100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922! - Sextante
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100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922!

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100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922!

Reunindo vasta documentação e rica iconografia, Semana de 22, de José De Nicola e Lucas De Nicola, é leitura fundamental para a compreensão do mais importante movimento cultural do Brasil do século XX.

Em 1952, na ocasião do trigésimo aniversário da Semana de Arte Moderna de 1922, um repórter do Diário Carioca abordou Manuel Bandeira, solicitando ao poeta que comentasse a efeméride.

Cético por temperamento e descrente em relação ao futuro, Bandeira respondeu de pronto:

“Acho perfeitamente dispensável comemorar o trigésimo aniversário da Semana. — respondeu. — Que esperassem o centenário. Se no ano 2022 ainda se lembrarem disso, então sim.
– Acha que se lembrarão?
– Tenho a impressão que sim.

O movimento modernista marcou fundo a cultura brasileira. E marcou devido à sua vitalidade, à sua seiva: porque não movia os seus poetas uma mesquinha vontade de aparecer, antes pareciam eles instigados por uma força que estava no ar, uma necessidade de renovação que bulia em todos os departamentos da vida brasileira.”

O poeta estava certo. Cem anos depois da Semana de 22, os eventos ocorridos naquele curto espaço de tempo continuam a reverberar na vida cultural brasileira. O grito modernista ecoa até hoje. “É parte de nosso patrimônio cultural, constitui um fator importante de nossa história e de nossa formação intelectual, sendo passível de interpretações e críticas, de amores e rancores, de aplausos e de vaias. Mas jamais de ignorância e menosprezo.”, analisam José De Nicola e Lucas De Nicola, os autores do livro Semana de 22, que acaba de ser lançado pelo selo Estação Brasil.


Confira a entrevista exclusiva com os autores:

1. A Semana de Arte Moderna de 1922 completa 100 anos no início do ano que vem. Quais as principais contribuições que o livro Semana de 22: Antes do começo, depois do fim traz para as revisões críticas e históricas desse movimento cultural? Poderiam nos contar um pouco sobre a trajetória profissional de vocês e o processo de pesquisa e escrita desta obra?

Acreditamos que a principal contribuição do livro é fazer uma pesquisa de grande fôlego, capaz de juntar em uma única obra diversos aspectos da Semana de 22 e de suas consequências imediatas, elementos que normalmente são tratados de forma separada. Para isso, realizamos uma ampla pesquisa documental, analisamos detidamente obras e textos que muitas vezes são apenas citados (como, por exemplo, a série de artigos “Mestres do Passado”, de Mário de Andrade) e lançamos luz sobre a atuação de alguns personagens tidos como secundários, mas que tiveram atuação fundamental tanto na organização da Semana como na publicação da revista Klaxon. José De Nicola é um dos mais renomados autores de livros didáticos do Brasil, tendo publicado diversas obras de ensino de língua portuguesa, literatura e produção de textos. Lucas De Nicola é historiador e, nos últimos anos, tem se dedicado a estudar questões ligadas ao mundo editorial. Nós já trabalhamos juntos, escrevemos uma obra paradidática sobre poesia africana em língua portuguesa e publicamos uma edição de Lira paulistana, o último livro de Mário de Andrade. Como a Semana de 22 é um tema que nos interessa muito, acalentávamos a ideia de fazer um livro sobre o assunto; a ocasião do centenário e o contato com a editora deram o ensejo para que concretizássemos e ampliássemos o projeto. E, realmente, , com o decorrer da pesquisa percebemos que a obra precisaria ser bem maior do que tínhamos previsto.


2. O texto de contracapa do livro afirma que “nenhum movimento artístico-cultural no Brasil teve uma repercussão tão polêmica e duradoura quanto a Semana de Arte Moderna, que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo”. Podemos dizer que a Semana de 22 foi o principal marco cultural brasileiro do século passado? Quais os principais legados que ela deixou para o movimento modernista?

A Semana de 22 é certamente um dos eventos culturais mais comentados do Brasil no século XX. Ao longo dos anos, muitas interpretações foram feitas desse evento, desde as mais laudatórias até as mais críticas; logo, a importância creditada ao movimento modifica conforme o olhar que se lança sobre ele. O fato é que a Semana assumiu esse aspecto de marco, se converteu em um assunto incontornável, uma presença que não se pode ignorar. Os principais legados da Semana para o movimento modernista são o olhar crítico lançado sobre a cultura brasileira e a proposição de uma atualização intelectual e cultural, o que passava pela revisão de padrões estéticos e artísticos então estabelecidos em nosso país.


3. No prefácio do livro, vocês avaliam: “parece que há sempre algo novo a se descobrir [sobre a Semana de Arte Moderna], sempre uma nuance, um documento que ficara perdido, uma interpretação inovadora revisionista. Seria ela uma semana que se tornou infinita?” Por que a Semana de 22 permanece fundamental para a compreensão da vida cultural brasileira mesmo 100 anos depois de seu acontecimento?

Ainda no prefácio, comentamos que a Semana de 22, corretamente ou não, se tornou, na história cultural do Brasil, uma espécie de emblema de criação e de crítica, de inquietação e de criatividade. Como todo emblema de inovação, gera paixões e polêmicas, promove debates, daí porque parece ser um tema sem-fim, em constante crise e que sempre volta ao centro das discussões, ainda mais quando se completam efemérides. A Semana, portanto, faz parte de nosso patrimônio cultural e está sujeita a interpretações diferentes, revisões e críticas, mas jamais pode ser menosprezada. Um dado fundamental e que não deve ser perdido de vista é que a Semana foi, como um todo, marcada por grandes contradições e suas primeiras conquistas podem parecer simplórias nos dias de hoje, mas não eram à época; logo, se o próprio evento, desde sua organização, já foi polêmico e controverso, as interpretações não poderiam ser diferentes.


4. Um dos destaques da obra é a diversa documentação iconográfica reunida, que inclui fotos de São Paulo e dos principais personagens do modernismo brasileiro, cartazes, matérias de imprensa e reproduções de obras de arte. Como foi feita a pesquisa iconográfica? Qual foi o critério para a seleção das imagens? O que destacariam em relação às imagens selecionadas para a obra?

A iconografia é fundamental não só por reproduzir obras de arte e retratos de artistas e escritores, mas também por ser documentação histórica, fonte de informação, motivo pelo qual fizemos questão de incluir no livro reproduções de textos e de páginas de jornais e revistas da época. Um destaque da iconografia são justamente as imagens reproduzidas das revistas ilustradas, a exemplo de A Cigarra, A Vida Moderna, Ilustração Paulista, Vida Paulista, Fon-Fon, Para Todos…, dentre outras. São documentos interessantíssimos e de uma riqueza impressionante; para citar dois exemplos: no capítulo 11, há a reprodução da foto, publicada na revista A Cigarra, de uma leitura de Guilherme de Almeida na livraria O Livro, um lugar que seria fundamental para a articulação da Semana; no capítulo 19, há a reprodução da famosa foto, publicada na revista A Vida Moderna, de parte do grupo que organizou a Semana e a revista Klaxon, na escadaria do Hotel Terminus.    


5. O subtítulo “Antes do começo, depois do fim” já sinaliza que o livro busca investigar os episódios que antecederam a Semana de 22 assim como os desdobramentos que ocorreram a partir daí. Como a semana foi preponderante para a viabilização do movimento modernista no Brasil?

No que diz respeito às contribuições da Semana de 22 para a viabilização do movimento modernista no Brasil, alguns fatores foram preponderantes: em São Paulo ocorreu a formação de um grupo modernista, um conjunto de escritores e artistas que tinha boa entrada em alguns veículos de comunicação impressa; que estabeleceu contatos com artistas de outros locais, como Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais; que conseguiu se aliar a membros proeminentes da elite de São Paulo, como é o caso de Paulo Prado e René Thiollier; que, pouco depois da Semana, publicou a revista Klaxon. Além disso, muitos dos membros do grupo que participou da Semana seguiram rapidamente para a Europa, onde continuaram a estudar, a se atualizar e a divulgar as primeiras conquistas e realizações do movimento ainda em fase de formação. Contudo, é importante ressaltar: o modernismo brasileiro foi múltiplo e aberto a diversas possibilidades, muitas das quais já podiam ser vislumbradas nas contradições e polêmicas que envolveram o período abordado no livro.


6. “Tradição aqui é só como cheiro que a gente passando na rua sabe por ele que tem restaurante perto. Mas se procura o restaurante, cadê? Não tem não… De antigo mesmo aqui você só encontrará minha amizade quentinha, nada mais”, escreveu Mário de Andrade sobre a cidade de São Paulo. As transformações urbanas e o crescimento vertiginoso da capital paulista são fatores fundamentais para a compreensão do ideário que embasou a Semana. Poderiam comentar a relação entre o crescimento da cidade e a formação do grupo modernista?

Nas duas primeiras décadas do século XX, por conta de toda a riqueza gerada com a produção e a exportação de café, a cidade de São Paulo passou por mudanças profundas e, sobretudo, muito rápidas, um tanto atropeladas. Houve uma grande inversão de capitais e um impressionante aumento populacional, o que reuniu, em um contexto incerto, uma população muito diversa e muito desigual. Um cenário tão instigante quanto conflituoso, tão sujeito a mudanças quanto apegado ao passado, tão eclético quanto fechado. Essas contradições e contrastes se fazem sentir claramente nos dramas pessoais e nas obras dos membros do grupo modernista, como Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Menotti del Picchia, Paulo Prado; todos conseguem ser, a um só tempo, inovadores e tradicionais. Sobre a importância do contexto cultural de São Paulo para a Semana de 22, algumas interessantes colocações foram feitas pelo poeta Murillo Araújo, que vivia no Rio de Janeiro e manteve contato com o grupo paulista: para Araújo, em São Paulo o caminho que levou ao modernismo passou por uma mudança abrupta, por algo mais revolucionário, enquanto no Rio as coisas andaram de maneira evolutiva, sem tanto barulho e agitação; para o poeta, portanto, no Rio de Janeiro, capital federal, vivendo profundas transformações desde 1808, houve evolução; na São Paulo múltipla e arlequinal, houve revolução. Essas colocações, evidentemente, são sempre arriscadas e controversas, mas fazem sentido quando pensamos, por exemplo, nas obras do próprio Araújo e de Manuel Bandeira, ambas comentadas no capítulo 4.   


7. O modernismo brasileiro buscou estabelecer as bases de uma arte genuinamente brasileira, mas bebeu também, sobretudo em seu momento inicial, na fonte das vanguardas europeias, como o Futurismo, o Expressionismo e o Cubismo. Como se deu esse diálogo dos artistas brasileiros com as profundas transformações estéticas que vinham do exterior?

Esse diálogo com as vanguardas europeias foi um dos assuntos mais comentados na época da Semana; na imprensa, os críticos do grupo modernista em formação gastaram muita tinta para criticar aquilo que viam como modismo descabido ou cabotinismo. Os próprios modernistas, muitas vezes, não se entendiam acerca do assunto, sobretudo quando se tratava das relações que mantinham com o Futurismo: algumas vezes se afastavam do epíteto de “futuristas”, em outros o assumiam para si. Em meados de 1921, Oswald e Mário de Andrade chegaram a travar uma polêmica na imprensa, após o primeiro ter tratado o segundo como “meu poeta futurista” em um artigo publicado no Jornal do Comércio. A aproximação com a arte de vanguarda tinha um inegável caráter polêmico, o que fica evidente nos artigos que Menotti del Picchia publicava no Correio Paulistano, sob o pseudônimo de Hélios. Para além desse deliberado interesse na polêmica e em chamar a atenção, há um outro fator fundamental: a arte e a literatura de vanguarda foram elementos que revelaram aos modernistas novas formas de olhar para a sua própria cultura e a sua própria sociedade. Isso é algo que ocorre em qualquer domínio da vida: o elemento diverso nos faz pensar e refletir sobre nós mesmos, nos faz olhar para aquilo que conhecemos a partir de outra perspectiva, com outro viés. Aliás, é algo curioso, quase cíclico: os artistas europeus de vanguarda se interessavam muito por manifestações artísticas provenientes da África, das Américas, da Ásia; esse desejo pelo diverso esteve na base de muitas de suas inovações estéticas e seriam justamente essas inovações que instigariam os artistas daqui. Os artistas e escritores que participaram da Semana de 22, de uma forma ou de outra, há muito já se sentiam incomodados e buscavam novos caminhos de expressão; o contato com as vanguardas foi algo que os ajudou a encontrar esse caminho, a materializar isso em arte. 


8. Os acontecimentos que envolveram o contexto da Semana de 22, tanto antes quanto depois, geraram muitas controvérsias e grandes debates. Monteiro Lobato, por exemplo, ficou notório pela polêmica com Anita Malfatti, a quem chamou de “seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna”. Poderiam comentar a reação dos críticos ao movimento cultural que emergia?

Sobre esse assunto, é preciso fazer uma distinção, pois existem críticos e críticos. Por um lado, há os mais reacionários, aqueles que se sentiam ameaçados com qualquer mudança e se posicionavam contra elas, pois temiam perder sua posição; houve diversas reações desse tipo aos modernistas da Semana, muitas vezes tendendo para a ridicularização, para uma jocosidade que beirava a caricatura e o preconceito. Por outro, há os críticos que percebiam a necessidade de mudanças, de atualização do cenário cultural e intelectual, mas que não acreditavam que a arte moderna fosse o melhor caminho para se fazer isso. Este foi o caso de Monteiro Lobato, um personagem que atravessa todo o livro. Ao mesmo tempo em que foi um ferrenho crítico da arte moderna, Lobato nunca se afastou completamente dos modernistas, sempre manteve uma relação ambivalente com eles: fez a dura crítica da exposição de Anita, mas endossou a arte de Brecheret; publicou romances de Oswald, de quem era amigo, e de Menotti (ambas as edições com capa de Anita), mas não os poemas de Mário de Andrade e Manuel Bandeira. Lobato, por vezes, exagerava em suas palavras, na forma de suas colocações e na maneira como desejava ditar o gosto do público, mas isso não significa que suas críticas não fossem importantes. Vale ressaltar, ainda, que no livro aparecem outros personagens que, de uma forma ou de outra, como críticos ou não, são figuras que transitaram por esse primeiro momento do modernismo, mas que não fizeram parte do movimento: Juó Bananére, Sylvio Floreal, Freitas Valle, Leo Vaz, Mário Guastini, Hilário Tácito, João do Rio, Lima Barreto. Há, ainda, todo um capítulo dedicado a membros do grupo modernista, figuras que foram fundamentais para a organização da Semana e da revista Klaxon, mas que depois seguiram com suas vidas, se afastando da literatura e das artes. 


9. O núcleo duro que organizou a Semana não era um grupo coeso. É notória a rivalidade que surgiria entre Mário de Andrade e Oswald de Andrade. Poderiam apontar as contradições internas e os embates travados dentro do próprio movimento modernista?

A Semana de 22 foi organizada a partir de um grupo que aprendeu a se articular muito bem, que soube se unir em prol de uma causa, se consolidar em um movimento. Os modernistas da Semana atuavam na imprensa, defendiam seus artistas tidos como emblemáticos – casos de Anita, Brecheret e Di Cavalcanti – e sabiam estabelecer contatos estratégicos com figuras influentes. O fato de se organizar em um coletivo que tinha objetivos em comum não significa, evidentemente, que esse grupo estivesse isento de desavenças e polêmicas internas. Anita Malfatti, depois da exposição de 1917-8, vai em busca de novos caminhos para sua arte, se torna menos inovadora, algo que não deixou de gerar críticas dentro do grupo; Menotti del Picchia, de sua tribuna privilegiada no Correio Paulistano, cometia muitos excessos, um dos quais resultou, em 1921, na polêmica com Mário de Andrade acerca da necessidade de “matar ou não” Peri; Oswald e Mário polemizaram na imprensa sobre a qualificação de futurista, também em 1921; os modernistas de São Paulo e do Rio vão ter alguns encontros e desencontros; a presença de Graça Aranha no grupo será sempre um tema candente; quando do último número de Klaxon, de dezembro de 1922 e janeiro de 1923, as polêmicas internas vão atingir um ponto alto, com desavenças que opuseram Mário de Andrade a alguns jovens membros do grupo e a Oswald; Anita e Tarsila, sobretudo por parte da segunda, vão nutrir uma certa rivalidade a partir de 1922. Vale comentar, todavia, que boa parte dessas desavenças internas foram potencializadas por relatos memorialísticos, quando cada um passou a construir a sua imagem do movimento, a valorizar a sua participação na história. Por fim, é importante lembrar que a grande desavença, a que resultou no rompimento dos laços entre Mário e Oswald de Andrade, ocorreu na segunda metade da década de 1920, momento em que o país passava por definições políticas e ideológicas e que, no campo artístico, vivenciou movimentos antagônicos como o Pau-Brasil, Antropofagia, Verde-Amarelismo ou Escola da Anta. Mas esse é um período não abordado no livro, cujo recorte cronológico vai de 1909 até o começo de 1924, justamente porque depois de 1924 abre-se uma nova fase do Modernismo brasileiro.       


10. Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, e Menotti del Picchia são alguns dos expoentes da Semana de 22. O que unia esses artistas? E o que os distinguia?

Como comentado na resposta anterior, os membros do grupo eram diferentes entre si, mas isso não impedia que eles se organizassem em um coletivo que tivesse objetivos em comum: a atualização artística, a crítica dos padrões acadêmicos e parnasianos, a busca por novas formas de expressão. Com o tempo, os fatores que os diferenciavam, tanto de ordem artística quanto ideológica, vão ficar mais claros e nuançados, com cada um seguindo o seu caminho. De maneira sintética, é possível dizer que, durante o período abordado no livro, os fatores que aproximavam os membros do grupo da Semana de 22 eram mais fortes do que aqueles que os diferenciavam; a partir da segunda metade da década de 1920, as diferenças vão começar a se sobrepor.


11. Para finalizar a entrevista, quais mensagens gostariam de deixar aos leitores?

Como afirmamos no prefácio, com sua longa trajetória e os seus mais variados personagens, juntamente com todas as páginas que já foram escritas sobre ela e as diversas manifestações que ensejou ao longo dos anos, a Semana de 22 é parte de nosso patrimônio cultural, constitui um fator importante de nossa história e de nossa formação intelectual. Esperamos que, com o livro, os leitores possam obter mais informações sobre esse importante evento, e que se sintam, assim, instigados a cada vez mais pensar criticamente o nosso país e a nossa cultura, tal como propuseram, há cem anos, os artistas e escritores que deram o impulso fundamental do modernismo brasileiro.

Este post foi escrito por:

Felipe Maciel

Jornalista com 20 anos de experiência no mercado e pós-graduação em Mercado Editorial e em Tradução, trabalhou em jornais, revistas e agências de comunicação. Foi coordenador de comunicação do Sesc Rio. Desde 2010, trabalha no mercado editorial com passagens por algumas das principais editoras do país.

Tags: ARTE
Livro

José De Nicola

José De Nicola é licenciado em Letras com especialização em ensino de língua e literatura. Foi professor de cursinhos e de escolas particulares e autor de várias obras didáticas e paradidáticas para o ensino de língua, literatura e produção de textos. É também autor de livros de poesia para o público infantil.

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Lucas De Nicola

Lucas De Nicola é bacharel e licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, mestre pelo Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP) e especialista em Produção Editorial pela Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM).

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José De Nicola

José De Nicola é licenciado em Letras com especialização em ensino de língua e literatura. Foi professor de cursinhos e de escolas particulares e autor de várias obras didáticas e paradidáticas para o ensino de língua, literatura e produção de textos. É também autor de livros de poesia para o público infantil.

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Lucas De Nicola

Lucas De Nicola é bacharel e licenciado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, mestre pelo Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP) e especialista em Produção Editorial pela Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM).

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