Bela maternidade - Sextante
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MATERNIDADE

Bela maternidade

Bela maternidade

BELA GIL

Meu jeito simples e natural de ser mãe

Meu jeito simples e natural de ser mãe

Uma das autoras de culinária mais bem sucedidas e admiradas do Brasil, Bela Gil conta sua experiência como mãe e dá dicas e informações para atravessar a maternidade com mais tranquilidade.

 

Quando uma mulher resolve ter um filho ou se descobre grávida, encara uma série de decisões e dúvidas:

O que comer antes, durante e depois da gestação • Como se preparar para o parto • O que comprar • Como construir uma rede de apoio • Como alimentar e cuidar de um bebê • Quais valores transmitir para essa criança • Como integrar a maternidade ao resto da vida.

Neste livro, Bela Gil conta sua experiência como mãe da Flor e do Nino, começando pela decisão de ter um filho até a fase da introdução alimentar, passando por gravidez, parto, amamentação e cuidados com o bebê e consigo mesma.

Além de um relato íntimo e franco sobre sua vivência, Bela oferece receitas, dicas e informações que lhe foram úteis nessa fase tão transformadora. Entrevistas com profissionais de várias especialidades – nutrição, obstetrícia, pediatria, puericultura e psicologia – fecham os capítulos com orientações preciosas para atravessar cada momento com mais tranquilidade e consciência.

Mas atenção: este livro não é um manual. O intuito da Bela é compartilhar a sua história na esperança de que cada mulher encontre o seu jeito particular e autêntico de ser mãe.

Uma das autoras de culinária mais bem sucedidas e admiradas do Brasil, Bela Gil conta sua experiência como mãe e dá dicas e informações para atravessar a maternidade com mais tranquilidade.

 

Quando uma mulher resolve ter um filho ou se descobre grávida, encara uma série de decisões e dúvidas:

O que comer antes, durante e depois da gestação • Como se preparar para o parto • O que comprar • Como construir uma rede de apoio • Como alimentar e cuidar de um bebê • Quais valores transmitir para essa criança • Como integrar a maternidade ao resto da vida.

Neste livro, Bela Gil conta sua experiência como mãe da Flor e do Nino, começando pela decisão de ter um filho até a fase da introdução alimentar, passando por gravidez, parto, amamentação e cuidados com o bebê e consigo mesma.

Além de um relato íntimo e franco sobre sua vivência, Bela oferece receitas, dicas e informações que lhe foram úteis nessa fase tão transformadora. Entrevistas com profissionais de várias especialidades – nutrição, obstetrícia, pediatria, puericultura e psicologia – fecham os capítulos com orientações preciosas para atravessar cada momento com mais tranquilidade e consciência.

Mas atenção: este livro não é um manual. O intuito da Bela é compartilhar a sua história na esperança de que cada mulher encontre o seu jeito particular e autêntico de ser mãe.

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Ficha técnica
Lançamento 19/03/2018
Título original BELA MATERNIDADE
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 256
Peso 520 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0577-2
EAN 9788543105772
Preço R$ 49,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105789
Preço R$ 24,99
Lançamento 19/03/2018
Título original BELA MATERNIDADE
Tradução
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 256
Peso 520 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0577-2
EAN 9788543105772
Preço R$ 49,90

E-book

eISBN 9788543105789
Preço R$ 24,99

Leia um trecho do livro

Sou uma mulher avessa a rótulos. Não gosto de enquadrar nem meu comportamento nem a mim mesma (nem a educação que dou aos meus filhos) em categorias predefinidas. Quero ser livre para escolher o que funciona para mim em determinada situação – isto é, o que melhor reflete meus valores, minhas crenças e os aspectos práticos da minha vida – e também para mudar quando as práticas deixarem de fazer sentido.

Por exemplo, já fui macrobiótica, aiurvédica, vegetariana, vegana e hoje não me encaixo em nenhum desses termos. Mas carrego comigo o que cada experiência me trouxe de bom e, quando sinto necessidade, embarco de cabeça nesses conhecimentos (e em outros também) em busca de saúde e bem-estar. A liberdade para ouvir o corpo e saber o que, quando e quanto comer é preciosa para mim.

Com a maternidade não é diferente. Acredito muito no autoconhecimento e na intuição. Sou curiosa e experimentadora por natureza e, quando me tornei mãe, essas características ficaram ainda mais fortes. Para cada filho, fiz escolhas condizentes com meu momento – e, lógico, houve muitas mudanças entre um e outro.

Por exemplo:

Flor nasceu no hospital e Nino, em casa.

Ela teve o próprio quarto desde o primeiro dia de vida; ele só ganhou um com 10 meses.

Flor usou fralda biodegradável com forro de tecido; Nino usa predominantemente fralda de pano.

Ela tomou banho de banheira desde recém-nascida; ele tomou o primeiro banho já comigo, no chuveiro.

Flor usou chupeta; Nino nunca gostou.

Flor dormiu no berço; Nino nunca teve berço, sempre dormiu comigo, na minha cama ou numa caixinha de papelão ao meu lado.

Sempre passeei com Flor no carrinho; Nino passeava na mochilinha ergonômica ou no sling.

Flor comeu papinha amassada até 1 ano; Nino, só até os 8 meses.

Fiz diferente com cada filho simplesmente porque opções novas surgiram e me pareceram interessantes. Antes de me preparar para escrever este livro, eu não sabia que havia termos para definir o bebê que divide a cama com os pais, o que mama na hora em que sente fome, o que sinaliza para a mãe a hora em que quer evacuar ou aquele que, já no início do desmame, é apresentado a alimentos picados, que ele come com a própria mão. Só soube que praticava cama compartilhada, amamentação em livre demanda, higiene natural e baby-led weaning (BLW) quando essas expressões surgiram nos comentários de fotos e vídeos que eu postava nas redes sociais ou deparei com elas na fase de leitura e pesquisa para o livro.

Para descobrir, desmistificar e divulgar esses métodos – que foram maravilhosos na minha vida de mãe e mulher –, é útil conhecer sua terminologia, pois ela facilita a comunicação e a troca entre as pessoas. Há quem diga que essas práticas estão “na moda”. Suspeito que elas sempre existiram: acontece que agora as pessoas passaram a falar sobre isso e, com as redes sociais e o maior acesso à informação, o “parto humanizado”, a “cama compartilhada” e o “BLW” caíram na boca do povo e passaram a ser debatidos – seja por quem é contra ou a favor. Se há algo “na moda” são o debate, a abertura a novas ideias e a liberdade de buscar o que faz sentido para cada pessoa.

Para mim, todas essas descobertas e novas práticas surgiram de forma orgânica, em conversas e trocas com outras mães, que, em geral, também não usavam esses jargões. Quando me sentia atraída por alguma escolha ou curiosa para tentar algo diferente, discutia o assunto com meu marido e experimentávamos para ver se dava certo. Não senti nenhuma pressão para me adequar a um ideal ou para me sentir pertencente a um grupo qualquer. Nem me permiti cair na loucura de achar que só seria uma boa mãe se fizesse x, y ou z, de querer me encaixar em determinado estilo de criação dos filhos. Acho que os rótulos nos prendem e nos fazem sentir culpadas se sairmos da linha ou se pensarmos um pouco diferente do que eles ditam.

Sou a favor de uma maternidade livre de rótulos.

O propósito deste livro não é defender as escolhas que eu fiz na criação dos meus filhos nem pregar um “estilo” de maternidade no intuito de converter outras mães e outros pais. O que busquei foi comunicar, compartilhar e até mesmo celebrar as descobertas que fiz nesses quase 10 anos como mãe da Flor e dois como mãe do Nino.

Escolhi organizar o livro da maneira mais simples possível: em ordem cronológica, começando pela fase antes de engravidar e terminando na introdução alimentar, passando pela gestação, pelo parto, pela amamentação e pelos cuidados com a mãe e o bebê. Em quase todos os capítulos ofereço algumas receitas que me marcaram naquela fase. Os capítulos de 1 a 5 contam com a participação de especialistas que convidei para responder a algumas dúvidas que tive e que acredito que muitos novos pais possam ter também.

Entrevistei uma nutricionista, dois psicólogos, duas pediatras, uma psicanalista, uma obstetra, uma enfermeira obstétrica e uma obstetriz (também conhecida como parteira). A voz e a visão desses profissionais experientes e comprometidos com a informação baseada em evidências contribuíram para fazer do Bela maternidade muito mais do que apenas a minha história.

No entanto, o que você encontrará nestas páginas é, essencialmente, minha experiência como mãe de dois filhos. Minhas escolhas – norteadas por princípios muito individuais, como a simplicidade e o respeito à natureza – foram somente isso: opções minhas, nada mais, nada menos. Mas se essas histórias sobre a gestação, o parto e a criação da Flor e do Nino servirem para fazer você refletir sobre sua maneira de ser mãe, encontrando mais liberdade e realização nesse papel, acho que este livro cumprirá sua função.

Espero que ele seja tão enriquecedor e gostoso de ler para você quanto foi para mim de escrever.

Sou uma mulher avessa a rótulos. Não gosto de enquadrar nem meu comportamento nem a mim mesma (nem a educação que dou aos meus filhos) em categorias predefinidas. Quero ser livre para escolher o que funciona para mim em determinada situação – isto é, o que melhor reflete meus valores, minhas crenças e os aspectos práticos da minha vida – e também para mudar quando as práticas deixarem de fazer sentido.

Por exemplo, já fui macrobiótica, aiurvédica, vegetariana, vegana e hoje não me encaixo em nenhum desses termos. Mas carrego comigo o que cada experiência me trouxe de bom e, quando sinto necessidade, embarco de cabeça nesses conhecimentos (e em outros também) em busca de saúde e bem-estar. A liberdade para ouvir o corpo e saber o que, quando e quanto comer é preciosa para mim.

Com a maternidade não é diferente. Acredito muito no autoconhecimento e na intuição. Sou curiosa e experimentadora por natureza e, quando me tornei mãe, essas características ficaram ainda mais fortes. Para cada filho, fiz escolhas condizentes com meu momento – e, lógico, houve muitas mudanças entre um e outro.

Por exemplo:

Flor nasceu no hospital e Nino, em casa.

Ela teve o próprio quarto desde o primeiro dia de vida; ele só ganhou um com 10 meses.

Flor usou fralda biodegradável com forro de tecido; Nino usa predominantemente fralda de pano.

Ela tomou banho de banheira desde recém-nascida; ele tomou o primeiro banho já comigo, no chuveiro.

Flor usou chupeta; Nino nunca gostou.

Flor dormiu no berço; Nino nunca teve berço, sempre dormiu comigo, na minha cama ou numa caixinha de papelão ao meu lado.

Sempre passeei com Flor no carrinho; Nino passeava na mochilinha ergonômica ou no sling.

Flor comeu papinha amassada até 1 ano; Nino, só até os 8 meses.

Fiz diferente com cada filho simplesmente porque opções novas surgiram e me pareceram interessantes. Antes de me preparar para escrever este livro, eu não sabia que havia termos para definir o bebê que divide a cama com os pais, o que mama na hora em que sente fome, o que sinaliza para a mãe a hora em que quer evacuar ou aquele que, já no início do desmame, é apresentado a alimentos picados, que ele come com a própria mão. Só soube que praticava cama compartilhada, amamentação em livre demanda, higiene natural e baby-led weaning (BLW) quando essas expressões surgiram nos comentários de fotos e vídeos que eu postava nas redes sociais ou deparei com elas na fase de leitura e pesquisa para o livro.

Para descobrir, desmistificar e divulgar esses métodos – que foram maravilhosos na minha vida de mãe e mulher –, é útil conhecer sua terminologia, pois ela facilita a comunicação e a troca entre as pessoas. Há quem diga que essas práticas estão “na moda”. Suspeito que elas sempre existiram: acontece que agora as pessoas passaram a falar sobre isso e, com as redes sociais e o maior acesso à informação, o “parto humanizado”, a “cama compartilhada” e o “BLW” caíram na boca do povo e passaram a ser debatidos – seja por quem é contra ou a favor. Se há algo “na moda” são o debate, a abertura a novas ideias e a liberdade de buscar o que faz sentido para cada pessoa.

Para mim, todas essas descobertas e novas práticas surgiram de forma orgânica, em conversas e trocas com outras mães, que, em geral, também não usavam esses jargões. Quando me sentia atraída por alguma escolha ou curiosa para tentar algo diferente, discutia o assunto com meu marido e experimentávamos para ver se dava certo. Não senti nenhuma pressão para me adequar a um ideal ou para me sentir pertencente a um grupo qualquer. Nem me permiti cair na loucura de achar que só seria uma boa mãe se fizesse x, y ou z, de querer me encaixar em determinado estilo de criação dos filhos. Acho que os rótulos nos prendem e nos fazem sentir culpadas se sairmos da linha ou se pensarmos um pouco diferente do que eles ditam.

Sou a favor de uma maternidade livre de rótulos.

O propósito deste livro não é defender as escolhas que eu fiz na criação dos meus filhos nem pregar um “estilo” de maternidade no intuito de converter outras mães e outros pais. O que busquei foi comunicar, compartilhar e até mesmo celebrar as descobertas que fiz nesses quase 10 anos como mãe da Flor e dois como mãe do Nino.

Escolhi organizar o livro da maneira mais simples possível: em ordem cronológica, começando pela fase antes de engravidar e terminando na introdução alimentar, passando pela gestação, pelo parto, pela amamentação e pelos cuidados com a mãe e o bebê. Em quase todos os capítulos ofereço algumas receitas que me marcaram naquela fase. Os capítulos de 1 a 5 contam com a participação de especialistas que convidei para responder a algumas dúvidas que tive e que acredito que muitos novos pais possam ter também.

Entrevistei uma nutricionista, dois psicólogos, duas pediatras, uma psicanalista, uma obstetra, uma enfermeira obstétrica e uma obstetriz (também conhecida como parteira). A voz e a visão desses profissionais experientes e comprometidos com a informação baseada em evidências contribuíram para fazer do Bela maternidade muito mais do que apenas a minha história.

No entanto, o que você encontrará nestas páginas é, essencialmente, minha experiência como mãe de dois filhos. Minhas escolhas – norteadas por princípios muito individuais, como a simplicidade e o respeito à natureza – foram somente isso: opções minhas, nada mais, nada menos. Mas se essas histórias sobre a gestação, o parto e a criação da Flor e do Nino servirem para fazer você refletir sobre sua maneira de ser mãe, encontrando mais liberdade e realização nesse papel, acho que este livro cumprirá sua função.

Espero que ele seja tão enriquecedor e gostoso de ler para você quanto foi para mim de escrever.

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Bela Gil

Sobre o autor

Bela Gil

Chef de cozinha natural e apresentadora do programa Bela cozinha, sucesso de audiência do canal GNT. Fez faculdade de Nutrição e Ciência dos Alimentos na Hunter College e formou-se chef pelo Natural Gourmet Institute, em Nova York. Filha de Flora e Gilberto Gil, Bela se dedica a disseminar os valores da alimentação saudável e da sustentabilidade. Ministra aulas de culinária e palestras por todo o país e é autora dos livros Bela cozinhaBela cozinha 2 e Bela cozinha: ingredientes do Brasil. Bela é casada com o empresário João Paulo Demasi, com quem teve a Flor, em 2009, e o Nino, em 2016. Quando não está viajando Brasil afora, a família Gil-Demasi vive no Rio de Janeiro.

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Mães naturebas. Mães hippies. Mães rígidas. Você se encaixa em algum desses perfis? Em seu novo livro, Bela Maternidade – Meu Jeito Simples e Natural de Ser Mãe, a cozinheira e apresentadora Bela Gil, 30 anos, mãe de Flor, 9, e Nino, 1 ano e 10 meses, manda um recado na primeira linha: “Sou uma mulher avessa a rótulos”. No quesito alimentação, por exemplo, ela já foi aiurvédica, vegetariana e vegana, mas, hoje, não se enquadra em nenhum desses termos. “Carrego comigo o que cada experiência me trouxe de bom e, quando sinto necessidade, embarco de cabeça”, escreve. Com a maternidade, segue o mesmo lema. Tanto que decidiu colocar suas duas experiências – bem diferentes uma da outra – em um livro, para mostrar que, com informação, é possível fazer escolhas de forma mais livre e consciente.

Vanessa Lima - Revista Crescer

Após ter segundo filho, Bela Gil lança livro sobre maternidade

Apresentadora de TV, chef de cozinha e mãe de dois. Logo após o nascimento do segundo filho, Bela Gil deu a largada no seu quarto livro, Bela Maternidade — Meu Jeito Simples e Natural de Ser Mãe. “A grande diferença entre a gravidez do Nino e a da Flor foi a quantidade de informações valiosas que eu passei a ter sobre os temas relacionados à maternidade. Quando a Flor nasceu, parece que não me senti tão presente no ato de parir, e culpo a falta de informação por isso”, explica. Além do relato completo, do desejo de ficar grávida à introdução alimentar dos pequenos, Bela traz a cada capítulo entrevistas com especialistas de diversas áreas, como a pediatra Elsa Giugliani, pós-doutorada pela universidade americana Johns Hopkins, e a psicóloga Bianca Balassiano, consultora de amamentação certificada pela International Board of Lactation Consultant Examiners.

Fernanda Thedim - Veja Rio

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