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AUTOAJUDA

Amor pelas coisas imperfeitas

Amor pelas coisas imperfeitas

HAEMIN SUNIM

Como aceitar a si mesmo num mundo em busca de perfeição

Como aceitar a si mesmo num mundo em busca de perfeição

LIVRO-PRESENTE EM CAPA DURA E RICAMENTE ILUSTRADO.

O novo livro do autor de As coisas que você só vê quando desacelera, que já vendeu mais de 70 mil exemplares no Brasil.

 

“O mundo está precisando de um pouco mais de amor, compaixão e sabedoria. Haemin Sunim nos ensina a cultivar tudo isso e a encontrar beleza nas coisas mais imperfeitas – inclusive em nós mesmos.” – Susan Cain, autora de O poder dos quietos

 

“Não deixe que o seu passado difícil defina quem você é hoje.

Se fizer isso, vai viver a vida inteira como vítima do passado.

 Há uma força vital dentro de você esperando para decolar do solo do passado. Por favor, confie nessa força de renovação.” 

Haemin Sunim

Neste livro, o monge zen-budista Haemin Sunim ensina a arte de cuidar de si mesmo e de se relacionar com os outros com a sabedoria e a delicadeza que o tornaram conhecido no mundo todo.

Tratando de temas como aceitação, cura, coragem, família, fracassos, empatia e perdão, ele apresenta suas reflexões sobre como enxergar o mundo e a si mesmo com maior compaixão.

Ele nos mostra que quando aceitamos a nós mesmos – e os defeitos que nos fazem ser quem somos –, podemos ter relacionamentos plenos e gratificantes e nos sentir em paz.

Com lindas ilustrações, este livro vai inspirar você a amar a si mesmo, a sua vida e a todos que fazem parte dela.

LIVRO-PRESENTE EM CAPA DURA E RICAMENTE ILUSTRADO.

O novo livro do autor de As coisas que você só vê quando desacelera, que já vendeu mais de 70 mil exemplares no Brasil.

 

“O mundo está precisando de um pouco mais de amor, compaixão e sabedoria. Haemin Sunim nos ensina a cultivar tudo isso e a encontrar beleza nas coisas mais imperfeitas – inclusive em nós mesmos.” – Susan Cain, autora de O poder dos quietos

 

“Não deixe que o seu passado difícil defina quem você é hoje.

Se fizer isso, vai viver a vida inteira como vítima do passado.

 Há uma força vital dentro de você esperando para decolar do solo do passado. Por favor, confie nessa força de renovação.” 

Haemin Sunim

Neste livro, o monge zen-budista Haemin Sunim ensina a arte de cuidar de si mesmo e de se relacionar com os outros com a sabedoria e a delicadeza que o tornaram conhecido no mundo todo.

Tratando de temas como aceitação, cura, coragem, família, fracassos, empatia e perdão, ele apresenta suas reflexões sobre como enxergar o mundo e a si mesmo com maior compaixão.

Ele nos mostra que quando aceitamos a nós mesmos – e os defeitos que nos fazem ser quem somos –, podemos ter relacionamentos plenos e gratificantes e nos sentir em paz.

Com lindas ilustrações, este livro vai inspirar você a amar a si mesmo, a sua vida e a todos que fazem parte dela.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 18/03/2019
Título original LOVE FOR IMPERFECT THINGS
Tradução RAFAELLA LEMOS
Formato 12,7 X 17,8 cm
Número de páginas 288
Peso 320 g
Acabamento CAPA DURA
ISBN 978-85-431-0722-6
EAN 9788543107226
Preço R$ 49,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543107233
Preço R$ 29,99
Lançamento 18/03/2019
Título original LOVE FOR IMPERFECT THINGS
Tradução RAFAELLA LEMOS
Formato 12,7 X 17,8 cm
Número de páginas 288
Peso 320 g
Acabamento CAPA DURA
ISBN 978-85-431-0722-6
EAN 9788543107226
Preço R$ 49,90

E-book

eISBN 9788543107233
Preço R$ 29,99

Leia um trecho do livro

Prólogo

Às vezes deparamos com um filme que fica na nossa cabeça durante muito tempo. Para mim, esse filme foi Nada é para sempre. Ambientado no início do século XX, com o lindo cenário de Montana como pano de fundo, ele conta a história da família Maclean, que via a pesca como uma religião. O pai é um ministro presbiteriano que tem dois filhos. O mais velho, Norman, tem a vida estabilizada e se torna professor universitário. O mais novo, Paul, leva uma vida de devassidão e trabalha como repórter para um jornal local; seu vício no jogo o leva a contrair uma enorme dívida e, por fim, ele é espancado até a morte num beco. O pai, consumido pela profunda dor da perda, fala à congregação no culto de domingo, tentando conter a emoção, e revela seu amor pelo segundo filho. “Podemos amar completamente”, diz ele, “mesmo sem entender por completo.”

Para o pai, era difícil entender por que o filho precisava levar uma vida desregrada. No entanto, isso não o impediu de amá-lo – porque, para ele, o amor transcende a compreensão humana. Em vez de amar apenas quando entendemos o que amamos, o tipo de amor profundo e duradouro demonstrado pelo pai não deixa de existir quando quem amamos tem um comportamento com o qual não concordamos. Conforme sugere o título original do filme, A River Runs Through It, nas profundezas do coração o amor sempre flui, como um rio.

Quando examinamos a nossa vida, vemos muitas imperfeições, como partículas de poeira num espelho. Existem várias coisas que nos deixam insatisfeitos e infelizes: com frequência nossas palavras não correspondem a nossas ações, nossos relacionamentos são colocados à prova por nossos erros, nossos melhores planos para o futuro não saem como esperávamos. E ainda por cima, ao longo da vida, ferimos uns aos outros várias vezes, intencionalmente ou não, o que gera culpa e arrependimento em nós.

Isso, porém, também acontece com nossos familiares e amigos. A criança que não escuta o que os pais lhe dizem; seus pais que não entendem você; seu companheiro ou companheira que não se comporta de maneira sensata. Amigos íntimos com hábitos pouco saudáveis que o fazem se preocupar com o bem-estar deles. Todo dia, quando assistimos ao noticiário, vemos que o planeta está repleto de mais conflitos, mais acidentes, mais discórdia. Parece que nunca acaba.

E mesmo assim, embora haja tantas coisas imperfeitas no mundo em que vivemos, não conseguimos deixar de amá-las. Porque a vida é preciosa demais para ser desperdiçada ridicularizando e odiando o que não nos agrada, o que não entendemos. À medida que amadurecemos em termos espirituais, naturalmente desenvolvemos mais empatia e buscamos ver as coisas da perspectiva dos outros. Isso, por sua vez, nos ensina a aceitar as imperfeições deles e as nossas de uma forma mais amável e compassiva, do mesmo modo que uma mãe ama o filho incondicionalmente.

Esta é uma coletânea das minhas reflexões sobre aprender a enxergar o mundo e a mim mesmo de maneira mais compassiva. Fui inspirado pelas pessoas que compartilharam suas histórias de vida comigo e pelas perguntas que me fizeram em palestras e nas redes sociais. Elas abriram meu coração e aprofundaram minha sabedoria. Espero que este livro seja para você um ombro amigo nos momentos de desespero e que lhe traga paz nas horas de dificuldade.

– Haemin Sunim

Escola dos corações partidos, Seul

Prólogo

Às vezes deparamos com um filme que fica na nossa cabeça durante muito tempo. Para mim, esse filme foi Nada é para sempre. Ambientado no início do século XX, com o lindo cenário de Montana como pano de fundo, ele conta a história da família Maclean, que via a pesca como uma religião. O pai é um ministro presbiteriano que tem dois filhos. O mais velho, Norman, tem a vida estabilizada e se torna professor universitário. O mais novo, Paul, leva uma vida de devassidão e trabalha como repórter para um jornal local; seu vício no jogo o leva a contrair uma enorme dívida e, por fim, ele é espancado até a morte num beco. O pai, consumido pela profunda dor da perda, fala à congregação no culto de domingo, tentando conter a emoção, e revela seu amor pelo segundo filho. “Podemos amar completamente”, diz ele, “mesmo sem entender por completo.”

Para o pai, era difícil entender por que o filho precisava levar uma vida desregrada. No entanto, isso não o impediu de amá-lo – porque, para ele, o amor transcende a compreensão humana. Em vez de amar apenas quando entendemos o que amamos, o tipo de amor profundo e duradouro demonstrado pelo pai não deixa de existir quando quem amamos tem um comportamento com o qual não concordamos. Conforme sugere o título original do filme, A River Runs Through It, nas profundezas do coração o amor sempre flui, como um rio.

Quando examinamos a nossa vida, vemos muitas imperfeições, como partículas de poeira num espelho. Existem várias coisas que nos deixam insatisfeitos e infelizes: com frequência nossas palavras não correspondem a nossas ações, nossos relacionamentos são colocados à prova por nossos erros, nossos melhores planos para o futuro não saem como esperávamos. E ainda por cima, ao longo da vida, ferimos uns aos outros várias vezes, intencionalmente ou não, o que gera culpa e arrependimento em nós.

Isso, porém, também acontece com nossos familiares e amigos. A criança que não escuta o que os pais lhe dizem; seus pais que não entendem você; seu companheiro ou companheira que não se comporta de maneira sensata. Amigos íntimos com hábitos pouco saudáveis que o fazem se preocupar com o bem-estar deles. Todo dia, quando assistimos ao noticiário, vemos que o planeta está repleto de mais conflitos, mais acidentes, mais discórdia. Parece que nunca acaba.

E mesmo assim, embora haja tantas coisas imperfeitas no mundo em que vivemos, não conseguimos deixar de amá-las. Porque a vida é preciosa demais para ser desperdiçada ridicularizando e odiando o que não nos agrada, o que não entendemos. À medida que amadurecemos em termos espirituais, naturalmente desenvolvemos mais empatia e buscamos ver as coisas da perspectiva dos outros. Isso, por sua vez, nos ensina a aceitar as imperfeições deles e as nossas de uma forma mais amável e compassiva, do mesmo modo que uma mãe ama o filho incondicionalmente.

Esta é uma coletânea das minhas reflexões sobre aprender a enxergar o mundo e a mim mesmo de maneira mais compassiva. Fui inspirado pelas pessoas que compartilharam suas histórias de vida comigo e pelas perguntas que me fizeram em palestras e nas redes sociais. Elas abriram meu coração e aprofundaram minha sabedoria. Espero que este livro seja para você um ombro amigo nos momentos de desespero e que lhe traga paz nas horas de dificuldade.

– Haemin Sunim

Escola dos corações partidos, Seul

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Haemin Sunim

Sobre o autor

Haemin Sunim

Escritor e um dos professores de zen budismo mais influentes da Coreia do Sul, país onde seus livros venderam mais de 3 milhões de exemplares e são considerados obras populares não apenas para meditação, mas para superar os desafios da vida cotidiana.

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