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RELIGIÃO

O poder da personalidade de Jesus

O poder da personalidade de Jesus

MARK W. BAKER

Uma visão inspiradora de como Cristo se relacionava com as pessoas e as transformava através do amor

Uma visão inspiradora de como Cristo se relacionava com as pessoas e as transformava através do amor

O poder que gera vida através dos relacionamentos é o principal ingrediente da verdadeira felicidade, aquela que nos preenche e nos realiza. Jesus é o melhor modelo que já existiu para se viver em contato com Deus e com as pessoas. E ele oferece a todos sua amizade. Cabe a nós aceitá-la.

Jesus foi o homem mais poderoso e influente que já existiu. Mas seu poder, no entanto, não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio de seus gestos de generosidade e amor.

É sobre essa forma de poder – o dom de inspirar, de gerar mudanças, de influenciar – que Mark Baker se debruça nesta obra. Com a experiência que adquiriu ao longo de seus quase 30 anos como terapeuta, ele mostra como o exemplo de Jesus pode nos ajudar a criar relações mais profundas e verdadeiras.

Este livro se concentra no aspecto humano da vida de Cristo, na maneira como ele se relacionava com os outros e lidava com as situações. A partir do profundo conhecimento do autor sobre as histórias da Bíblia, ele nos ensina que seguir o comportamento de Jesus pode ser a chave para uma existência saudável, feliz e bem-sucedida.

Ao vir para a Terra, o filho de Deus não queria dominar as pessoas. Sua meta era transformar seus corações. E com a força de seus princípios, suas atitudes e sua mensagem, ele deixou um legado que transformou a humanidade.

****

Estamos acostumados a ouvir relatos sobre os milagres e as grandes realizações de Jesus, mas talvez o aspecto mais notável de sua trajetória seja sua capacidade de espalhar o amor e de transformar as pessoas através de seus atos de generosidade.

Apesar de ser filho de Deus, Jesus escolheu viver como um homem humilde, cujo maior objetivo era enriquecer a alma daqueles que estavam à sua volta. A maneira como ele se relacionava com os outros é uma poderosa fonte de inspiração para todos nós.

Neste livro, Mark Baker analisa a vida humana de Jesus e nos mostra como podemos usar seu exemplo para melhorar nossos relacionamentos. A partir de sua experiência como terapeuta e de seu profundo conhecimento da Bíblia, o autor conta diversas histórias reais, examinando o comportamento das pessoas à luz dos ensinamentos de Cristo.

Dessa forma, você vai descobrir que, para conquistar uma vida plena, com relacionamentos realmente gratificantes, é preciso muito mais do que exercer influência sobre as pessoas: é preciso tocar seu coração – assim como Jesus fez.

O poder que gera vida através dos relacionamentos é o principal ingrediente da verdadeira felicidade, aquela que nos preenche e nos realiza. Jesus é o melhor modelo que já existiu para se viver em contato com Deus e com as pessoas. E ele oferece a todos sua amizade. Cabe a nós aceitá-la.

Jesus foi o homem mais poderoso e influente que já existiu. Mas seu poder, no entanto, não residia em sua capacidade de dominar as pessoas, mas em sua habilidade de transformá-las por meio de seus gestos de generosidade e amor.

É sobre essa forma de poder – o dom de inspirar, de gerar mudanças, de influenciar – que Mark Baker se debruça nesta obra. Com a experiência que adquiriu ao longo de seus quase 30 anos como terapeuta, ele mostra como o exemplo de Jesus pode nos ajudar a criar relações mais profundas e verdadeiras.

Este livro se concentra no aspecto humano da vida de Cristo, na maneira como ele se relacionava com os outros e lidava com as situações. A partir do profundo conhecimento do autor sobre as histórias da Bíblia, ele nos ensina que seguir o comportamento de Jesus pode ser a chave para uma existência saudável, feliz e bem-sucedida.

Ao vir para a Terra, o filho de Deus não queria dominar as pessoas. Sua meta era transformar seus corações. E com a força de seus princípios, suas atitudes e sua mensagem, ele deixou um legado que transformou a humanidade.

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Estamos acostumados a ouvir relatos sobre os milagres e as grandes realizações de Jesus, mas talvez o aspecto mais notável de sua trajetória seja sua capacidade de espalhar o amor e de transformar as pessoas através de seus atos de generosidade.

Apesar de ser filho de Deus, Jesus escolheu viver como um homem humilde, cujo maior objetivo era enriquecer a alma daqueles que estavam à sua volta. A maneira como ele se relacionava com os outros é uma poderosa fonte de inspiração para todos nós.

Neste livro, Mark Baker analisa a vida humana de Jesus e nos mostra como podemos usar seu exemplo para melhorar nossos relacionamentos. A partir de sua experiência como terapeuta e de seu profundo conhecimento da Bíblia, o autor conta diversas histórias reais, examinando o comportamento das pessoas à luz dos ensinamentos de Cristo.

Dessa forma, você vai descobrir que, para conquistar uma vida plena, com relacionamentos realmente gratificantes, é preciso muito mais do que exercer influência sobre as pessoas: é preciso tocar seu coração – assim como Jesus fez.

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Ficha técnica
Lançamento 16/08/2013
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 176
Peso 200 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-969-3
EAN 9788575429693
Preço R$ 29,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788575429730
Preço R$ 19,99
Lançamento 16/08/2013
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 176
Peso 200 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-969-3
EAN 9788575429693
Preço R$ 29,90

E-book

eISBN 9788575429730
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

Introdução

Se eu soubesse o título do maior best-seller do seu país, você não iria me perguntar que livro é esse? E se eu lhe dissesse que é o livro mais vendido em seu país há muitos anos, você não iria querer um exemplar? E se eu ainda acrescentasse que esse mesmo livro é o mais vendido no mundo, você não iria querer lê-lo? Pois então: esse livro é a Bíblia. Nenhum outro livro teve tanto impacto desde a invenção da imprensa do que esse que conta a história de um mestre judeu itinerante chamado Jesus.

Postei esse mesmo comentário em um site da internet há cerca de dois anos. Eu tinha sido convidado pelo site a participar de um debate como especialista, por ser psicólogo clínico, e mencionei na ocasião que a Bíblia continua vendendo como “pão quente” a cada ano que passa. Imediatamente, recebi o comentário de uma mulher que chamarei de Amanda. A mensagem dela tinha um assunto: “Pão quente? Tem certeza?” Ela se ofendeu com a minha referência à Bíblia e a pôs em dúvida.¹ Eu lhe respondi afirmando que a Bíblia vende pelo menos 25 milhões de exemplares por ano, em mais de 100 idiomas, e que, apesar da crítica atual a toda religião organizada, ela ainda é o maior best-seller do planeta. Afirmei também que achava que as pessoas deveriam lê-la, se tivessem o mínimo interessse em espiritualidade. Trocamos opiniões mais algumas vezes, porém Amanda não aceitou nada do que eu disse, pois, aparentemente, já tinha uma opinião formada sobre a Bíblia e não estava aberta a discussões.

Alguns meses mais tarde, reparei que Amanda tinha postado um comentário de cunho muito pessoal naquele site. Ela perdera uma amiga íntima e resolveu pegar uma Bíblia que estava jogada em algum canto da casa. Contou que aquele livro a tocou tanto que não conseguia parar de chorar. Amanda ainda disse algumas coisas negativas sobre as pessoas religiosas, mas queria que todos soubessem que ela tinha se convertido pelo impacto poderoso que a Bíblia pode ter na vida das pessoas em situação de crise.

Perto do final da história de Jesus, seus seguidores mais próximos se reuniram com ele no Jardim do Getsêmani. Enquanto Jesus orava, eles pensavam no que estava para acontecer com ele. Os discípulos tinham largado tudo para segui-lo, e esperavam que ele estabelecesse algum tipo de estrutura de poder sob a qual eles o servissem. Pedro, um dos amigos mais íntimos de Jesus e a personalidade mais forte do grupo, afirmou que estava preparado para tudo. Ele chegou a prometer a Jesus: “Mesmo que seja preciso que eu morra contigo, nunca te negarei” (Mateus 26:35).

Quando os guardas vieram prender Jesus, Pedro tentou assumir o controle da situação. Ele conhecia o poder de seu Mestre e sabia que ele poderia facilmente derrubar aquele pelotão de soldados. Mesmo assim, sacou a espada e cortou a orelha de um dos atacantes.

Jesus o repreendeu imediatamente e mandou que recolhesse a espada. Disse a Pedro que, se fosse da sua vontade, ele poderia dominar aquela multidão com seu próprio exército de milhares de anjos. Mas não quis. Em vez disso, curou a orelha do homem ferido e disse: “Todos os que empunham a espada, pela espada morrerão” (Mateus 26:52). Quando Jesus estava sendo amarrado e preso, seus discípulos fizeram a única coisa que acharam que podiam fazer naquela situa­ção: fugiram.

Assim como Amanda, eles não entenderam logo. Jesus era a pessoa mais poderosa que já tinham conhecido, e, no entanto, sua ideia sobre poder era muito diferente da de seus seguidores. Estes não entendiam como era possível ter todo o poder do mundo e não usá-lo para dominar alguém quando a situação exigisse. Os judeus estavam sendo oprimidos social e economicamente, e os discípulos sabiam que alguma coisa precisava ser feita a respeito disso. Jesus tinha um poder ilimitado, e com certeza poderia usá-lo para corrigir as injustiças sociais e econômicas visíveis para todos. Eles esperavam que Jesus exercesse seu poder sobre os dominadores do povo judeu, por causa dos benefícios que isso traria. Mas Jesus não o fez. E por essa razão todos desertaram. Pedro chegou a negar que conhecia Jesus – três vezes!

Jesus sabia bem o que estava para acontecer com ele, e sabia que precisava se submeter às pessoas que queriam matá-lo. Ele agiu assim para cumprir o plano de Deus para sua vida e sua obra sobre a Terra. Mas ele estava nos ensinando também sobre poder. Ele não estava apenas falando sobre poder; ele o estava vivendo. A maneira como Jesus exerceu esse impacto sobre a história foi tão poderosa que, no princípio, pouca gente entendeu. Ele não dominou os que vieram para prendê-lo porque entendia que dominar os outros não é a maior nem a melhor forma de poder.

O resto da história todo mundo conhece. Jesus nunca estabeleceu o poder político que seus seguidores esperavam. Ele foi crucificado entre dois ladrões comuns. Porém, depois de sua morte, cada um dos discípulos mais próximos sofreu o tremendo impacto do encontro pessoal com Jesus. Um impacto que mudou suas vidas. A partir daí, e da vinda do Espírito Santo em Pentecostes, perderam o medo e saíram contando a todo mundo como suas vidas tinham sido poderosamente transformadas por Jesus. A mensagem que eles pregavam era tão forte que se alastrou como fogo na mata, até mesmo entre alguns da agressiva oposição.

Seus discípulos fugiram do jardim primeiramente porque até aquele momento eles só conheciam o poder sobre os outros. Foi só depois da morte e ressurreição de Jesus que eles entenderam a importância do poder com os outros. Jesus não estava interessado em dominar. Sua meta era a transformação dos corações humanos. Jesus não precisava controlar as pessoas pelo medo; ele podia transformá-las pelo amor e assim alcançar muito mais. Embora os seus seguidores mais próximos não tivessem entendido a princípio, a sua abordagem do poder foi a mais bem-sucedida que o mundo já conheceu.

Os capítulos seguintes falam do poder pessoal com base na vida de Jesus. Embora eu acredite que Jesus seja Deus, vou focalizar, na maior parte das vezes, a sua humanidade. Vou me concentrar no poder “pessoal” de Jesus, na forma como ele se relacionava com os outros como pessoa humana. Muitos livros foram escritos falando de seu poder divino e de seu poder miraculoso, mas este livro trata da maneira como ele era poderoso no seu relacionamento humano com as pessoas. Há muita coisa que nós podemos aprender com o comportamento de Jesus como homem entre nós. Veremos como podemos nos beneficiar da brilhante psicologia contida em seu ensinamento sobre o poder. Não se preocupe se achar meio confuso no início. Você estará em boa companhia se não compreender Jesus de imediato.

Ao longo do livro, vou me referir ao best-seller que mencionei anteriormente – a Bíblia. Embora eu tenha passado muitos anos estudando em seminário, não é preciso nenhum conhecimento teológico para ler esse livro. Mesmo que você não tenha certeza de como se sente em relação a Jesus, será possível surpreender-se com o quanto pode crescer ao tomar conhecimento do que ele tem a transmitir sobre poder pessoal.

Introdução

Se eu soubesse o título do maior best-seller do seu país, você não iria me perguntar que livro é esse? E se eu lhe dissesse que é o livro mais vendido em seu país há muitos anos, você não iria querer um exemplar? E se eu ainda acrescentasse que esse mesmo livro é o mais vendido no mundo, você não iria querer lê-lo? Pois então: esse livro é a Bíblia. Nenhum outro livro teve tanto impacto desde a invenção da imprensa do que esse que conta a história de um mestre judeu itinerante chamado Jesus.

Postei esse mesmo comentário em um site da internet há cerca de dois anos. Eu tinha sido convidado pelo site a participar de um debate como especialista, por ser psicólogo clínico, e mencionei na ocasião que a Bíblia continua vendendo como “pão quente” a cada ano que passa. Imediatamente, recebi o comentário de uma mulher que chamarei de Amanda. A mensagem dela tinha um assunto: “Pão quente? Tem certeza?” Ela se ofendeu com a minha referência à Bíblia e a pôs em dúvida.¹ Eu lhe respondi afirmando que a Bíblia vende pelo menos 25 milhões de exemplares por ano, em mais de 100 idiomas, e que, apesar da crítica atual a toda religião organizada, ela ainda é o maior best-seller do planeta. Afirmei também que achava que as pessoas deveriam lê-la, se tivessem o mínimo interessse em espiritualidade. Trocamos opiniões mais algumas vezes, porém Amanda não aceitou nada do que eu disse, pois, aparentemente, já tinha uma opinião formada sobre a Bíblia e não estava aberta a discussões.

Alguns meses mais tarde, reparei que Amanda tinha postado um comentário de cunho muito pessoal naquele site. Ela perdera uma amiga íntima e resolveu pegar uma Bíblia que estava jogada em algum canto da casa. Contou que aquele livro a tocou tanto que não conseguia parar de chorar. Amanda ainda disse algumas coisas negativas sobre as pessoas religiosas, mas queria que todos soubessem que ela tinha se convertido pelo impacto poderoso que a Bíblia pode ter na vida das pessoas em situação de crise.

Perto do final da história de Jesus, seus seguidores mais próximos se reuniram com ele no Jardim do Getsêmani. Enquanto Jesus orava, eles pensavam no que estava para acontecer com ele. Os discípulos tinham largado tudo para segui-lo, e esperavam que ele estabelecesse algum tipo de estrutura de poder sob a qual eles o servissem. Pedro, um dos amigos mais íntimos de Jesus e a personalidade mais forte do grupo, afirmou que estava preparado para tudo. Ele chegou a prometer a Jesus: “Mesmo que seja preciso que eu morra contigo, nunca te negarei” (Mateus 26:35).

Quando os guardas vieram prender Jesus, Pedro tentou assumir o controle da situação. Ele conhecia o poder de seu Mestre e sabia que ele poderia facilmente derrubar aquele pelotão de soldados. Mesmo assim, sacou a espada e cortou a orelha de um dos atacantes.

Jesus o repreendeu imediatamente e mandou que recolhesse a espada. Disse a Pedro que, se fosse da sua vontade, ele poderia dominar aquela multidão com seu próprio exército de milhares de anjos. Mas não quis. Em vez disso, curou a orelha do homem ferido e disse: “Todos os que empunham a espada, pela espada morrerão” (Mateus 26:52). Quando Jesus estava sendo amarrado e preso, seus discípulos fizeram a única coisa que acharam que podiam fazer naquela situa­ção: fugiram.

Assim como Amanda, eles não entenderam logo. Jesus era a pessoa mais poderosa que já tinham conhecido, e, no entanto, sua ideia sobre poder era muito diferente da de seus seguidores. Estes não entendiam como era possível ter todo o poder do mundo e não usá-lo para dominar alguém quando a situação exigisse. Os judeus estavam sendo oprimidos social e economicamente, e os discípulos sabiam que alguma coisa precisava ser feita a respeito disso. Jesus tinha um poder ilimitado, e com certeza poderia usá-lo para corrigir as injustiças sociais e econômicas visíveis para todos. Eles esperavam que Jesus exercesse seu poder sobre os dominadores do povo judeu, por causa dos benefícios que isso traria. Mas Jesus não o fez. E por essa razão todos desertaram. Pedro chegou a negar que conhecia Jesus – três vezes!

Jesus sabia bem o que estava para acontecer com ele, e sabia que precisava se submeter às pessoas que queriam matá-lo. Ele agiu assim para cumprir o plano de Deus para sua vida e sua obra sobre a Terra. Mas ele estava nos ensinando também sobre poder. Ele não estava apenas falando sobre poder; ele o estava vivendo. A maneira como Jesus exerceu esse impacto sobre a história foi tão poderosa que, no princípio, pouca gente entendeu. Ele não dominou os que vieram para prendê-lo porque entendia que dominar os outros não é a maior nem a melhor forma de poder.

O resto da história todo mundo conhece. Jesus nunca estabeleceu o poder político que seus seguidores esperavam. Ele foi crucificado entre dois ladrões comuns. Porém, depois de sua morte, cada um dos discípulos mais próximos sofreu o tremendo impacto do encontro pessoal com Jesus. Um impacto que mudou suas vidas. A partir daí, e da vinda do Espírito Santo em Pentecostes, perderam o medo e saíram contando a todo mundo como suas vidas tinham sido poderosamente transformadas por Jesus. A mensagem que eles pregavam era tão forte que se alastrou como fogo na mata, até mesmo entre alguns da agressiva oposição.

Seus discípulos fugiram do jardim primeiramente porque até aquele momento eles só conheciam o poder sobre os outros. Foi só depois da morte e ressurreição de Jesus que eles entenderam a importância do poder com os outros. Jesus não estava interessado em dominar. Sua meta era a transformação dos corações humanos. Jesus não precisava controlar as pessoas pelo medo; ele podia transformá-las pelo amor e assim alcançar muito mais. Embora os seus seguidores mais próximos não tivessem entendido a princípio, a sua abordagem do poder foi a mais bem-sucedida que o mundo já conheceu.

Os capítulos seguintes falam do poder pessoal com base na vida de Jesus. Embora eu acredite que Jesus seja Deus, vou focalizar, na maior parte das vezes, a sua humanidade. Vou me concentrar no poder “pessoal” de Jesus, na forma como ele se relacionava com os outros como pessoa humana. Muitos livros foram escritos falando de seu poder divino e de seu poder miraculoso, mas este livro trata da maneira como ele era poderoso no seu relacionamento humano com as pessoas. Há muita coisa que nós podemos aprender com o comportamento de Jesus como homem entre nós. Veremos como podemos nos beneficiar da brilhante psicologia contida em seu ensinamento sobre o poder. Não se preocupe se achar meio confuso no início. Você estará em boa companhia se não compreender Jesus de imediato.

Ao longo do livro, vou me referir ao best-seller que mencionei anteriormente – a Bíblia. Embora eu tenha passado muitos anos estudando em seminário, não é preciso nenhum conhecimento teológico para ler esse livro. Mesmo que você não tenha certeza de como se sente em relação a Jesus, será possível surpreender-se com o quanto pode crescer ao tomar conhecimento do que ele tem a transmitir sobre poder pessoal.

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Mark W. Baker

Sobre o autor

Mark W. Baker

Diretor-executivo da clínica La Vie Counseling Center e tem um consultório particular em Santa Monica, Califórnia. Ele é muito solicitado como orador em igrejas, faculdades e reuniões de psicologia.

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