Aos 18 anos, quando morava na Austrália, Matthew McConaughey começou a ler o poeta inglês Lord Byron e decidiu começar a escrever poesia. Desde então, não parou mais.
Em Poemas e orações, ele abre os cadernos que vem preenchendo desde jovem. São textos escritos em diferentes momentos da vida, mas unidos pela mesma curiosidade inquieta e pelo hábito de transformar experiências em reflexões. Alguns são divertidos. Outros são espirituais. Muitos são as duas coisas ao mesmo tempo.
McConaughey escreve com a mesma mistura de sinceridade, irreverência e sabedoria prática que transformou seu livro de memórias, Sinal verde, num fenômeno editorial. Mas aqui sua voz aparece em uma forma ainda mais livre: a de um filósofo fora da lei que coleciona perguntas, desconfia de respostas prontas e busca significado tanto nos grandes acontecimentos quanto nos desvios do caminho.