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NEGÓCIOS

Oportunidades disfarçadas

Oportunidades disfarçadas

CARLOS DOMINGOS

Histórias reais de empresas que transformaram problemas em grandes oportunidades

Histórias reais de empresas que transformaram problemas em grandes oportunidades

“Melhor que qualquer antidepressivo!” – Eugênio Staub, Presidente da Gradiente

 “Pitadas de otimismo, risco, ousadia, coragem, visão e criatividade. O livro é uma oportunidade disfarçada para os inquietos enxergarem além das evidências.” – Michael Klein, Diretor Executivo das Casas Bahia

 “Do título ao conteúdo, ele é brilhante.” – Viviane Senna, Presidente do Instituto Ayrton Senna

“Histórias reais de pessoas e empresas que, em meio a grandes crises, foram capazes de se superar com determinação e criatividade.” – Márcio Cypriano, Ex-presidente do Bradesco

Em momentos de crise, o melhor a fazer é não se arriscar, certo? Errado. Essa é a hora de sair à procura de boas oportunidades de ganhar dinheiro.

Oportunidades disfarçadas é um verdadeiro catálogo de idéias criativas e soluções originais para as mais variadas dificuldades vividas por empresas de todos os tamanhos.

Resultado de sete anos de pesquisa, este livro reúne 200 casos reais de companhias e pessoas que transformaram grandes problemas nas melhores chances de suas vidas.

Você vai se surpreender com histórias como a do vendedor de enciclopédias quase falido que, para atrair as compradoras, dava perfumes de brinde. O sucesso da fragrância foi tão grande que ele percebeu que o melhor seria mudar de ramo. Nascia, assim, a Avon.

 Esta é uma leitura obrigatória para executivos, empresários e todo profissional que busca sobreviver à atual crise financeira e vencer no mundo competitivo em que vivemos.

“Melhor que qualquer antidepressivo!” – Eugênio Staub, Presidente da Gradiente

 “Pitadas de otimismo, risco, ousadia, coragem, visão e criatividade. O livro é uma oportunidade disfarçada para os inquietos enxergarem além das evidências.” – Michael Klein, Diretor Executivo das Casas Bahia

 “Do título ao conteúdo, ele é brilhante.” – Viviane Senna, Presidente do Instituto Ayrton Senna

“Histórias reais de pessoas e empresas que, em meio a grandes crises, foram capazes de se superar com determinação e criatividade.” – Márcio Cypriano, Ex-presidente do Bradesco

Em momentos de crise, o melhor a fazer é não se arriscar, certo? Errado. Essa é a hora de sair à procura de boas oportunidades de ganhar dinheiro.

Oportunidades disfarçadas é um verdadeiro catálogo de idéias criativas e soluções originais para as mais variadas dificuldades vividas por empresas de todos os tamanhos.

Resultado de sete anos de pesquisa, este livro reúne 200 casos reais de companhias e pessoas que transformaram grandes problemas nas melhores chances de suas vidas.

Você vai se surpreender com histórias como a do vendedor de enciclopédias quase falido que, para atrair as compradoras, dava perfumes de brinde. O sucesso da fragrância foi tão grande que ele percebeu que o melhor seria mudar de ramo. Nascia, assim, a Avon.

 Esta é uma leitura obrigatória para executivos, empresários e todo profissional que busca sobreviver à atual crise financeira e vencer no mundo competitivo em que vivemos.

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Ficha técnica
Lançamento 23/06/2011
Título original OPORTUNIDADES DISFARÇADAS
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 304
Peso 280 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-485-8
EAN 9788575424858
Preço R$ 49,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788575428979
Preço R$ 29,99
Lançamento 23/06/2011
Título original OPORTUNIDADES DISFARÇADAS
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 304
Peso 280 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-7542-485-8
EAN 9788575424858
Preço R$ 49,90

E-book

eISBN 9788575428979
Preço R$ 29,99

Leia um trecho do livro

Introdução

Em maio de 2001, o en­tão pre­si­den­te do Valor Econômico, Flávio Pestana, me con­vi­dou pa­ra es­cre­ver uma co­lu­na quin­ze­nal so­bre mar­ke­ting.

Meus pri­mei­ros ar­ti­gos fa­la­vam de ten­dên­cias da co­mu­ni­cação, mu­dan­ças de há­bi­tos de con­su­mo e es­tra­té­gias de lan­ça­mento de pro­du­tos. Para ca­da tex­to, re­ce­bi em mé­dia se­te ou oi­to e-mails de leitores.

Mas tu­do mu­dou ra­di­cal­men­te quan­do, em agos­to do mes­mo ano, pu­bli­quei o pri­mei­ro ar­ti­go in­ti­tu­la­do “Oportunidades disfarçadas”. Ainda de for­ma in­ci­pien­te, o tex­to re­la­ta­va co­mo as mar­cas Fanta, Nescafé, Bombril, Dixie e Swatch triun­fa­ram na adversidade.

Pa­ra mi­nha sur­pre­sa, re­ce­bi 183 e-mails. Isso mes­mo: qua­se duas cen­te­nas de lei­to­res man­da­ram co­men­tá­rios e elo­gios ou so­li­ci­ta­ram o en­vio do artigo.

Eram exe­cu­ti­vos, pe­que­nos e mé­dios em­pre­sá­rios, es­tu­dan­tes de ad­mi­nis­tra­ção, pro­fis­sio­nais li­be­rais, gen­te de to­do ti­po in­te­ra­gin­do e dan­do de­poi­men­tos emo­cio­nan­tes. Houve até o ca­so de uma pe­que­na em­pre­sá­ria que me es­cre­veu di­zen­do que não iria mais fe­char sua em­pre­sa, por­que o ar­ti­go a fi­ze­ra mu­dar de idéia.

Incentivado pe­la re­per­cus­são, pu­bli­quei um se­gun­do ar­ti­go, com os ca­sos da Avon, Gillette, Levi’s, Apple, Walkman e Lacoste. O re­tor­no foi ain­da mais im­pres­sio­nan­te: 240 pes­soas me en­via­ram e-mails. Um vo­lu­me mui­to ex­pres­si­vo, prin­ci­pal­men­te se vo­cê con­si­de­rar que o Valor é um jor­nal vol­ta­do pa­ra o pú­bli­co em­pre­sa­rial (pa­ra efei­to de com­pa­ra­ção, a re­vis­ta Veja re­ce­be em mé­dia 180 e-mails co­men­tan­do a ma­té­ria prin­ci­pal da semana).

Continuei a le­van­tar no­vos ca­sos e a pu­bli­car os tex­tos. Ao to­do, fo­ram 18 ar­ti­gos da sé­rie, pe­los quais re­ce­bi na­da me­nos que 1.523 e-mails. Tamanha re­cep­ti­vi­da­de me mo­ti­vou a es­cre­ver es­te livro.

Mergulhei en­tão nu­ma tra­ba­lho­sa, so­li­tá­ria e ob­ses­si­va via­gem, que me con­su­miu se­te anos de pesquisa.

O re­sul­ta­do es­tá nas suas mãos: um li­vro ri­co e en­xu­to, den­so mas agra­dá­vel e, em es­pe­cial, mui­to ins­pi­ra­dor. Um ver­da­dei­ro ca­tá­lo­go de saí­das cria­ti­vas pa­ra as mais di­fe­ren­tes di­fi­cul­da­des vi­vi­das por em­pre­sas de di­ver­sas épo­cas e tamanhos.

Tentando iden­ti­fi­car a ra­zão de tan­to in­te­res­se por ca­sos des­se ti­po, che­guei à se­guin­te con­clu­são: os em­pre­sá­rios e exe­cu­ti­vos es­tão de­so­rien­ta­dos, an­gus­tia­dos e exaus­tos com as me­tas agres­si­vas, a con­cor­rên­cia fe­roz, as cri­ses fre­qüen­tes e o mer­ca­do ca­da vez mais hos­til. Sentem-se tão pres­sio­na­dos e de­sam­pa­ra­dos que, mui­tas ve­zes, du­vi­dam que pos­sa exis­tir uma luz no fim do tú­nel. Em mo­men­tos as­sim, des­co­brir que ou­tras pes­soas vi­ve­ram pro­ble­mas se­me­lhan­tes e saí­ram vi­to­rio­sas ser­ve de es­tí­mu­lo. Saber que em­pre­sas ho­je con­sa­gra­das já fo­ram pe­que­nas, frá­geis e pro­ble­má­ti­cas aju­da a com­preen­der que to­dos pas­sam por di­fi­cul­da­des. Por fim, con­cluir que o so­fri­men­to po­de ser um alia­do no ca­mi­nho pa­ra o su­ces­so é al­ta­men­te revelador.

O pri­mei­ro be­ne­fi­cia­do por es­te li­vro fui eu mes­mo. Nos úl­ti­mos anos, o mun­do da co­mu­ni­ca­ção pas­sou por sé­rias trans­for­ma­ções. No co­man­do de mi­nha agên­cia, en­fren­tei to­do ti­po de ad­ver­si­da­de: ex­ces­so de con­cor­rên­cia, prá­ti­cas des­leais, acha­ta­men­to das ta­xas de re­mu­ne­ra­ção e das ver­bas de mar­ke­ting, sur­gi­men­to de no­vas mí­dias e as­sim por dian­te. Tanta tur­bu­lên­cia me fa­zia às ve­zes ser to­ma­do por pes­si­mis­mo e in­se­gu­ran­ça com re­la­ção ao fu­tu­ro de meu ne­gó­cio. Ao to­mar co­nhe­ci­men­to dos ca­sos que pes­qui­sa­va, me sen­tia mais con­fian­te e ca­paz. Com­preendia que não es­ta­va so­zi­nho. Pelo con­trá­rio: es­ta­va acom­pa­nha­do pe­los maio­res exe­cu­ti­vos de to­dos os tem­pos. Foram eles que me de­ram for­ça pa­ra se­guir em fren­te. Acredito que o mes­mo pos­sa acon­te­cer com você.

Por fim, pos­so di­zer que es­te li­vro tam­bém é um exem­plo de opor­tu­ni­da­de dis­far­ça­da: havia um pro­ble­ma – en­con­trar as­sun­to pa­ra re­chear ar­ti­gos num jor­nal – e minha saí­da não ape­nas ge­rou con­teú­do pa­ra diversos ar­ti­gos, co­mo aca­bou dan­do ori­gem a um li­vro in­tei­ro. Boa leitura.

Introdução

Em maio de 2001, o en­tão pre­si­den­te do Valor Econômico, Flávio Pestana, me con­vi­dou pa­ra es­cre­ver uma co­lu­na quin­ze­nal so­bre mar­ke­ting.

Meus pri­mei­ros ar­ti­gos fa­la­vam de ten­dên­cias da co­mu­ni­cação, mu­dan­ças de há­bi­tos de con­su­mo e es­tra­té­gias de lan­ça­mento de pro­du­tos. Para ca­da tex­to, re­ce­bi em mé­dia se­te ou oi­to e-mails de leitores.

Mas tu­do mu­dou ra­di­cal­men­te quan­do, em agos­to do mes­mo ano, pu­bli­quei o pri­mei­ro ar­ti­go in­ti­tu­la­do “Oportunidades disfarçadas”. Ainda de for­ma in­ci­pien­te, o tex­to re­la­ta­va co­mo as mar­cas Fanta, Nescafé, Bombril, Dixie e Swatch triun­fa­ram na adversidade.

Pa­ra mi­nha sur­pre­sa, re­ce­bi 183 e-mails. Isso mes­mo: qua­se duas cen­te­nas de lei­to­res man­da­ram co­men­tá­rios e elo­gios ou so­li­ci­ta­ram o en­vio do artigo.

Eram exe­cu­ti­vos, pe­que­nos e mé­dios em­pre­sá­rios, es­tu­dan­tes de ad­mi­nis­tra­ção, pro­fis­sio­nais li­be­rais, gen­te de to­do ti­po in­te­ra­gin­do e dan­do de­poi­men­tos emo­cio­nan­tes. Houve até o ca­so de uma pe­que­na em­pre­sá­ria que me es­cre­veu di­zen­do que não iria mais fe­char sua em­pre­sa, por­que o ar­ti­go a fi­ze­ra mu­dar de idéia.

Incentivado pe­la re­per­cus­são, pu­bli­quei um se­gun­do ar­ti­go, com os ca­sos da Avon, Gillette, Levi’s, Apple, Walkman e Lacoste. O re­tor­no foi ain­da mais im­pres­sio­nan­te: 240 pes­soas me en­via­ram e-mails. Um vo­lu­me mui­to ex­pres­si­vo, prin­ci­pal­men­te se vo­cê con­si­de­rar que o Valor é um jor­nal vol­ta­do pa­ra o pú­bli­co em­pre­sa­rial (pa­ra efei­to de com­pa­ra­ção, a re­vis­ta Veja re­ce­be em mé­dia 180 e-mails co­men­tan­do a ma­té­ria prin­ci­pal da semana).

Continuei a le­van­tar no­vos ca­sos e a pu­bli­car os tex­tos. Ao to­do, fo­ram 18 ar­ti­gos da sé­rie, pe­los quais re­ce­bi na­da me­nos que 1.523 e-mails. Tamanha re­cep­ti­vi­da­de me mo­ti­vou a es­cre­ver es­te livro.

Mergulhei en­tão nu­ma tra­ba­lho­sa, so­li­tá­ria e ob­ses­si­va via­gem, que me con­su­miu se­te anos de pesquisa.

O re­sul­ta­do es­tá nas suas mãos: um li­vro ri­co e en­xu­to, den­so mas agra­dá­vel e, em es­pe­cial, mui­to ins­pi­ra­dor. Um ver­da­dei­ro ca­tá­lo­go de saí­das cria­ti­vas pa­ra as mais di­fe­ren­tes di­fi­cul­da­des vi­vi­das por em­pre­sas de di­ver­sas épo­cas e tamanhos.

Tentando iden­ti­fi­car a ra­zão de tan­to in­te­res­se por ca­sos des­se ti­po, che­guei à se­guin­te con­clu­são: os em­pre­sá­rios e exe­cu­ti­vos es­tão de­so­rien­ta­dos, an­gus­tia­dos e exaus­tos com as me­tas agres­si­vas, a con­cor­rên­cia fe­roz, as cri­ses fre­qüen­tes e o mer­ca­do ca­da vez mais hos­til. Sentem-se tão pres­sio­na­dos e de­sam­pa­ra­dos que, mui­tas ve­zes, du­vi­dam que pos­sa exis­tir uma luz no fim do tú­nel. Em mo­men­tos as­sim, des­co­brir que ou­tras pes­soas vi­ve­ram pro­ble­mas se­me­lhan­tes e saí­ram vi­to­rio­sas ser­ve de es­tí­mu­lo. Saber que em­pre­sas ho­je con­sa­gra­das já fo­ram pe­que­nas, frá­geis e pro­ble­má­ti­cas aju­da a com­preen­der que to­dos pas­sam por di­fi­cul­da­des. Por fim, con­cluir que o so­fri­men­to po­de ser um alia­do no ca­mi­nho pa­ra o su­ces­so é al­ta­men­te revelador.

O pri­mei­ro be­ne­fi­cia­do por es­te li­vro fui eu mes­mo. Nos úl­ti­mos anos, o mun­do da co­mu­ni­ca­ção pas­sou por sé­rias trans­for­ma­ções. No co­man­do de mi­nha agên­cia, en­fren­tei to­do ti­po de ad­ver­si­da­de: ex­ces­so de con­cor­rên­cia, prá­ti­cas des­leais, acha­ta­men­to das ta­xas de re­mu­ne­ra­ção e das ver­bas de mar­ke­ting, sur­gi­men­to de no­vas mí­dias e as­sim por dian­te. Tanta tur­bu­lên­cia me fa­zia às ve­zes ser to­ma­do por pes­si­mis­mo e in­se­gu­ran­ça com re­la­ção ao fu­tu­ro de meu ne­gó­cio. Ao to­mar co­nhe­ci­men­to dos ca­sos que pes­qui­sa­va, me sen­tia mais con­fian­te e ca­paz. Com­preendia que não es­ta­va so­zi­nho. Pelo con­trá­rio: es­ta­va acom­pa­nha­do pe­los maio­res exe­cu­ti­vos de to­dos os tem­pos. Foram eles que me de­ram for­ça pa­ra se­guir em fren­te. Acredito que o mes­mo pos­sa acon­te­cer com você.

Por fim, pos­so di­zer que es­te li­vro tam­bém é um exem­plo de opor­tu­ni­da­de dis­far­ça­da: havia um pro­ble­ma – en­con­trar as­sun­to pa­ra re­chear ar­ti­gos num jor­nal – e minha saí­da não ape­nas ge­rou con­teú­do pa­ra diversos ar­ti­gos, co­mo aca­bou dan­do ori­gem a um li­vro in­tei­ro. Boa leitura.

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Carlos Domingos

Sobre o autor

Carlos Domingos

Empresário, publicitário e palestrante. Depois de construir uma brilhante carreira como publicitário, fundou em 2000 sua própria agência, a age. – atualmente uma das mais admiradas e respeitadas do país, atendendo marcas do porte de Adidas, Adria, Bradesco, Mattel, Ultragaz e PricewaterHouse. Domingos foi colunista do jornal Valor Econômico e membro do Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária). É autor do livro Criação sem pistolão e ganhador de diversos prêmios, entre eles o Profissionais do Ano, da Rede Globo; o Grand Prix de Criação, do Prêmio Abril de Publicidade; o de Melhor Anúncio do Mundo, da Advertising Age, além de 12 leões em Cannes.

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