Meu filho me enlouquece! - Sextante
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AUTOAJUDA

Meu filho me enlouquece!

Meu filho me enlouquece!

ISABELLE FILLIOZAT

Compreenda o que se passa na cabeça das crianças de 6 a 11 anos

Compreenda o que se passa na cabeça das crianças de 6 a 11 anos

Uma abordagem concreta e prática para o problema do mau comportamento.

Continuação do best-seller Já tentei de tudo!, para crianças de 6 a 11 anos.

“Quando um filho apresenta febre, os pais quase sempre se perguntam ‘Será que devo levá-lo ao médico?’. Em resumo: a febre é vista como um sintoma de que algo não vai bem com o organismo da criança. Para Isabelle Filliozat, é dessa maneira que devem ser vistos os comportamentos aparentemente transgressivos dos filhos: como um sintoma que anuncia que algo não vai bem com eles.” – Rosely Sayão

 

Seu filho tem dificuldade de se concentrar em uma tarefa? Perde o interesse pelas atividades rapidamente e fica estressado quando não consegue o que quer? Talvez você pense que ele faz isso de propósito, mas e se houver outras razões?

Isabelle Filliozat, a consagrada autora de Já tentei de tudo!, mostra neste novo livro que as crianças de 6 a 11 anos, embora pareçam “crescidas”, ainda não têm capacidade de assimilar muitas das nossas críticas e repreensões e, por isso, repetem os comportamentos que nos tiram do sério.

Com uma visão científica do que se passa no cérebro das crianças, Meu filho me enlouquece! oferece propostas práticas para lidar com as situações mais comuns e desafiadoras do dia a dia.

A abordagem amorosa da autora, baseada na convicção de que a educação não violenta é mais eficaz do que brigas, castigos e punições, inspira os pais a buscarem o que está por trás das atitudes agressivas e das reações exageradas dos filhos.

Uma abordagem concreta e prática para o problema do mau comportamento.

Continuação do best-seller Já tentei de tudo!, para crianças de 6 a 11 anos.

“Quando um filho apresenta febre, os pais quase sempre se perguntam ‘Será que devo levá-lo ao médico?’. Em resumo: a febre é vista como um sintoma de que algo não vai bem com o organismo da criança. Para Isabelle Filliozat, é dessa maneira que devem ser vistos os comportamentos aparentemente transgressivos dos filhos: como um sintoma que anuncia que algo não vai bem com eles.” – Rosely Sayão

 

Seu filho tem dificuldade de se concentrar em uma tarefa? Perde o interesse pelas atividades rapidamente e fica estressado quando não consegue o que quer? Talvez você pense que ele faz isso de propósito, mas e se houver outras razões?

Isabelle Filliozat, a consagrada autora de Já tentei de tudo!, mostra neste novo livro que as crianças de 6 a 11 anos, embora pareçam “crescidas”, ainda não têm capacidade de assimilar muitas das nossas críticas e repreensões e, por isso, repetem os comportamentos que nos tiram do sério.

Com uma visão científica do que se passa no cérebro das crianças, Meu filho me enlouquece! oferece propostas práticas para lidar com as situações mais comuns e desafiadoras do dia a dia.

A abordagem amorosa da autora, baseada na convicção de que a educação não violenta é mais eficaz do que brigas, castigos e punições, inspira os pais a buscarem o que está por trás das atitudes agressivas e das reações exageradas dos filhos.

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Ficha técnica
Lançamento 11/06/2018
Título original J’AI TOUT ESSAYÉ!
Tradução DOROTHÉE DE BRUCHARD
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 176
Peso 250 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0632-8
EAN 9788543106328
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543106335
Preço R$ 19,99
Lançamento 11/06/2018
Título original J’AI TOUT ESSAYÉ!
Tradução DOROTHÉE DE BRUCHARD
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 176
Peso 250 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0632-8
EAN 9788543106328
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543106335
Preço R$ 19,99

Leia um trecho do livro

“Ele, de repente, desatou a chorar. Já anoitecera. Larguei minhas ferramentas. Não estava nem aí para o martelo, o parafuso, a sede ou a morte. Havia, numa estrela, num planeta, o meu, a Terra, um pequeno príncipe a ser consolado! Peguei-o no colo. Embalei-o. […] Não sabia bem o que dizer. Sentia-me desajeitado. Não sabia como chegar a ele, onde alcançá-lo… Tão misteriosa é a terra das lágrimas.”
– Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe

Apresentação
Isabelle Filliozat

Como mãe de dois filhos, vivenciei estados de felicidade intensa, amor incondicional e sensações de infinito bem-estar. Também passei por momentos de extrema exasperação, impotência e desespero. Para minha imensa vergonha, tive impulsos de diminuí-los, dominá-los, “mostrar quem é que manda”, tive vontade de bater, esganar, largar tudo e ir embora… Experimentei emoções, tensões, uma irritação que nunca, jamais, antes de eles nascerem, imaginei que pudesse sentir.

Diz-se que, entre os 6 e os 11 anos, as crianças se encontram em “período de latência”. É verdade que essa fase é menos sonora que outras, há uma certa trégua entre os berros dos pequenos e o bater de portas e a música alta dos maiores. Mas esse é também um período crucial para a construção do cérebro, da afetividade e das competências sociais. E confesso que, para mim, para o pai deles e acho que para eles, foi o período mais difícil de atravessar. Muitas vezes me senti impotente e despreparada frente ao sofrimento deles ou ao muro que eles erguiam entre nós. Os pais temem a adolescência e os acessos de fúria dos 2 anos, mas o período dos 6 aos 11 pode se revelar bastante delicado. As bases do sentimento de identidade, a segurança interior, a confiança em si e os alicerces da confiança nas próprias competências já se assentam desde o início da vida, mas nem tudo está definido aos 6 anos. Se finalmente a hora de ir para a cama agora lhes convém (a partir dos 6 anos a maioria das crianças vai dormir sem problema por volta das 20 horas, é uma questão de melatonina e de ritmo biológico), se dominam melhor suas emoções e se reagem de forma mais dócil aos nossos pedidos, outras dificuldades se delineiam: o aprendizado escolar, a busca progressiva de autonomia e as relações sociais.

Os temas relacionados à escolaridade nos pareceram ser assunto para um livro inteiro. Deixamos então essa questão à parte, não porque não teria lugar numa obra sobre crianças de 6 a 11 anos, mas justamente porque o lugar que ocupa é tão importante que justifica um tratamento específico. Tampouco vamos evocar aqui as patologias, as difíceis provações que algumas têm de enfrentar. Vamos nos concentrar nas pequenas dificuldades relacionais do dia a dia em família.

Neste livro, portanto, vamos prosseguir em nossa tentativa de compreender o que se passa na cabeça de nossos filhos nessa etapa de seu desenvolvimento, tantas vezes marcada por conflitos de poder.

Cada grito, cada briga, cada tapa, castigo ou repreensão nos afasta dos nossos filhos. Já me peguei gritando, e até deixando de castigo, mesmo sabendo que gritos e castigos eram ineficazes. Tive dúvidas, senti culpa, desespero. Fui então em busca de chaves. Chaves de compreensão, para começar, porque, quando compreendemos o que se passa, fica mais fácil agir de maneira eficaz e pertinente. E também busquei ferramentas concretas para lidar com os desafios do cotidiano.

Escrevi estas páginas para que pudéssemos buscar outros caminhos além daqueles percorridos na nossa infância, e assim, como pais, ser capazes de escolher nosso modo de atuar em vez de sermos guiados por nossa história pessoal. Este livro é centrado na compreensão do que ocorre na cabeça de nossos filhos e nas respostas que podemos dar aos comportamentos e, principalmente, às necessidades deles.

A abordagem empática da criança, dentro da linha da parentalidade positiva, significa mais alegria no dia a dia familiar. E o tempo passa tão depressa…

“Ele, de repente, desatou a chorar. Já anoitecera. Larguei minhas ferramentas. Não estava nem aí para o martelo, o parafuso, a sede ou a morte. Havia, numa estrela, num planeta, o meu, a Terra, um pequeno príncipe a ser consolado! Peguei-o no colo. Embalei-o. […] Não sabia bem o que dizer. Sentia-me desajeitado. Não sabia como chegar a ele, onde alcançá-lo… Tão misteriosa é a terra das lágrimas.”
– Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe

Apresentação
Isabelle Filliozat

Como mãe de dois filhos, vivenciei estados de felicidade intensa, amor incondicional e sensações de infinito bem-estar. Também passei por momentos de extrema exasperação, impotência e desespero. Para minha imensa vergonha, tive impulsos de diminuí-los, dominá-los, “mostrar quem é que manda”, tive vontade de bater, esganar, largar tudo e ir embora… Experimentei emoções, tensões, uma irritação que nunca, jamais, antes de eles nascerem, imaginei que pudesse sentir.

Diz-se que, entre os 6 e os 11 anos, as crianças se encontram em “período de latência”. É verdade que essa fase é menos sonora que outras, há uma certa trégua entre os berros dos pequenos e o bater de portas e a música alta dos maiores. Mas esse é também um período crucial para a construção do cérebro, da afetividade e das competências sociais. E confesso que, para mim, para o pai deles e acho que para eles, foi o período mais difícil de atravessar. Muitas vezes me senti impotente e despreparada frente ao sofrimento deles ou ao muro que eles erguiam entre nós. Os pais temem a adolescência e os acessos de fúria dos 2 anos, mas o período dos 6 aos 11 pode se revelar bastante delicado. As bases do sentimento de identidade, a segurança interior, a confiança em si e os alicerces da confiança nas próprias competências já se assentam desde o início da vida, mas nem tudo está definido aos 6 anos. Se finalmente a hora de ir para a cama agora lhes convém (a partir dos 6 anos a maioria das crianças vai dormir sem problema por volta das 20 horas, é uma questão de melatonina e de ritmo biológico), se dominam melhor suas emoções e se reagem de forma mais dócil aos nossos pedidos, outras dificuldades se delineiam: o aprendizado escolar, a busca progressiva de autonomia e as relações sociais.

Os temas relacionados à escolaridade nos pareceram ser assunto para um livro inteiro. Deixamos então essa questão à parte, não porque não teria lugar numa obra sobre crianças de 6 a 11 anos, mas justamente porque o lugar que ocupa é tão importante que justifica um tratamento específico. Tampouco vamos evocar aqui as patologias, as difíceis provações que algumas têm de enfrentar. Vamos nos concentrar nas pequenas dificuldades relacionais do dia a dia em família.

Neste livro, portanto, vamos prosseguir em nossa tentativa de compreender o que se passa na cabeça de nossos filhos nessa etapa de seu desenvolvimento, tantas vezes marcada por conflitos de poder.

Cada grito, cada briga, cada tapa, castigo ou repreensão nos afasta dos nossos filhos. Já me peguei gritando, e até deixando de castigo, mesmo sabendo que gritos e castigos eram ineficazes. Tive dúvidas, senti culpa, desespero. Fui então em busca de chaves. Chaves de compreensão, para começar, porque, quando compreendemos o que se passa, fica mais fácil agir de maneira eficaz e pertinente. E também busquei ferramentas concretas para lidar com os desafios do cotidiano.

Escrevi estas páginas para que pudéssemos buscar outros caminhos além daqueles percorridos na nossa infância, e assim, como pais, ser capazes de escolher nosso modo de atuar em vez de sermos guiados por nossa história pessoal. Este livro é centrado na compreensão do que ocorre na cabeça de nossos filhos e nas respostas que podemos dar aos comportamentos e, principalmente, às necessidades deles.

A abordagem empática da criança, dentro da linha da parentalidade positiva, significa mais alegria no dia a dia familiar. E o tempo passa tão depressa…

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Isabelle Filliozat

Sobre o autor

Isabelle Filliozat

Psicoterapeuta e fundadora da Escola de Inteligência Emocional e Relacional. Criadora da própria vertente terapêutica, a Empatia Integradora, é especializada em Análise Transacional, PNL e outras técnicas. Escreveu diversos livros, entre eles Au coeur des émotions de l’enfant e Il n’y a pas de parent parfait.

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