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O que todo jovem talento precisa aprender

O que todo jovem talento precisa aprender

BRUCE TULGAN

Como desenvolver bons hábitos de trabalho, saber lidar com as pessoas, tomar decisões e resolver problemas

Como desenvolver bons hábitos de trabalho, saber lidar com as pessoas, tomar decisões e resolver problemas

“Com uma abordagem prática, direta e fácil de implementar, este livro oferece uma ferramenta poderosa aos profissionais que estão entrando no mercado e aos gestores que desejam adquirir e transmitir as habilidades necessárias ao sucesso.” – Larry Lawson, CEO da Spirit AeroSystems

 

Apesar de serem criativos, cheios de energia e altamente capacitados, os jovens da geração Z (nascidos entre 1990 e 1999) deixam a desejar em termos de habilidades interpessoais, como a capacidade de se relacionar com outras pessoas, trabalhar em equipe e tomar a iniciativa para resolver problemas, o que muitas vezes os leva a ser demitidos.

Entre as principais queixas dos gestores em relação a seus funcionários mais jovens estão:

• “São pouco profissionais.”

• “Não assumem responsabilidade nem prestam contas do que fazem.”

• “Não têm uma boa postura no trabalho.”

• “Não sabem lidar com as outras pessoas.”

• “Não sabem resolver problemas, tomar decisões e planejar.”

• “Têm dificuldade em se submeter a autoridades.”

Com base nas pesquisas mais recentes sobre liderança e mercado de trabalho, este livro oferece soluções concretas para quem quer ensinar e aprender os fundamentos do profissionalismo, do pensamento crítico e da capacidade de seguir uma liderança.

Além de exemplos atuais, Bruce Tulgan, consultor e consagrado autor de Não tenha medo de ser chefe, apresenta planos bem estruturados e exercícios práticos para levar o profissional em início de carreira a alcançar o seu potencial.

***

“Um recurso valioso para gestores e líderes que desejam aprender a envolver e motivar a nova força de trabalho.” – Stephen Hampson, presidente e gerente geral da Meritor WABCO

“Bem pesquisado, prático e fácil de ler, O que todo jovem talento precisa aprender é um livro fundamental para todo gestor que precisa lidar com a turbulenta rotatividade entre os funcionários mais jovens.” – Joni Thomas Doolin, CEO da TDn2K; fundador da People Report

“Estamos ansiosos por incorporar suas lições sobre ensino das soft skills ao nosso programa de desenvolvimento de lideranças.” – Steve Bell, diretor de RH da National Penn Bancshares

Este livro identifica o problema da falta de habilidades interpessoais dos profissionais do novo milênio e apresenta um plano detalhado para extrair o melhor da geração Z: novas competências técnicas, ideias, perspectivas, energias.

Bruce Tulgan, um dos maiores especialistas mundiais em liderança, afirma que para garantir o sucesso de uma empresa não basta contratar os melhores especialistas de cada área. Você precisa se tornar um gestor didático, capaz de ensinar não só as habilidades técnicas, fundamentais para a execução das tarefas, mas também as interpessoais, como a responsabilidade pelo próprio trabalho, o respeito à autoridade, uma postura profissional e uma atitude proativa.

“Com uma abordagem prática, direta e fácil de implementar, este livro oferece uma ferramenta poderosa aos profissionais que estão entrando no mercado e aos gestores que desejam adquirir e transmitir as habilidades necessárias ao sucesso.” – Larry Lawson, CEO da Spirit AeroSystems

 

Apesar de serem criativos, cheios de energia e altamente capacitados, os jovens da geração Z (nascidos entre 1990 e 1999) deixam a desejar em termos de habilidades interpessoais, como a capacidade de se relacionar com outras pessoas, trabalhar em equipe e tomar a iniciativa para resolver problemas, o que muitas vezes os leva a ser demitidos.

Entre as principais queixas dos gestores em relação a seus funcionários mais jovens estão:

• “São pouco profissionais.”

• “Não assumem responsabilidade nem prestam contas do que fazem.”

• “Não têm uma boa postura no trabalho.”

• “Não sabem lidar com as outras pessoas.”

• “Não sabem resolver problemas, tomar decisões e planejar.”

• “Têm dificuldade em se submeter a autoridades.”

Com base nas pesquisas mais recentes sobre liderança e mercado de trabalho, este livro oferece soluções concretas para quem quer ensinar e aprender os fundamentos do profissionalismo, do pensamento crítico e da capacidade de seguir uma liderança.

Além de exemplos atuais, Bruce Tulgan, consultor e consagrado autor de Não tenha medo de ser chefe, apresenta planos bem estruturados e exercícios práticos para levar o profissional em início de carreira a alcançar o seu potencial.

***

“Um recurso valioso para gestores e líderes que desejam aprender a envolver e motivar a nova força de trabalho.” – Stephen Hampson, presidente e gerente geral da Meritor WABCO

“Bem pesquisado, prático e fácil de ler, O que todo jovem talento precisa aprender é um livro fundamental para todo gestor que precisa lidar com a turbulenta rotatividade entre os funcionários mais jovens.” – Joni Thomas Doolin, CEO da TDn2K; fundador da People Report

“Estamos ansiosos por incorporar suas lições sobre ensino das soft skills ao nosso programa de desenvolvimento de lideranças.” – Steve Bell, diretor de RH da National Penn Bancshares

Este livro identifica o problema da falta de habilidades interpessoais dos profissionais do novo milênio e apresenta um plano detalhado para extrair o melhor da geração Z: novas competências técnicas, ideias, perspectivas, energias.

Bruce Tulgan, um dos maiores especialistas mundiais em liderança, afirma que para garantir o sucesso de uma empresa não basta contratar os melhores especialistas de cada área. Você precisa se tornar um gestor didático, capaz de ensinar não só as habilidades técnicas, fundamentais para a execução das tarefas, mas também as interpessoais, como a responsabilidade pelo próprio trabalho, o respeito à autoridade, uma postura profissional e uma atitude proativa.

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Ficha técnica
Lançamento 10/07/2017
Título original BRIDGING THE SOFT SKILLS GAP: HOW TO TEACH THE MISSING BASICS TO TODAY’S YOUNG TALENT
Tradução IVO KORYTOWSKI
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 288
Peso 440 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0519-2
EAN 9788543105192
Preço R$ 39,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105208
Preço R$ 24,99
Lançamento 10/07/2017
Título original BRIDGING THE SOFT SKILLS GAP: HOW TO TEACH THE MISSING BASICS TO TODAY’S YOUNG TALENT
Tradução IVO KORYTOWSKI
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 288
Peso 440 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0519-2
EAN 9788543105192
Preço R$ 39,90

E-book

eISBN 9788543105208
Preço R$ 24,99

Leia um trecho do livro

Prólogo

Conheça a mais nova força de trabalho

A força de trabalho que está entrando agora no mercado tem muito a oferecer: novas competências técnicas, ideias, perspectivas, energias. No entanto, a falta de determinadas habilidades interpessoais – as chamadas soft skills, algo como o conjunto adequado de características pessoais e comportamentos de um indivíduo nas interações com os outros – tem limitado seu desenvolvimento e enlouquecido os profissionais mais velhos e mais experientes.

Em nossa pesquisa com gestores, quase todos nos contam uma versão do que certa vez ouvi de um gerente de meia-idade, funcionário de uma empresa farmacêutica: “Quando eu era jovem e inexperiente, posso ter sido ingênuo ou imaturo, mas sabia que deveria usar gravata, fazer contato visual, dizer ‘por favor’, ‘obrigado’, ‘sim, senhor’ e ‘sim, senhora’. Também sabia quando era hora de ficar calado, manter a cabeça baixa e trabalhar duro sem que precisassem me mandar fazer isso a todo momento.”

De fato, desde que começamos a acompanhar e registrar as queixas em meados da década de 1990 (quando a geração X era a novidade no mercado profissional), a frequência e a insistência das reclamações sobre as habilidades interpessoais dos funcionários recém-contratados em começo de carreira têm aumentado ano após ano. E de que os gestores mais se queixam especificamente? Eis as respostas mais comuns:

“Eles são pouco profissionais.”

“Eles não assumem responsabilidade nem prestam contas de nada do que fazem.”

“Eles não têm uma boa postura no trabalho.”

“Seus hábitos profissionais são horríveis.”

“Eles não sabem lidar com outras pessoas.”

“Eles não sabem pensar, aprender e se comunicar sem consultar algum dispositivo eletrônico.”

“Eles não têm pensamento crítico.”

“Eles não sabem resolver problemas, tomar decisões e planejar.”

“Eles têm problemas em se submeter à autoridade.”

“Eles não avaliam o contexto para ver como se adequar a ele.”

“Eles não se sacrificam pelo bem maior.”

“Onde foram parar a cidadania, a prestatividade e o trabalho em equipe?”

Existe uma lacuna cada vez maior entre as expectativas dos empregadores e a realidade de como os novos talentos do mercado se apresentam no local de trabalho. Muitas vezes esses novos astros possuem as mais recentes e melhores competências e os métodos mais eficazes. Diversos deles parecem ter desenvolvido quase “superpoderes” em suas áreas de interesse. Costumam saber tudo das últimas novidades. No entanto, cada vez mais faltam a eles os velhos fundamentos, as habilidades interpessoais, não técnicas.

E o que eles têm a dizer sobre o crescimento dessa lacuna? Geralmente concordam, dizendo: “Eu e meus amigos somos assim mesmo!” Ou se mostram céticos, perguntando: “É sério?” De um jeito ou de outro, eles sempre emendam com: “E daí?”

Normalmente respondo: “E daí que esse comportamento irrita os funcionários mais velhos e prejudica sua carreira. Se você desenvolvesse suas habilidades interpessoais, teria uma enorme vantagem estratégica.”

A boa notícia é que, em geral, essa explicação basta para atrair sua atenção e seu interesse em melhorar.

E o que dizem os líderes e gestores quando mostro a eles como podem ajudar seus jovens talentos a preencher essa crescente lacuna das habilidades interpessoais? Muitas vezes, a primeira resposta se parece com esta a seguir, dada pelo sócio de um renomado escritório de contabilidade e consultoria contábil: “Resolver esse problema não tinha que ser função nossa. Eles não deveriam ter aprendido esses fundamentos com os pais? Ou no jardim de infância? Ou pelo menos na escola ou na faculdade? Ou na pós-graduação? Quando são contratados por este escritório, eles já devem saber ser pontuais e se comportar. Será que eu também vou ter que ensinar como atravessar a rua?”

Esse comentário me lembra uma campanha agressiva de serviço público patrocinada pela Universidade Yale. A prefeitura e a universidade espalharam cartazes por toda a cidade para ensinar aos pedestres os fundamentos do comportamento seguro. A ação tinha como foco principal os estudantes de Yale, que atravessavam a rua olhando para o celular. Em outras palavras, alguns dos jovens mais inteligentes da atualidade – os futuros médicos, cientistas, contadores, engenheiros, professores e líderes de todos os setores – precisavam de um programa de educação agressivo para aprender a atravessar a rua. Nas palavras de um policial da cidade: “Eles sabem tudo das ferramentas e habilidades mais modernas, mas não contam com muitas das habilidades mais antigas. O interessante, porém, é que o programa funciona. Eles estão atravessando a rua com muito mais cuidado.”

Costumo dizer a meus clientes que, se você está contratando jovens hoje em dia, a falta de habilidades interpessoais que eles apresentam é problema seu, sim. Mas também há uma boa notícia: você pode preencher essa lacuna; isso lhe proporcionará uma enorme vantagem estratégica na hora de contratar os novos talentos mais promissores, ambientá-los rapidamente, melhorar o próprio desempenho, aprimorar os relacionamentos e diminuir as taxas de rotatividade.

Este livro é um guia prático formulado a partir dos resultados de centenas de estudos de caso, de boas práticas e de métodos de ensino criados por organizações e gestores que levaram seus funcionários jovens a aprimorar suas habilidades interpessoais no trabalho. Você vai descobrir que existem várias maneiras de ajudá-los a desenvolver um quesito de cada vez e, com isso, torná-los funcionários, colegas e futuros líderes muito mais eficazes e bem-sucedidos.

Prólogo

Conheça a mais nova força de trabalho

A força de trabalho que está entrando agora no mercado tem muito a oferecer: novas competências técnicas, ideias, perspectivas, energias. No entanto, a falta de determinadas habilidades interpessoais – as chamadas soft skills, algo como o conjunto adequado de características pessoais e comportamentos de um indivíduo nas interações com os outros – tem limitado seu desenvolvimento e enlouquecido os profissionais mais velhos e mais experientes.

Em nossa pesquisa com gestores, quase todos nos contam uma versão do que certa vez ouvi de um gerente de meia-idade, funcionário de uma empresa farmacêutica: “Quando eu era jovem e inexperiente, posso ter sido ingênuo ou imaturo, mas sabia que deveria usar gravata, fazer contato visual, dizer ‘por favor’, ‘obrigado’, ‘sim, senhor’ e ‘sim, senhora’. Também sabia quando era hora de ficar calado, manter a cabeça baixa e trabalhar duro sem que precisassem me mandar fazer isso a todo momento.”

De fato, desde que começamos a acompanhar e registrar as queixas em meados da década de 1990 (quando a geração X era a novidade no mercado profissional), a frequência e a insistência das reclamações sobre as habilidades interpessoais dos funcionários recém-contratados em começo de carreira têm aumentado ano após ano. E de que os gestores mais se queixam especificamente? Eis as respostas mais comuns:

“Eles são pouco profissionais.”

“Eles não assumem responsabilidade nem prestam contas de nada do que fazem.”

“Eles não têm uma boa postura no trabalho.”

“Seus hábitos profissionais são horríveis.”

“Eles não sabem lidar com outras pessoas.”

“Eles não sabem pensar, aprender e se comunicar sem consultar algum dispositivo eletrônico.”

“Eles não têm pensamento crítico.”

“Eles não sabem resolver problemas, tomar decisões e planejar.”

“Eles têm problemas em se submeter à autoridade.”

“Eles não avaliam o contexto para ver como se adequar a ele.”

“Eles não se sacrificam pelo bem maior.”

“Onde foram parar a cidadania, a prestatividade e o trabalho em equipe?”

Existe uma lacuna cada vez maior entre as expectativas dos empregadores e a realidade de como os novos talentos do mercado se apresentam no local de trabalho. Muitas vezes esses novos astros possuem as mais recentes e melhores competências e os métodos mais eficazes. Diversos deles parecem ter desenvolvido quase “superpoderes” em suas áreas de interesse. Costumam saber tudo das últimas novidades. No entanto, cada vez mais faltam a eles os velhos fundamentos, as habilidades interpessoais, não técnicas.

E o que eles têm a dizer sobre o crescimento dessa lacuna? Geralmente concordam, dizendo: “Eu e meus amigos somos assim mesmo!” Ou se mostram céticos, perguntando: “É sério?” De um jeito ou de outro, eles sempre emendam com: “E daí?”

Normalmente respondo: “E daí que esse comportamento irrita os funcionários mais velhos e prejudica sua carreira. Se você desenvolvesse suas habilidades interpessoais, teria uma enorme vantagem estratégica.”

A boa notícia é que, em geral, essa explicação basta para atrair sua atenção e seu interesse em melhorar.

E o que dizem os líderes e gestores quando mostro a eles como podem ajudar seus jovens talentos a preencher essa crescente lacuna das habilidades interpessoais? Muitas vezes, a primeira resposta se parece com esta a seguir, dada pelo sócio de um renomado escritório de contabilidade e consultoria contábil: “Resolver esse problema não tinha que ser função nossa. Eles não deveriam ter aprendido esses fundamentos com os pais? Ou no jardim de infância? Ou pelo menos na escola ou na faculdade? Ou na pós-graduação? Quando são contratados por este escritório, eles já devem saber ser pontuais e se comportar. Será que eu também vou ter que ensinar como atravessar a rua?”

Esse comentário me lembra uma campanha agressiva de serviço público patrocinada pela Universidade Yale. A prefeitura e a universidade espalharam cartazes por toda a cidade para ensinar aos pedestres os fundamentos do comportamento seguro. A ação tinha como foco principal os estudantes de Yale, que atravessavam a rua olhando para o celular. Em outras palavras, alguns dos jovens mais inteligentes da atualidade – os futuros médicos, cientistas, contadores, engenheiros, professores e líderes de todos os setores – precisavam de um programa de educação agressivo para aprender a atravessar a rua. Nas palavras de um policial da cidade: “Eles sabem tudo das ferramentas e habilidades mais modernas, mas não contam com muitas das habilidades mais antigas. O interessante, porém, é que o programa funciona. Eles estão atravessando a rua com muito mais cuidado.”

Costumo dizer a meus clientes que, se você está contratando jovens hoje em dia, a falta de habilidades interpessoais que eles apresentam é problema seu, sim. Mas também há uma boa notícia: você pode preencher essa lacuna; isso lhe proporcionará uma enorme vantagem estratégica na hora de contratar os novos talentos mais promissores, ambientá-los rapidamente, melhorar o próprio desempenho, aprimorar os relacionamentos e diminuir as taxas de rotatividade.

Este livro é um guia prático formulado a partir dos resultados de centenas de estudos de caso, de boas práticas e de métodos de ensino criados por organizações e gestores que levaram seus funcionários jovens a aprimorar suas habilidades interpessoais no trabalho. Você vai descobrir que existem várias maneiras de ajudá-los a desenvolver um quesito de cada vez e, com isso, torná-los funcionários, colegas e futuros líderes muito mais eficazes e bem-sucedidos.

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Bruce Tulgan

Sobre o autor

Bruce Tulgan

Consultor de líderes empresariais no mundo inteiro e um requisitado palestrante. Fundou a RainmakerThinking, Inc., empresa de treinamento de gerenciamento. Já escreveu artigos para inúmeras publicações, incluindo The New York TimesUSA TodayHarvard Business Review e Human Resources. Vive com a esposa em New Haven, Connecticut, e Portland, Oregon.

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