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AUTOAJUDA

Coragem é agir com o coração

Coragem é agir com o coração

FRED ELBONI

Como abraçar a vulnerabilidade e ter relações mais honestas e verdadeiras (inclusive com você mesmo).

Como abraçar a vulnerabilidade e ter relações mais honestas e verdadeiras (inclusive com você mesmo).

O NOVO LIVRO DE FRED ELBONI, AUTOR COM MAIS DE 300 MIL EXEMPLARES VENDIDOS.

 

COR (coração) + AGEM (do verbo agir)

= CORAGEM (agir com o coração)

 

 

Coragem não tem nada a ver com pular de paraquedas, falar em público ou enfrentar um adversário poderoso.

Experimentamos a verdadeira coragem quando revelamos o que está dentro de nós e expressamos nossos sentimentos e desejos mais profundos: quando convidamos uma pessoa para sair, dividimos o que sentimos, escolhemos um caminho profissional, defendemos uma causa.

A coragem nos abre para o que realmente importa na vida: conexões baseadas na verdade e no amor.

Mas como ser verdadeiro e vulnerável nesse mundo de perfeccionismo, cobranças e comparações constantes?

Este é o tema deste livro.

 

O NOVO LIVRO DE FRED ELBONI, AUTOR COM MAIS DE 300 MIL EXEMPLARES VENDIDOS.

 

COR (coração) + AGEM (do verbo agir)

= CORAGEM (agir com o coração)

 

 

Coragem não tem nada a ver com pular de paraquedas, falar em público ou enfrentar um adversário poderoso.

Experimentamos a verdadeira coragem quando revelamos o que está dentro de nós e expressamos nossos sentimentos e desejos mais profundos: quando convidamos uma pessoa para sair, dividimos o que sentimos, escolhemos um caminho profissional, defendemos uma causa.

A coragem nos abre para o que realmente importa na vida: conexões baseadas na verdade e no amor.

Mas como ser verdadeiro e vulnerável nesse mundo de perfeccionismo, cobranças e comparações constantes?

Este é o tema deste livro.

 

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 02/09/2019
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 144
Peso 250 g
Acabamento Brochura
ISBN 9788543108308
EAN 9788543108308
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543108315
Preço R$ 21,99
Ficha técnica audiolivro
ISBN 9788543108995
Duração 2h 40min
Locutor Fred Elboni
Preço R$ 27,99
Lançamento 02/09/2019
Título original
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 144
Peso 250 g
Acabamento Brochura
ISBN 9788543108308
EAN 9788543108308
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543108315
Preço R$ 21,99

Audiolivro

ISBN 9788543108995
Duração 2h 40min
Locutor Fred Elboni
Preço R$ 27,99

Leia um trecho do livro

INTRODUÇÃO

Por causa do meu trabalho, tenho a sorte de estar sempre interagindo com muitas pessoas. E se tem um prazer que me define (além de comer carboidratos e brincar com o meu cachorro) é passar horas a fio conversando com alguém. Uma boa história me proporciona uma satisfação única, me toca profundamente – deve ser por isso que me tornei escritor. Além disso, muitas vezes me vejo nas histórias de vida de outras pessoas e acabo refletindo sobre minhas próprias questões.

Nos meus eventos, palestras e lançamentos de livros, é comum as pessoas me procurarem depois para bater um papo. Também recebo muitas mensagens pelas redes sociais, sejam abertas ou privadas. Em todas essas interações, elas falam como se fôssemos amigos de longa data – e quem disse que não somos? Não raro sinto como se já nos conhecêssemos.

Nesses momentos, tenho a oportunidade de escutar relatos bastante íntimos, desabafos abertos e sinceros. Sem pudores, as pessoas falam para mim o que provavelmente não contam nem para os melhores amigos, o namorado, a esposa. Quase sempre elas dizem assim: “Fred, estou te contando essas coisas porque sei que você vai me entender.” Confesso que adoro ouvir isso, mas à noite, quando coloco a cabeça no travesseiro, fico pensando: por que será que é tão difícil se abrir com aqueles que estão mais próximos?

Suspeito que esse impulso de desabafar surja justamente por eu ser alguém de fora do contexto dessas pessoas, de seu convívio cotidiano. Por conhecerem meus livros ou meu canal no YouTube, elas sabem que vou recebê-las de peito aberto, mas depois não ficarei lá para fazer cobranças ou censuras. Provavelmente eu represento um porto seguro, alguém para quem podem confessar suas verdades, suas “loucuras”, sem correrem nenhum risco; afinal, no dia seguinte já estarei em outra cidade, não nos encontraremos novamente. É como se pensassem: “Ufa, ele vai levar meu segredo para bem longe daqui.”

E o que toda essa gente tanto fala comigo? De tudo um pouco, mas, se eu precisasse resumir em poucas palavras, seria o seguinte: elas falam sobre suas inseguranças. Sobre a sensação de não serem boas o bastante.

As angústias que mais ouço costumam girar em torno destas questões:

Como escolher uma profissão pouco convencional ou que não atende às expectativas da minha família?

Como assumir minha sexualidade para o mundo?

Como expressar, em palavras e em atitudes, o que realmente sinto ou o que desejo da vida?

Como terminar meu relacionamento sem magoar o outro e sem ter medo de ficar sozinho?

Como admitir que estou carente/ triste/ zangado/ com tesão…?

Às vezes tem a ver com status ou dinheiro. Ou com alguma questão relativa à aparência: Não sou magra o suficiente. Não sou forte o suficiente. Não sou atraente o suficiente. Às vezes, é algo totalmente aleatório: Não sou culto o bastante ou Não tenho carimbos no passaporte. Muitas vezes tem a ver com um amor que não acontece ou um relacionamento que vai mal, seja namoro, casamento, rolo. Ou com as dificuldades de gostar de algo que os amigos desprezam, um sonho louco, uma tristeza sem motivo aparente, etc. (e são vários et ceteras).

Para algumas pessoas, esses problemas podem parecer bobagem, frescura ou mesmo algo simples de se resolver, mas, para outras, é o que as aprisiona em um eterno carrossel de medo e sofrimento.

Se não se sentem à vontade em dividir suas angústias com ninguém próximo, é porque isso demonstraria fraqueza. O mundo cobra que sejamos fortes e certeiros nas nossas decisões, como se todas as outras pessoas estivessem seguras das próprias escolhas, dos próprios amores, dos próprios sonhos. O pensamento é mais ou menos assim: “Existe um jeito certo ou melhor de ser e de agir, e eu não sou nem ajo dessa maneira, então, para não ser rejeitado, vou esconder minhas inseguranças. Talvez assim eu me sinta melhor.” Desse modo, afundamos em dilemas por não nos encaixarmos no padrão que aceitamos como o certo. E isso nos torna solitários. Como se fôssemos anormais em um mundo cheio de gente normal.

Mas será que somos mesmo tão anormais? Porque eu mesmo já lutei muito contra a solidão, contra o medo da rejeição e contra várias outras inseguranças… E se tantas outras pessoas dizem passar pela mesma coisa, será que não somos maioria, só que ninguém confessa isso?

Também temos medo de ser e de mostrar ao mundo quem realmente somos por não querermos parecer bobos ou sentimentais. Mesmo quando nossa verdade é bonita e profunda. Sentimos que, se admitirmos o que gostamos de fazer, quais são nossos hobbies e sonhos, os fetiches que temos na cama ou as loucuras que carregamos dentro de nós, a sociedade não nos aprovará e nunca seremos aceitos. Expressar-se de forma autêntica, inteira – ou seja, com todas as nossas peculiaridades e, sim, também com nossos defeitos –, é mesmo assustador.

Quando falo no “medo de ser quem somos”, não me refiro necessariamente a desejos e hobbies excêntricos, mas a coisas simples, que apenas não são tão conhecidas, que fogem das expectativas da família ou do nosso círculo de amizades. Por exemplo, sonhar em viajar o mundo só com uma mochila nas costas, querer fazer um monte de tatuagens, gostar de tricotar, se interessar por morcegos, querer transar na pia da cozinha (cheia de louça por lavar) ou simplesmente aproveitar o tempo livre para desenhar em vez de sair para tomar chope com os amigos.

Estamos todos no mesmo carrossel. Talvez o problema central seja diferente, certamente as angústias e os questionamentos são individuais, mas a música tocando ao fundo é a mesma: Você não é normal… não é bom o suficiente. Precisa ser mais bonito, mais rico, mais bem-sucedido, mais popular para ser aceito e, assim, ser feliz.

Eu conheço bem essa música porque já estive nesse lugar, andando em círculos. Durante vários anos, desde a infância, me senti deslocado e fiz de tudo para ser aceito. Na verdade, ainda luto com algumas questões, mas aprendi com amigos, leitores, seguidores e frequentadores das minhas palestras que a conexão que acontece quando baixamos a guarda é transformadora. Afinal, se a vulnerabilidade do outro me emociona, será que a minha também não pode ter o mesmo efeito sobre ele?

Por isso resolvi escrever este livro. Não sou psicólogo nem guru; não tenho respostas ou soluções prontas. Aprendi ouvindo e observando as pessoas à minha volta, sofrendo minhas próprias inseguranças, mergulhando no meu íntimo, e também com livros, palestras e outros conteúdos que auxiliam no autoconhecimento. E talvez esteja na hora de compartilhar o que venho pensando e sentindo sobre algo que enxergo como um grande problema do nosso tempo: o medo da rejeição e a fuga de sentimentos negativos para tentar se encaixar numa vida pseudossegura, falsa e sem conexões profundas.

Neste livro, vou falar sobre coragem, vulnerabilidade, autenticidade, autocompaixão e a sensibilidade que nos abre para o mundo e para nós mesmos. Resolvi me expor mais do que seria confortável – sair da minha zona de conforto, como os livros de autoajuda recomendam – e também compartilhar histórias de pessoas reais que me confidenciaram suas inseguranças. Quero falar sobre o menino que fui, o adolescente que começou a pensar em formas de lidar com as próprias angústias, as dores e as conquistas que vivi até me tornar o adulto que sou hoje, sempre buscando e aprendendo a me aceitar, a desenvolver o amor-próprio e a estabelecer uma conexão cada vez mais profunda com as belezas da vida.

Enquanto não sairmos dessa trajetória circular, con­ti­nuaremos sem chegar a lugar algum e, o que é mais grave, sem nos conectar verdadeiramente uns com os outros. Sei que não estou sozinho nesta jornada, e espero que, ao meu lado, você encontre inspiração e coragem para dar passos cada vez mais seguros rumo à pessoa que sua alma quer ser.

INTRODUÇÃO

Por causa do meu trabalho, tenho a sorte de estar sempre interagindo com muitas pessoas. E se tem um prazer que me define (além de comer carboidratos e brincar com o meu cachorro) é passar horas a fio conversando com alguém. Uma boa história me proporciona uma satisfação única, me toca profundamente – deve ser por isso que me tornei escritor. Além disso, muitas vezes me vejo nas histórias de vida de outras pessoas e acabo refletindo sobre minhas próprias questões.

Nos meus eventos, palestras e lançamentos de livros, é comum as pessoas me procurarem depois para bater um papo. Também recebo muitas mensagens pelas redes sociais, sejam abertas ou privadas. Em todas essas interações, elas falam como se fôssemos amigos de longa data – e quem disse que não somos? Não raro sinto como se já nos conhecêssemos.

Nesses momentos, tenho a oportunidade de escutar relatos bastante íntimos, desabafos abertos e sinceros. Sem pudores, as pessoas falam para mim o que provavelmente não contam nem para os melhores amigos, o namorado, a esposa. Quase sempre elas dizem assim: “Fred, estou te contando essas coisas porque sei que você vai me entender.” Confesso que adoro ouvir isso, mas à noite, quando coloco a cabeça no travesseiro, fico pensando: por que será que é tão difícil se abrir com aqueles que estão mais próximos?

Suspeito que esse impulso de desabafar surja justamente por eu ser alguém de fora do contexto dessas pessoas, de seu convívio cotidiano. Por conhecerem meus livros ou meu canal no YouTube, elas sabem que vou recebê-las de peito aberto, mas depois não ficarei lá para fazer cobranças ou censuras. Provavelmente eu represento um porto seguro, alguém para quem podem confessar suas verdades, suas “loucuras”, sem correrem nenhum risco; afinal, no dia seguinte já estarei em outra cidade, não nos encontraremos novamente. É como se pensassem: “Ufa, ele vai levar meu segredo para bem longe daqui.”

E o que toda essa gente tanto fala comigo? De tudo um pouco, mas, se eu precisasse resumir em poucas palavras, seria o seguinte: elas falam sobre suas inseguranças. Sobre a sensação de não serem boas o bastante.

As angústias que mais ouço costumam girar em torno destas questões:

Como escolher uma profissão pouco convencional ou que não atende às expectativas da minha família?

Como assumir minha sexualidade para o mundo?

Como expressar, em palavras e em atitudes, o que realmente sinto ou o que desejo da vida?

Como terminar meu relacionamento sem magoar o outro e sem ter medo de ficar sozinho?

Como admitir que estou carente/ triste/ zangado/ com tesão…?

Às vezes tem a ver com status ou dinheiro. Ou com alguma questão relativa à aparência: Não sou magra o suficiente. Não sou forte o suficiente. Não sou atraente o suficiente. Às vezes, é algo totalmente aleatório: Não sou culto o bastante ou Não tenho carimbos no passaporte. Muitas vezes tem a ver com um amor que não acontece ou um relacionamento que vai mal, seja namoro, casamento, rolo. Ou com as dificuldades de gostar de algo que os amigos desprezam, um sonho louco, uma tristeza sem motivo aparente, etc. (e são vários et ceteras).

Para algumas pessoas, esses problemas podem parecer bobagem, frescura ou mesmo algo simples de se resolver, mas, para outras, é o que as aprisiona em um eterno carrossel de medo e sofrimento.

Se não se sentem à vontade em dividir suas angústias com ninguém próximo, é porque isso demonstraria fraqueza. O mundo cobra que sejamos fortes e certeiros nas nossas decisões, como se todas as outras pessoas estivessem seguras das próprias escolhas, dos próprios amores, dos próprios sonhos. O pensamento é mais ou menos assim: “Existe um jeito certo ou melhor de ser e de agir, e eu não sou nem ajo dessa maneira, então, para não ser rejeitado, vou esconder minhas inseguranças. Talvez assim eu me sinta melhor.” Desse modo, afundamos em dilemas por não nos encaixarmos no padrão que aceitamos como o certo. E isso nos torna solitários. Como se fôssemos anormais em um mundo cheio de gente normal.

Mas será que somos mesmo tão anormais? Porque eu mesmo já lutei muito contra a solidão, contra o medo da rejeição e contra várias outras inseguranças… E se tantas outras pessoas dizem passar pela mesma coisa, será que não somos maioria, só que ninguém confessa isso?

Também temos medo de ser e de mostrar ao mundo quem realmente somos por não querermos parecer bobos ou sentimentais. Mesmo quando nossa verdade é bonita e profunda. Sentimos que, se admitirmos o que gostamos de fazer, quais são nossos hobbies e sonhos, os fetiches que temos na cama ou as loucuras que carregamos dentro de nós, a sociedade não nos aprovará e nunca seremos aceitos. Expressar-se de forma autêntica, inteira – ou seja, com todas as nossas peculiaridades e, sim, também com nossos defeitos –, é mesmo assustador.

Quando falo no “medo de ser quem somos”, não me refiro necessariamente a desejos e hobbies excêntricos, mas a coisas simples, que apenas não são tão conhecidas, que fogem das expectativas da família ou do nosso círculo de amizades. Por exemplo, sonhar em viajar o mundo só com uma mochila nas costas, querer fazer um monte de tatuagens, gostar de tricotar, se interessar por morcegos, querer transar na pia da cozinha (cheia de louça por lavar) ou simplesmente aproveitar o tempo livre para desenhar em vez de sair para tomar chope com os amigos.

Estamos todos no mesmo carrossel. Talvez o problema central seja diferente, certamente as angústias e os questionamentos são individuais, mas a música tocando ao fundo é a mesma: Você não é normal… não é bom o suficiente. Precisa ser mais bonito, mais rico, mais bem-sucedido, mais popular para ser aceito e, assim, ser feliz.

Eu conheço bem essa música porque já estive nesse lugar, andando em círculos. Durante vários anos, desde a infância, me senti deslocado e fiz de tudo para ser aceito. Na verdade, ainda luto com algumas questões, mas aprendi com amigos, leitores, seguidores e frequentadores das minhas palestras que a conexão que acontece quando baixamos a guarda é transformadora. Afinal, se a vulnerabilidade do outro me emociona, será que a minha também não pode ter o mesmo efeito sobre ele?

Por isso resolvi escrever este livro. Não sou psicólogo nem guru; não tenho respostas ou soluções prontas. Aprendi ouvindo e observando as pessoas à minha volta, sofrendo minhas próprias inseguranças, mergulhando no meu íntimo, e também com livros, palestras e outros conteúdos que auxiliam no autoconhecimento. E talvez esteja na hora de compartilhar o que venho pensando e sentindo sobre algo que enxergo como um grande problema do nosso tempo: o medo da rejeição e a fuga de sentimentos negativos para tentar se encaixar numa vida pseudossegura, falsa e sem conexões profundas.

Neste livro, vou falar sobre coragem, vulnerabilidade, autenticidade, autocompaixão e a sensibilidade que nos abre para o mundo e para nós mesmos. Resolvi me expor mais do que seria confortável – sair da minha zona de conforto, como os livros de autoajuda recomendam – e também compartilhar histórias de pessoas reais que me confidenciaram suas inseguranças. Quero falar sobre o menino que fui, o adolescente que começou a pensar em formas de lidar com as próprias angústias, as dores e as conquistas que vivi até me tornar o adulto que sou hoje, sempre buscando e aprendendo a me aceitar, a desenvolver o amor-próprio e a estabelecer uma conexão cada vez mais profunda com as belezas da vida.

Enquanto não sairmos dessa trajetória circular, con­ti­nuaremos sem chegar a lugar algum e, o que é mais grave, sem nos conectar verdadeiramente uns com os outros. Sei que não estou sozinho nesta jornada, e espero que, ao meu lado, você encontre inspiração e coragem para dar passos cada vez mais seguros rumo à pessoa que sua alma quer ser.

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Frederico Elboni

Sobre o autor

Frederico Elboni

Nasceu em 1991, em São Paulo. Formado em Publicidade e Propaganda, é escritor, roteirista, palestrante e várias outras coisas que envolvem gente, viagens e comida. Foi roteirista do programa Amor & Sexo da TV Globo (2011-2012), fundou o portal EOH e é fascinado pelo comportamento humano e suas facetas. Em todas as redes sociais em que é ativo, gosta de mostrar às pessoas como tudo pode ser simples. Quando está escrevendo, conversando com as pessoas na rua ou simplesmente vivendo, tenta, sempre que possível, lembrar-se de que o segredo da vida está na busca pelo meio-termo. E, sim, escreve seu perfil em terceira pessoa porque acha que dessa maneira passa mais credibilidade.

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“Coragem é agir com o coração”: o que é verdadeiro nunca deveria ser motivo de vergonha
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“Coragem é agir com o coração”: o que é verdadeiro nunca deveria ser motivo de vergonha

Novo livro de Fred Elboni ressalta o impacto positivo na vida de quem experimenta a vulnerabilidade. O título traz um recado importante: coragem é agir com o coração.

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