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NEGÓCIOS

Rebeldes têm asas

Rebeldes têm asas

RONY MEISLER E SERGIO PUGLIESE

Eles ignoraram as regras e fizeram da Reserva uma das marcas mais inovadoras do mundo segundo a revista Fast Company

Eles ignoraram as regras e fizeram da Reserva uma das marcas mais inovadoras do mundo segundo a revista Fast Company

“A história do Rony e da Reserva é, infelizmente, um caso raro no Brasil. Une ambição, inovação e uma aversão genuína à chatice.” – Lucas Amorim, editor da revista Exame

“Existem as marcas conhecidas e as marcas que têm significado. As primeiras não têm alma, e o esforço para realizar negócios é enorme e depende de muito investimento com resultados apenas razoáveis. As de significado entram na mente e no coração dos consumidores e criam lealdade, o que garante crescimento e resultados. Adivinhe em qual categoria está a Reserva?” – José Galló, CEO da Renner

 

Conhecer a Reserva por dentro, vasculhar suas entranhas, mergulhar em sua efervescência, acreditem, é uma experiência sublime. Recomendo que marquem uma visita e façam um tour pelo Centro de Distribuição, em São Cristóvão, e se preparem para viver um turbilhão de emoções. Basta um diazinho, algumas horas! Será como assistir a um documentário ou a um filme de ação, ou passear na Disneylândia.

Ali, você vai perceber a adrenalina de um operador de mercado financeiro, o frisson de uma agência de modelos, o charme de uma redação de jornal. No Centro de Distribuição, o entra e sai é frenético; joga-se totó; aprende-se sociologia, antropologia, filosofia; a criatividade pulsa e a emoção aflora. Nesse espaço iluminado por Deus, os diferentes igualam-se, o choro é coletivo e a gargalhada é geral. Samba-se, reza-se, cria-se, erra-se, levanta-se, constrói-se. O que é a Reserva? A Reserva é uma história de amor. O amor puro, singelo, das mãos dadas e do algodão-doce. O amor do sexo selvagem, o amor da procriação, da família, do compartilhamento.

Quando o parceirão e fundador Rony Meisler me convidou para editar o livro que ele escrevera contando os 10 anos de vida da marca, bolei. Caramba, como embalar isso tudo? Na verdade, a Reserva é inexplicável, assim como o Rony é inexplicável. Foi José Júnior, do AfroReggae, quem nos apresentou, há oito anos. Antes, me alertou: “Esse cara que você vai conhecer já passou do estágio de genial…” Uma ótima forma de descrevê-lo.

Nesse período de imersão na casa do famoso pica-pau que estampa suas peças, conheci uma empresa que se preocupa com a fome e o futuro do planeta, mas que não espera a solução cair do céu. Na Reserva, o time monta na bike e parte para o confronto. O saldo tem sido positivo e o futuro tem a cauda longa. O que é a Reserva: uma ONG, uma sinagoga, uma seita, uma escola, uma causa? Ah, é uma marca de roupa? Esse detalhe me escapou. Mil perdões, Rony!

Sergio Pugliese

“A história do Rony e da Reserva é, infelizmente, um caso raro no Brasil. Une ambição, inovação e uma aversão genuína à chatice.” – Lucas Amorim, editor da revista Exame

“Existem as marcas conhecidas e as marcas que têm significado. As primeiras não têm alma, e o esforço para realizar negócios é enorme e depende de muito investimento com resultados apenas razoáveis. As de significado entram na mente e no coração dos consumidores e criam lealdade, o que garante crescimento e resultados. Adivinhe em qual categoria está a Reserva?” – José Galló, CEO da Renner

 

Conhecer a Reserva por dentro, vasculhar suas entranhas, mergulhar em sua efervescência, acreditem, é uma experiência sublime. Recomendo que marquem uma visita e façam um tour pelo Centro de Distribuição, em São Cristóvão, e se preparem para viver um turbilhão de emoções. Basta um diazinho, algumas horas! Será como assistir a um documentário ou a um filme de ação, ou passear na Disneylândia.

Ali, você vai perceber a adrenalina de um operador de mercado financeiro, o frisson de uma agência de modelos, o charme de uma redação de jornal. No Centro de Distribuição, o entra e sai é frenético; joga-se totó; aprende-se sociologia, antropologia, filosofia; a criatividade pulsa e a emoção aflora. Nesse espaço iluminado por Deus, os diferentes igualam-se, o choro é coletivo e a gargalhada é geral. Samba-se, reza-se, cria-se, erra-se, levanta-se, constrói-se. O que é a Reserva? A Reserva é uma história de amor. O amor puro, singelo, das mãos dadas e do algodão-doce. O amor do sexo selvagem, o amor da procriação, da família, do compartilhamento.

Quando o parceirão e fundador Rony Meisler me convidou para editar o livro que ele escrevera contando os 10 anos de vida da marca, bolei. Caramba, como embalar isso tudo? Na verdade, a Reserva é inexplicável, assim como o Rony é inexplicável. Foi José Júnior, do AfroReggae, quem nos apresentou, há oito anos. Antes, me alertou: “Esse cara que você vai conhecer já passou do estágio de genial…” Uma ótima forma de descrevê-lo.

Nesse período de imersão na casa do famoso pica-pau que estampa suas peças, conheci uma empresa que se preocupa com a fome e o futuro do planeta, mas que não espera a solução cair do céu. Na Reserva, o time monta na bike e parte para o confronto. O saldo tem sido positivo e o futuro tem a cauda longa. O que é a Reserva: uma ONG, uma sinagoga, uma seita, uma escola, uma causa? Ah, é uma marca de roupa? Esse detalhe me escapou. Mil perdões, Rony!

Sergio Pugliese

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 07/08/2017
Título original REBELDES TÊM ASAS
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 448
Peso 350 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0525-3
EAN 9788543105253
Preço R$ 69,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105260
Preço R$ 39,99
Lançamento 07/08/2017
Título original REBELDES TÊM ASAS
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 448
Peso 350 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0525-3
EAN 9788543105253
Preço R$ 69,90

E-book

eISBN 9788543105260
Preço R$ 39,99

Leia um trecho do livro

Prefácio

Sempre admirei pessoas que pensam diferente e à frente de seu tempo, seja em que área for: no esporte, na educação, na política; mas especialmente nos negócios é preciso coragem para agir contra a corrente e quebrar os paradigmas vigentes.

Comecei a reparar que estava surgindo um empreendedor diferenciado ao ver as notícias da Reserva. Depois, descobri que ele é filho de um executivo com o qual conversava regularmente, o Luiz Meisler, que passou a me relatar com entusiasmo as novidades que o Rony implantava em seu negócio.

Acompanhando a história da Reserva, percebi que o Rony e seu sócio estavam destinados não só ao sucesso, mas a fazer a diferença no mundo empresarial e na vida das pessoas.

Uma gestão inovadora e moderna a princípio causa certo desconforto e raramente é entendida de bate-pronto. A resistência das pessoas é grande porque a inovação apresenta novidades e, em geral, mexe com espaços preestabelecidos; imagino o que o Rony deve ter passado. Porém, quando temos certeza da maneira como pretendemos atingir um objetivo e sabemos aonde queremos chegar, somos determinados e conseguimos fazer o novo de uma forma exemplar.

A comunicação irreverente e de impacto para seu público, um layout inovador nos pontos de venda, a possibilidade de cocriação, que dialoga com seus consumidores, e um relacionamento de maneira jovem e moderna com a equipe da Reserva são demonstrações de que é possível fazer diferente, sair da zona de conforto e surpreender.

Compreender que o lucro é muito importante, mas que precisa vir conjugado com propósito e inovação, é indispensável. Cuidar do meio ambiente e das pessoas, seja um cliente ou um colaborador, também é outro dos atributos que enxergo na Reserva. Isso prova que uma empresa pode triunfar levando-se pelo coração, e vislumbro um grande legado que a Reserva deixará, pois duas coisas fazem a diferença em todos esses relacionamentos: inovação e atendimento, e essas duas características estão presentes no dna da empresa.

Tenho certeza de que irão aproveitar a leitura deste livro e espero que possam tirar exemplos maravilhosos para colocar em prática e aprimorar seu negócio. Toda empresa, não importa seu segmento, depende de um consumidor final e vive da venda de produtos ou serviços. E o que deve nos motivar a acordar todos os dias é saber que podemos fazer a diferença positiva na vida dessa pessoa.

Luiza Helena Trajano
Presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza

Introdução

Crescemos no Brasil da década de 1990.

As empresas que admirávamos e para as quais trabalhávamos em nossa juventude tinham no ganho financeiro seu único objetivo – lucro a qualquer custo. Elas ignoravam as minorias, destruíam culturas, exploravam os mais pobres e envenenavam o planeta.

A desculpa para isso? “Cuidar do planeta é responsabilidade do Estado!”

Como consequência, a nossa geração sofreu uma verdadeira lavagem cerebral profissional: “Forme-se na profissão mais rentável, trabalhe 24 horas por dia, ganhe muito dinheiro, coloque-o no banco e faça-o render o suficiente para pagar sua aposentadoria no futuro.”

Sempre pensei que, se aquilo continuasse, não haveria aposentadoria, pelo simples fato de que não haveria futuro. Por isso, jamais topei jogar esse jogo e sempre acreditei muito mais nas pessoas do que nos negócios.

Para nós, a Reserva sempre foi um excitante experimento sobre como fazer diferente no negócio da moda.

Uma empresa pode prosperar caso seja guiada pela afetividade e não pela lucratividade? Como seria se, além da venda de seus produtos, ela também fosse responsável pela construção de um mundo melhor? E se seus produtos fossem uma criação conjunta com seus consumidores? E se, em vez de apenas fazer propaganda, ela dialogasse com seus consumidores sobre questões relevantes para a sociedade, de uma forma despretensiosa e divertida?

Jamais acreditamos no modelo de negócios que nos obrigava a enriquecer com a culpa por estarmos destruindo a humanidade. Boa parte do nosso tesão sempre morou no desafio ao status quo, com o objetivo de provar ao mundo que existe um novo – e melhor – estilo de se pensar e fazer negócios.

Se queremos construir um negócio que estará no mundo daqui a cem anos, temos que, antes, trabalhar para ter certeza de que haverá um mundo daqui a cem anos.

Foram necessários dez anos para que escrevêssemos este livro porque tínhamos de provar a nós mesmos que poderíamos quebrar as regras do jogo. A Reserva e seus mais de 1.500 funcionários já possuem hoje provas suficientes de que quando trabalhamos com amor para a construção de um mundo melhor, também construímos um maior e melhor negócio – por consequência, e não por causa.

Steve Jobs dizia que, quando olhamos para o passado, tudo faz sentido, e que por isso, durante a vida, devemos confiar no fato de que nada acontece por acaso. Uma enorme verdade.

Seria impossível escrever sobre a nossa história sem que se escrevesse sobre como foi a minha vida antes da Reserva, porque uma coisa tem absolutamente tudo a ver com a outra.

Por isso dividimos o livro em três partes: O empreendedor (minha história de vida), A Reserva (história da marca) e Filosofia Reserva (nossa cultura de negócios).

Boa leitura!

Rony Meisler

Prefácio

Sempre admirei pessoas que pensam diferente e à frente de seu tempo, seja em que área for: no esporte, na educação, na política; mas especialmente nos negócios é preciso coragem para agir contra a corrente e quebrar os paradigmas vigentes.

Comecei a reparar que estava surgindo um empreendedor diferenciado ao ver as notícias da Reserva. Depois, descobri que ele é filho de um executivo com o qual conversava regularmente, o Luiz Meisler, que passou a me relatar com entusiasmo as novidades que o Rony implantava em seu negócio.

Acompanhando a história da Reserva, percebi que o Rony e seu sócio estavam destinados não só ao sucesso, mas a fazer a diferença no mundo empresarial e na vida das pessoas.

Uma gestão inovadora e moderna a princípio causa certo desconforto e raramente é entendida de bate-pronto. A resistência das pessoas é grande porque a inovação apresenta novidades e, em geral, mexe com espaços preestabelecidos; imagino o que o Rony deve ter passado. Porém, quando temos certeza da maneira como pretendemos atingir um objetivo e sabemos aonde queremos chegar, somos determinados e conseguimos fazer o novo de uma forma exemplar.

A comunicação irreverente e de impacto para seu público, um layout inovador nos pontos de venda, a possibilidade de cocriação, que dialoga com seus consumidores, e um relacionamento de maneira jovem e moderna com a equipe da Reserva são demonstrações de que é possível fazer diferente, sair da zona de conforto e surpreender.

Compreender que o lucro é muito importante, mas que precisa vir conjugado com propósito e inovação, é indispensável. Cuidar do meio ambiente e das pessoas, seja um cliente ou um colaborador, também é outro dos atributos que enxergo na Reserva. Isso prova que uma empresa pode triunfar levando-se pelo coração, e vislumbro um grande legado que a Reserva deixará, pois duas coisas fazem a diferença em todos esses relacionamentos: inovação e atendimento, e essas duas características estão presentes no dna da empresa.

Tenho certeza de que irão aproveitar a leitura deste livro e espero que possam tirar exemplos maravilhosos para colocar em prática e aprimorar seu negócio. Toda empresa, não importa seu segmento, depende de um consumidor final e vive da venda de produtos ou serviços. E o que deve nos motivar a acordar todos os dias é saber que podemos fazer a diferença positiva na vida dessa pessoa.

Luiza Helena Trajano
Presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza

Introdução

Crescemos no Brasil da década de 1990.

As empresas que admirávamos e para as quais trabalhávamos em nossa juventude tinham no ganho financeiro seu único objetivo – lucro a qualquer custo. Elas ignoravam as minorias, destruíam culturas, exploravam os mais pobres e envenenavam o planeta.

A desculpa para isso? “Cuidar do planeta é responsabilidade do Estado!”

Como consequência, a nossa geração sofreu uma verdadeira lavagem cerebral profissional: “Forme-se na profissão mais rentável, trabalhe 24 horas por dia, ganhe muito dinheiro, coloque-o no banco e faça-o render o suficiente para pagar sua aposentadoria no futuro.”

Sempre pensei que, se aquilo continuasse, não haveria aposentadoria, pelo simples fato de que não haveria futuro. Por isso, jamais topei jogar esse jogo e sempre acreditei muito mais nas pessoas do que nos negócios.

Para nós, a Reserva sempre foi um excitante experimento sobre como fazer diferente no negócio da moda.

Uma empresa pode prosperar caso seja guiada pela afetividade e não pela lucratividade? Como seria se, além da venda de seus produtos, ela também fosse responsável pela construção de um mundo melhor? E se seus produtos fossem uma criação conjunta com seus consumidores? E se, em vez de apenas fazer propaganda, ela dialogasse com seus consumidores sobre questões relevantes para a sociedade, de uma forma despretensiosa e divertida?

Jamais acreditamos no modelo de negócios que nos obrigava a enriquecer com a culpa por estarmos destruindo a humanidade. Boa parte do nosso tesão sempre morou no desafio ao status quo, com o objetivo de provar ao mundo que existe um novo – e melhor – estilo de se pensar e fazer negócios.

Se queremos construir um negócio que estará no mundo daqui a cem anos, temos que, antes, trabalhar para ter certeza de que haverá um mundo daqui a cem anos.

Foram necessários dez anos para que escrevêssemos este livro porque tínhamos de provar a nós mesmos que poderíamos quebrar as regras do jogo. A Reserva e seus mais de 1.500 funcionários já possuem hoje provas suficientes de que quando trabalhamos com amor para a construção de um mundo melhor, também construímos um maior e melhor negócio – por consequência, e não por causa.

Steve Jobs dizia que, quando olhamos para o passado, tudo faz sentido, e que por isso, durante a vida, devemos confiar no fato de que nada acontece por acaso. Uma enorme verdade.

Seria impossível escrever sobre a nossa história sem que se escrevesse sobre como foi a minha vida antes da Reserva, porque uma coisa tem absolutamente tudo a ver com a outra.

Por isso dividimos o livro em três partes: O empreendedor (minha história de vida), A Reserva (história da marca) e Filosofia Reserva (nossa cultura de negócios).

Boa leitura!

Rony Meisler

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Rony Meisler

Sobre o autor

Rony Meisler

Em dez anos, Rony Meisler e seu amigo de infância e sócio Fernando Sigal transformaram a vontade de produzir uma bermuda de praia em uma das mais prestigiadas marcas de moda do Brasil, a Reserva. Com mentalidade de startup de tecnologia, a Reserva “hackeou" e reinventou muitas das velhas práticas do mercado de varejo de moda nacional. Fazem parte do Novo Grupo as marcas Reserva, Reserva Mini, Eva e as novíssimas Ahlma e Oficina. O grupo possui 65 lojas próprias, 9 franquias e 1.400 multimarcas revendedoras. Empreendedor idealista, Rony Meisler criou vários projetos socioambientais, como o Reserva 1p5p, que desde o lançamento já doou 8 milhões de refeições para quem tem fome no Brasil. Dentre os reconhecimentos que já recebeu, destaca-se o prêmio de Empresa Mais Inovadora do Mundo concedido pela revista norte-americana Fast Company. Além de sua atuação no Novo Grupo, Rony é palestrante, preside o movimento Capitalismo Consciente™ no Brasil, é membro do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (idv) e do conselho consultivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (abit).

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Destaques na mídia

Rony Meisler e Sergio Pugliese lançam livro para empreendedores

Em pouco mais de uma década, o negócio amador de venda de bermudas de praia transformou-se em uma potência da moda carioca, com produção anual de 2 milhões de peças variadas. Essa história é relembrada em Rebeldes Têm Asas, de autoria de Rony Meisler, sócio fundador da Reserva, e do jornalista Sergio Pugliese. No livro, o empresário à frente da grife busca inspirar novos empreendedores por meio de sua trajetória, uma combinação de ousadia, falta de experiência inicial (“Ser um outsider, não conhecer nada de determinado mercado, pode significar uma baita vantagem competitiva”, garante Meisler) e ações de marketing tremendamente inventivas.

Rafael Sento Sé - Veja Rio

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