Salmos: Espelho da alma - Sextante
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ESPIRITUALIDADE

Salmos: Espelho da alma

Salmos: Espelho da alma

NIVEA MALLIA CITTADINO

Os Salmos espelham nossos sentimentos mais profundos.

“Adotei este livro como filosofia diária, que me dá rápidas lições de vida em qualquer página que eu abra. Fiquei encantado. A leitura é simples, a interpretação, fácil, e os comentários, excelentes. Recomendo este hábito a todos.” – Abilio Diniz

 

Salmos são orações que elevam o espírito e nos ajudam a criar uma relação mais próxima com Deus. Neste livro, a autora reinterpreta os 150 salmos originais usando palavras mais simples, de forma a facilitar a compreensão dos textos bíblicos e ampliar o alcance de sua mensagem.

Você pode ler os capítulos na sequência ou abrir o livro ao acaso e descobrir o que Deus tem para lhe dizer neste momento. Use-o como conselheiro fiel sempre que precisar de orientação ou alento, quando passar por períodos de sofrimento ou angústia, quando tiver dificuldades no trabalho ou nos relacionamentos. Você ouvirá a resposta de que seu coração precisa para reencontrar a paz.

Ainda que desconheça os Salmos, aqui você encontrará toda a sabedoria deles refletida em sentimentos cotidianos. O objetivo deste livro é transmitir conforto, discernimento e fé, servindo de instrumento para que a Palavra de Deus fique cada vez mais presente em sua vida.

Os Salmos espelham nossos sentimentos mais profundos.

“Adotei este livro como filosofia diária, que me dá rápidas lições de vida em qualquer página que eu abra. Fiquei encantado. A leitura é simples, a interpretação, fácil, e os comentários, excelentes. Recomendo este hábito a todos.” – Abilio Diniz

 

Salmos são orações que elevam o espírito e nos ajudam a criar uma relação mais próxima com Deus. Neste livro, a autora reinterpreta os 150 salmos originais usando palavras mais simples, de forma a facilitar a compreensão dos textos bíblicos e ampliar o alcance de sua mensagem.

Você pode ler os capítulos na sequência ou abrir o livro ao acaso e descobrir o que Deus tem para lhe dizer neste momento. Use-o como conselheiro fiel sempre que precisar de orientação ou alento, quando passar por períodos de sofrimento ou angústia, quando tiver dificuldades no trabalho ou nos relacionamentos. Você ouvirá a resposta de que seu coração precisa para reencontrar a paz.

Ainda que desconheça os Salmos, aqui você encontrará toda a sabedoria deles refletida em sentimentos cotidianos. O objetivo deste livro é transmitir conforto, discernimento e fé, servindo de instrumento para que a Palavra de Deus fique cada vez mais presente em sua vida.

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Ficha técnica
Lançamento 03/11/2015
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 320 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0300-6
EAN 9788543103006
Preço R$ 29,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543103013
Preço R$ 19,99
Lançamento 03/11/2015
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 320 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0300-6
EAN 9788543103006
Preço R$ 29,90

E-book

eISBN 9788543103013
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

PREFÁCIO

Em um santuário muito respeitado no Japão, havia uma harpa mágica. Os antigos oráculos acreditavam que, no dia em que ela fosse dedilhada por um artista do mais extremo talento, a melodia que produziria seria algo maravilhoso. Assim, na esperança de se tornarem famosos, muitos buscavam o santuário garantindo ser grandes harpistas e pediam que os deixassem tocar o instrumento mágico. Mas todos fracassavam: dele só saíam os mais desagradáveis ruídos.

Tanto os monges que viviam no santuário quanto o povo do lugar estavam quase perdendo a esperança de que aparecesse alguém capaz de tocar aquele instrumento misterioso quando, um dia, chegou lá um homem chamado Pei-Woh. Era um desconhecido, e ninguém diria que ele pudesse ter sucesso em algo em que tantos músicos célebres haviam fracassado. Mas, ao ver a maneira humilde e respeitosa com que Pei-Woh abriu os braços para receber a harpa, todos começaram a desconfiar que talvez, finalmente, a maravilha tão esperada estivesse prestes a acontecer.

De fato. O homem começou a dedilhar a harpa com delicadeza, como se acariciasse as cordas. Tinha-se a sensação de que músico e instrumento haviam se fundido em um só; era como se as cordas ditassem os movimentos ágeis dos dedos de Pei-Woh. Durante um longo tempo, que a todos pareceu um mero instante, os monges do santuário e os fiéis que tiveram a sorte de estar ali se deleitaram ao som de uma melodia com a qual sequer poderiam ter sonhado.

Quando por fim Pei-Woh acabou sua apresentação e devolveu com grande reverência a harpa aos monges, eles, maravilhados, lhe perguntaram como conseguira tocar aquela composição tão bela usando o mesmo instrumento do qual os mais famosos solistas não haviam sido capazes de tirar sequer uma nota afinada. Então, com grande humildade, Pei-Woh lhes respondeu: “Todos os que me precederam tinham como propósito utilizar a harpa mágica para tocar a própria música. Já eu apenas me submeti a ela e lhe emprestei meus dedos, para que não fosse eu a lhe impor minha canção, mas ela que pudesse libertar a melodia que leva dentro de si. Então a madeira da harpa, que havia sido uma árvore centenária em uma floresta, vibrou para entoar o ritmo do Sol e da Lua, o resplendor da aurora e do ocaso, a força do vento, o rumor da chuva, o silêncio das nevadas, o calor do verão e o frio do inverno, a ilusão de tantas primaveras e a tristeza do outono. Em suma, sua história de árvore. É um instrumento maravilhoso; não pode ser tocado por aqueles que estão demasiadamente cheios de si. É preciso esvaziar-se diante da harpa, para deixar que ela mesma cante.”

– Lenda japonesa publicada nos anos 1930

PREFÁCIO

Em um santuário muito respeitado no Japão, havia uma harpa mágica. Os antigos oráculos acreditavam que, no dia em que ela fosse dedilhada por um artista do mais extremo talento, a melodia que produziria seria algo maravilhoso. Assim, na esperança de se tornarem famosos, muitos buscavam o santuário garantindo ser grandes harpistas e pediam que os deixassem tocar o instrumento mágico. Mas todos fracassavam: dele só saíam os mais desagradáveis ruídos.

Tanto os monges que viviam no santuário quanto o povo do lugar estavam quase perdendo a esperança de que aparecesse alguém capaz de tocar aquele instrumento misterioso quando, um dia, chegou lá um homem chamado Pei-Woh. Era um desconhecido, e ninguém diria que ele pudesse ter sucesso em algo em que tantos músicos célebres haviam fracassado. Mas, ao ver a maneira humilde e respeitosa com que Pei-Woh abriu os braços para receber a harpa, todos começaram a desconfiar que talvez, finalmente, a maravilha tão esperada estivesse prestes a acontecer.

De fato. O homem começou a dedilhar a harpa com delicadeza, como se acariciasse as cordas. Tinha-se a sensação de que músico e instrumento haviam se fundido em um só; era como se as cordas ditassem os movimentos ágeis dos dedos de Pei-Woh. Durante um longo tempo, que a todos pareceu um mero instante, os monges do santuário e os fiéis que tiveram a sorte de estar ali se deleitaram ao som de uma melodia com a qual sequer poderiam ter sonhado.

Quando por fim Pei-Woh acabou sua apresentação e devolveu com grande reverência a harpa aos monges, eles, maravilhados, lhe perguntaram como conseguira tocar aquela composição tão bela usando o mesmo instrumento do qual os mais famosos solistas não haviam sido capazes de tirar sequer uma nota afinada. Então, com grande humildade, Pei-Woh lhes respondeu: “Todos os que me precederam tinham como propósito utilizar a harpa mágica para tocar a própria música. Já eu apenas me submeti a ela e lhe emprestei meus dedos, para que não fosse eu a lhe impor minha canção, mas ela que pudesse libertar a melodia que leva dentro de si. Então a madeira da harpa, que havia sido uma árvore centenária em uma floresta, vibrou para entoar o ritmo do Sol e da Lua, o resplendor da aurora e do ocaso, a força do vento, o rumor da chuva, o silêncio das nevadas, o calor do verão e o frio do inverno, a ilusão de tantas primaveras e a tristeza do outono. Em suma, sua história de árvore. É um instrumento maravilhoso; não pode ser tocado por aqueles que estão demasiadamente cheios de si. É preciso esvaziar-se diante da harpa, para deixar que ela mesma cante.”

– Lenda japonesa publicada nos anos 1930

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Nivea Mallia Cittadino

Sobre o autor

Nivea Mallia Cittadino

Nasceu em março de 1964, em São Paulo. Com formação nas áreas de Sistemas, Economia e Finanças, atua em Gestão e Gerência de Projetos e Tecnologia da Informação. É editora e webmaster de mídias digitais e já desenvolveu projetos editoriais para o Rotary Club, instituição da qual faz parte. Realiza trabalhos voluntários, assistenciais e espirituais para instituições como a pastoral da criança. Apaixonada por poesia desde a infância, encontrou nos Salmos a fonte de inspiração para uma vida mais plena de significado.

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