Os verões que ainda me restam
Uma história sobre amizade e as coisas que realmente importam
Os verões que ainda me restam
Os verões que ainda me restam
Uma história sobre amizade e as coisas que realmente importam
Os verões que ainda me restam
Nossos revendedores
O fenômeno que conquistou o mundo.
Você já parou para pensar em quantos verões ainda lhe restam?
Um homem da cidade leva uma rotina agitada, sempre cumprindo uma lista interminável de tarefas. Embora tudo pareça funcionar, no fundo ele sente que está deixando a vida passar sem viver de verdade.
Até que, num sábado, ele vai para sua casa de campo e conhece Karl, um agricultor que, com seu jeito simples e tranquilo, começa a desafiar tudo que ele acreditava saber sobre sucesso, felicidade, relacionamentos e propósito.
Da amizade inesperada entre os dois nascem conversas profundas, confidências e reflexões que levam o homem a questionar a vida que construiu e a perceber quantos sonhos vem adiando por priorizar as coisas erradas.
Os verões que ainda me restam é uma fábula moderna e emocionante sobre a correria do cotidiano e o custo de não valorizarmos o que dá sentido à vida. E, fundamentalmente, sobre as perguntas para as quais todos nós gostaríamos de encontrar respostas.
Resenha especializada
Resenha especializada
“Eu não vivia, só cumpria tarefas.
Em algum momento eu tinha tomado a direção errada, quebrado a bússola interior, e isso me limitava e me pressionava ao mesmo tempo.
Até alguns anos antes, eu me sentia leve e feliz, amava o que fazia. Mas fui perdendo minha liberdade. Não foi uma decisão consciente – aconteceu pouco a pouco.
Fui me tornando uma dessas pessoas que só valorizam o trabalho. Era exigente comigo mesmo, rara - mente estava satisfeito ou relaxado, vivia estressado.
Naquela manhã, eu me sentia um pássaro exausto, preso na gaiola. Nada parecia certo. Minha vida não tinha nada a ver com quem eu realmente queria ser.
Enquanto corria pela floresta, sem rumo e sem destino, pensei numa coisa que tinha lido dias antes: quando a pessoa está sobrecarregada, seus pensamentos ficam girando em círculos, e é preciso romper esse padrão. Por isso devemos fazer algo inusitado, fora do habitual.
Parei para pensar nas possibilidades e me veio à cabeça a imagem do lago na entrada da floresta. Logo me dei conta de que não estava com roupa de banho e que a água estaria gelada.
Mas também pensei que poderia ser uma pequena aventura no meio da minha rotina.
E me lembrei do que fazia na piscina quando criança, quando não queria ver, ouvir nem sentir nada: pulava na água e deixava o corpo afundar. O mundo sumia e se calava.
Era só mergulhar. Que ideia tentadora.
Mudei de direção e corri para o lago.” – STEPHAN SCHÄFER
Ficha técnica
Ficha técnica
Impresso
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Stephan Schäfer
STEPHAN SCHÄFER trabalhou durante muitos anos como jornalista e editor. Os verões que ainda me restam já vendeu mais de 150 mil exemplares, permaneceu por vários meses na lista de mais vendidos da Alemanha e foi traduzido para diversos idiomas. Ele mora com a família em Hamburgo, norte da Alemanha.
