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AUTOAJUDA

Não leve a vida tão a sério

Não leve a vida tão a sério

HUGH PRATHER

Pequenas mudanças para você se livrar de grandes problemas

Pequenas mudanças para você se livrar de grandes problemas

A vida não precisa ser tão complicada quanto insistimos em torná-la. A simples decisão de não se agarrar aos problemas pode melhorar – e muito – nossas vidas. É isso o que Hugh Prather nos mostra, com humor e clareza, neste livro.

Ele escreve sobre as dificuldades do dia a dia e nos dá ferramentas para contorná-las, mudando o que há de mais importante na vida: nossa atitude mental e a forma de reagir aos inevitáveis contratempos.

Seus ensinamentos são baseados em histórias reais que nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido. Você aprenderá soluções práticas para dar um basta às preocupações e ao medo, e se libertar de tudo aquilo que impede sua felicidade.

****

“O dom da intuição de Hugh Prather é extraordinário. Este livro pode mudar sua vida!”

Neale Donald Walsch, autor de Conversando com Deus e de Aprendendo a Conviver com Quem se Ama

A chave da felicidade é aprender a não levar a vida tão a sério. Precisamos dizer não às preocupações, colocar a mágoa de lado, desistir de controlar o mundo, usar a crise como motivação, jogar fora o lixo mental e aceitar a vida como ela é. Só que tudo isso é muito mais fácil de falar do que fazer.

O diferencial deste livro é que o autor, Hugh Prather, não se limita a dar conselhos. Ele nos diz exatamente como agir e que ferramentas usar para alcançar essas metas.

Não Leve a Vida Tão a Sério é um guia prático e bem-humorado, baseado em histórias reais que nos mostram como complicamos as coisas desnecessariamente ao brigar com o vizinho, reclamar das tarefas domésticas ou ficar de mau humor por causa de um engraçadinho que está atrapalhando o trânsito.

Prather nos faz perceber que sempre há uma outra maneira de encarar os problemas, mesmo os mais graves. Ele sugere 23 exercícios de libertação que podem ser feitos em trinta dias. Essas libertações são um caminho para acabar com pensamentos e atitudes que envenenam nossas corações e mentes.

O objetivo deste livro não é mudar apenas nossos conceitos sobre a vida, mas sim transformar nosso cotidiano. Esta é uma ótima oportunidade de rever velhas crenças, refletir e buscar ser mais leve e feliz.

A vida não precisa ser tão complicada quanto insistimos em torná-la. A simples decisão de não se agarrar aos problemas pode melhorar – e muito – nossas vidas. É isso o que Hugh Prather nos mostra, com humor e clareza, neste livro.

Ele escreve sobre as dificuldades do dia a dia e nos dá ferramentas para contorná-las, mudando o que há de mais importante na vida: nossa atitude mental e a forma de reagir aos inevitáveis contratempos.

Seus ensinamentos são baseados em histórias reais que nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido. Você aprenderá soluções práticas para dar um basta às preocupações e ao medo, e se libertar de tudo aquilo que impede sua felicidade.

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“O dom da intuição de Hugh Prather é extraordinário. Este livro pode mudar sua vida!”

Neale Donald Walsch, autor de Conversando com Deus e de Aprendendo a Conviver com Quem se Ama

A chave da felicidade é aprender a não levar a vida tão a sério. Precisamos dizer não às preocupações, colocar a mágoa de lado, desistir de controlar o mundo, usar a crise como motivação, jogar fora o lixo mental e aceitar a vida como ela é. Só que tudo isso é muito mais fácil de falar do que fazer.

O diferencial deste livro é que o autor, Hugh Prather, não se limita a dar conselhos. Ele nos diz exatamente como agir e que ferramentas usar para alcançar essas metas.

Não Leve a Vida Tão a Sério é um guia prático e bem-humorado, baseado em histórias reais que nos mostram como complicamos as coisas desnecessariamente ao brigar com o vizinho, reclamar das tarefas domésticas ou ficar de mau humor por causa de um engraçadinho que está atrapalhando o trânsito.

Prather nos faz perceber que sempre há uma outra maneira de encarar os problemas, mesmo os mais graves. Ele sugere 23 exercícios de libertação que podem ser feitos em trinta dias. Essas libertações são um caminho para acabar com pensamentos e atitudes que envenenam nossas corações e mentes.

O objetivo deste livro não é mudar apenas nossos conceitos sobre a vida, mas sim transformar nosso cotidiano. Esta é uma ótima oportunidade de rever velhas crenças, refletir e buscar ser mais leve e feliz.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 22/01/2004
Título original
Tradução BEATRIZ SIDOU
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 290 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 85-7542-047-X
EAN 9788575420478
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788575428320
Preço R$ 19,99
Lançamento 22/01/2004
Título original
Tradução BEATRIZ SIDOU
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 290 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 85-7542-047-X
EAN 9788575420478
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788575428320
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

O rio e o leão

Depois de uma grande enchente, o leão viu-se cercado por um rio e ficou sem saber como sair dali. Nadar não era de sua natureza, mas só lhe restavam duas opções: atravessar o rio ou morrer. O leão urrou, mergulhou na água, quase se afogou, mas não conseguiu atravessar. Exausto, deitou para descansar. Foi quando escutou o rio dizer:

— Jamais lute com o que não está presente.

Cautelosamente, o animal olhou em volta e perguntou:

— O que não está aqui?

— O seu inimigo não está aqui — respondeu o rio. — Assim como você é um leão, eu sou apenas um rio.

Ao ouvir isso, o leão, muito sereno, começou a estudar as características do rio. Logo identificou um certo ponto em que a correnteza empurrava para a margem e, entrando na água, conseguiu boiar até o outro lado.

Um

Primeiros passos rumo ao desprendimento

Na natureza humana, todos buscamos a simplicidade e a verdade. Mas as mensagens que recebemos nos impelem à guer­ra: “Fique ressentido com o passado”, “Seja ansioso em rela­ção ao futuro”, “Tenha apetite pelo que você não vê”, “Sinta insa­tis­fação com o que vê”, “Sinta culpa”, “Seja correto”, “Esquente a cabeça”.

No mundo animal, não há necessidade de conquistar mais do que se tem. A simplicidade da chuva, a luz de uma estrela, a leveza de um pássaro, a persistência de uma formiga — tudo isso sim­plesmente é.

Tudo é uma questão de ponto de vista. Afinal, cuecas espalha­das pelo chão podem acabar com um casamento… mas, aos olhos dos cachorros, elas não seriam motivo para briga, e sim para brincadeiras. A maioria dos animais desfruta enorme liberdade e pureza, características que, acredito, nós também podemos ex­pe­rimentar. Basta relaxar a mente e, aos poucos, reaprender a desfrutar a integridade, a felicidade e a simplicidade perdidas.

Muitas vezes rejeitamos as pessoas que estão em nossas vidas, não sabemos se as queremos ao nosso lado, desejamos estar com outras pessoas, imaginamos se e até quando esse relacionamento vai durar e por aí vai. O resultado dessas inquietações é que, quando nos preocupamos com o que queremos ou não de alguém ou com o que aprovamos ou não nessa pessoa, deixamos de ver sua bondade, sua astúcia, sua delicadeza, sua tristeza ou seja lá o que for que ela tenha a oferecer. Isso complica desne­cessariamente as nossas vidas e bloqueia a alegria de viver e a paz de espírito.

John e o caminhão

Nosso filho John tinha 2 anos quando fomos morar em Santa Fé, Novo México. Um dia, estávamos na calçada, esperando o sinal fechar, quando um caminhão enorme começou a virar na esquina bem no instante em que o sinal ficou vermelho. Tive que aguardar o caminhão passar. Nesse momento, ouvi John dizer:

— Caminhão grande!

Olhei para baixo e vi que seus olhinhos estavam brilhando de prazer. Olhei novamente para aquele enorme caminhão que passava tão perto que poderia tocá-lo se desse um passo à frente. E, finalmente, o vi em toda sua majestade. Parecia a nave de um filme do tipo Guerra nas Estrelas.

Não havia percebido isso antes. Talvez porque estivesse pensando que aquele caminhão não deveria estar ali atrapalhando meu caminho, ou que eu tinha algo bem mais importante a fazer do que esperá-lo passar. Esses pensamentos impediram que eu aproveitasse o prazer daquele momento, de pé, na calçada, ao lado de meu filho, segurando sua mãozinha. São o que chamo de pensamentos desnecessários — o tipo que as criancinhas têm pouquíssimos, se é que têm algum, e, por isso, em geral, são objetivas e felizes.

Uma mente tranquila vê o que está aqui. Uma mente ocupada vê o que não está aqui. Aquele que está presente é nada mais, nada menos, do que aquele que está presente. Portanto, você pode pensar o que quiser sobre as pessoas, mas saiba que isso não vai transformá-las.

Nossa vida é cheia de batalhas inúteis exatamente porque nossa mente é cheia de pensamentos inúteis. Sofremos por his­tórias infelizes do passado como se elas ainda estivessem aconte­cendo e temos o hábito de ficar ruminando sobre o que acaba­mos de fazer. É preciso esvaziar a mente. Quando não consegui­mos nos desvencilhar dos pensamentos negativos, eles dimi­nuem nossas chances de ser feliz.

É o caso da sogra que não consegue aceitar seu genro porque ele é do tipo que usa uma porção de brincos, um piercing no nariz e algum escondido em outra parte do corpo. Ela está apenas atacando sua própria capacidade de amar. Sua rejeição não mu­dará o genro nem o amor que sua filha sente por ele — apenas a afastará do amor da filha.

O rio e o leão

Depois de uma grande enchente, o leão viu-se cercado por um rio e ficou sem saber como sair dali. Nadar não era de sua natureza, mas só lhe restavam duas opções: atravessar o rio ou morrer. O leão urrou, mergulhou na água, quase se afogou, mas não conseguiu atravessar. Exausto, deitou para descansar. Foi quando escutou o rio dizer:

— Jamais lute com o que não está presente.

Cautelosamente, o animal olhou em volta e perguntou:

— O que não está aqui?

— O seu inimigo não está aqui — respondeu o rio. — Assim como você é um leão, eu sou apenas um rio.

Ao ouvir isso, o leão, muito sereno, começou a estudar as características do rio. Logo identificou um certo ponto em que a correnteza empurrava para a margem e, entrando na água, conseguiu boiar até o outro lado.

Um

Primeiros passos rumo ao desprendimento

Na natureza humana, todos buscamos a simplicidade e a verdade. Mas as mensagens que recebemos nos impelem à guer­ra: “Fique ressentido com o passado”, “Seja ansioso em rela­ção ao futuro”, “Tenha apetite pelo que você não vê”, “Sinta insa­tis­fação com o que vê”, “Sinta culpa”, “Seja correto”, “Esquente a cabeça”.

No mundo animal, não há necessidade de conquistar mais do que se tem. A simplicidade da chuva, a luz de uma estrela, a leveza de um pássaro, a persistência de uma formiga — tudo isso sim­plesmente é.

Tudo é uma questão de ponto de vista. Afinal, cuecas espalha­das pelo chão podem acabar com um casamento… mas, aos olhos dos cachorros, elas não seriam motivo para briga, e sim para brincadeiras. A maioria dos animais desfruta enorme liberdade e pureza, características que, acredito, nós também podemos ex­pe­rimentar. Basta relaxar a mente e, aos poucos, reaprender a desfrutar a integridade, a felicidade e a simplicidade perdidas.

Muitas vezes rejeitamos as pessoas que estão em nossas vidas, não sabemos se as queremos ao nosso lado, desejamos estar com outras pessoas, imaginamos se e até quando esse relacionamento vai durar e por aí vai. O resultado dessas inquietações é que, quando nos preocupamos com o que queremos ou não de alguém ou com o que aprovamos ou não nessa pessoa, deixamos de ver sua bondade, sua astúcia, sua delicadeza, sua tristeza ou seja lá o que for que ela tenha a oferecer. Isso complica desne­cessariamente as nossas vidas e bloqueia a alegria de viver e a paz de espírito.

John e o caminhão

Nosso filho John tinha 2 anos quando fomos morar em Santa Fé, Novo México. Um dia, estávamos na calçada, esperando o sinal fechar, quando um caminhão enorme começou a virar na esquina bem no instante em que o sinal ficou vermelho. Tive que aguardar o caminhão passar. Nesse momento, ouvi John dizer:

— Caminhão grande!

Olhei para baixo e vi que seus olhinhos estavam brilhando de prazer. Olhei novamente para aquele enorme caminhão que passava tão perto que poderia tocá-lo se desse um passo à frente. E, finalmente, o vi em toda sua majestade. Parecia a nave de um filme do tipo Guerra nas Estrelas.

Não havia percebido isso antes. Talvez porque estivesse pensando que aquele caminhão não deveria estar ali atrapalhando meu caminho, ou que eu tinha algo bem mais importante a fazer do que esperá-lo passar. Esses pensamentos impediram que eu aproveitasse o prazer daquele momento, de pé, na calçada, ao lado de meu filho, segurando sua mãozinha. São o que chamo de pensamentos desnecessários — o tipo que as criancinhas têm pouquíssimos, se é que têm algum, e, por isso, em geral, são objetivas e felizes.

Uma mente tranquila vê o que está aqui. Uma mente ocupada vê o que não está aqui. Aquele que está presente é nada mais, nada menos, do que aquele que está presente. Portanto, você pode pensar o que quiser sobre as pessoas, mas saiba que isso não vai transformá-las.

Nossa vida é cheia de batalhas inúteis exatamente porque nossa mente é cheia de pensamentos inúteis. Sofremos por his­tórias infelizes do passado como se elas ainda estivessem aconte­cendo e temos o hábito de ficar ruminando sobre o que acaba­mos de fazer. É preciso esvaziar a mente. Quando não consegui­mos nos desvencilhar dos pensamentos negativos, eles dimi­nuem nossas chances de ser feliz.

É o caso da sogra que não consegue aceitar seu genro porque ele é do tipo que usa uma porção de brincos, um piercing no nariz e algum escondido em outra parte do corpo. Ela está apenas atacando sua própria capacidade de amar. Sua rejeição não mu­dará o genro nem o amor que sua filha sente por ele — apenas a afastará do amor da filha.

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Hugh Prather

Sobre o autor

Hugh Prather

Foi ministro da Igreja Metodista Unida, colaborou para colunas mensais no site BeliefNet.com e apresentava o programa diário na "Vivendo na Luz" da Windsom Radio Network e Webcast. É autor dos livros Não leve a vida tão a sério, Como ser feliz apesar de tudo, A arte da serenidade, Aprenda a viver em paz e Aprenda a escutar seu coração, todos publicados no Brasil pela Editora Sextante. Seus livros contêm ensinamentos sobre espiritualidade, autoconhecimento e busca da felicidade.  

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