele incrível grupo de jovens responsável por um dos maiores feitos da história do remo olímpico. Observando, porém, seu esforço para manter a compostura em certos momentos, percebi que “o barco” significava, além da embarcação física e de sua tripulação, algo transcendente, uma coisa misteriosa, quase indefinível. Era uma experiência compartilhada – uma singularidade que existiu numa fenda do tempo há muito desaparecida, quando nove rapazes generosos se empenharam juntos, trabalharam como um só homem, deram uns aos outros tudo o que tinham de si, unidos para sempre pelo orgulho, pelo respeito e pelo amor. Joe chorava, ao menos em parte, pela extinção daquela centelha, mas muito mais, creio eu, pela sua beleza.

Quando eu me preparava para sair, Judy tirou a medalha de ouro de Joe da caixa de vidro junto à parede e depositou-a na minha mão. Enquanto eu a admirava, contou-me que, anos antes, ela desaparecera. Depois de vasculhar a casa de Joe de alto a baixo, a família a deu por perdida. Só muitos anos mais tarde, quando reformaram o imóvel, encontraram-na em meio ao material isolante do sótão. Talvez um esquilo houvesse se encantado com seu brilho e a levado para o ninho como um tesouro particular. Enquanto Judy me relatava esse episódio, ocorreu-me que, assim como a medalha, a história de Joe também fora suprimida da vista de todos por muito tempo.

Apertei outra vez a mão de Joe e disse-lhe que gostaria de voltar para conversar um pouco mais, quem sabe escrever um livro sobre seus dias de remador. Agarrando de novo minha mão, ele disse que gostaria também. E com a voz mais uma vez embargada, advertiu-me com gentileza: “Mas não apenas sobre mim. Tem que ser sobre o barco.”

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Daniel James Brown

Sobre o autor

Daniel James Brown

Cresceu em São Francisco e foi professor de literature na Universidade de Stanford antes de se tornar escritor em tempo integral. Meninos de ouro levou o Indies Choice Book Award de melhor livro de 2014 na categoria não ficção. Fã de jardinagem, pescaria, pássaros e história americana, ele mora na periferia de Seattle com a mulher, duas filhas, gatos, cachorros, galinhas e abelhas.

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