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AUTOAJUDA

Pensar com os pés

Pensar com os pés

ALLAN PERCY

As máximas dos gênios do futebol para se sair bem dentro e fora de campo

As máximas dos gênios do futebol para se sair bem dentro e fora de campo

Todo mundo sabe que o futebol é uma paixão nacional, mobilizando multidões e exaltando os ânimos. O que poucos percebem é a semelhança desse esporte com a vida em seus momentos de sofrimento, determinação e sucesso.

Com inteligência e perspicácia, Allan Percy reúne 50 máximas do mundo do futebol sobre temas essenciais como autoestima, desenvolvimento pessoal, carreira, relacionamentos, gerenciamento do tempo e até alimentação.

Cada capítulo de Pensar com os pés é aberto pelo aforismo de um craque ou de um grande treinador, que é analisado e aplicado a nosso dia a dia, fazendo desta obra um manual para vencer as partidas do cotidiano.

Veja alguns ensinamentos que você encontrará neste livro:

• Quando você marca gols, é ótimo. Quando não, é gordo.

• Qualquer um que diga “os homens de verdade não choram” nunca jogou futebol com verdadeira paixão.

• Se você está na área e não tem certeza do que fazer com a bola, chute a gol e depois discutiremos as opções.

• Para jogar futebol, não se deve sofrer. O que se faz sofrendo não pode sair bem.

• Tudo é possível no futebol. Tudo está em aberto. Vamos lutar até o último minuto.

• Na partida temos que ser nós mesmos e desenvolver nossa ideia. Isso é o melhor que podemos fazer.

• O futebol é uma desculpa para sermos felizes.

****

Se você não gosta de futebol, este livro vai mudar sua opinião sobre o esporte mais amado do mundo. Se você já gosta, prepare-se para aumentar ainda mais sua paixão.

Valendo-se da sabedoria e lucidez de grandes jogadores e técnicos, Allan Percy mostra que o mundo do futebol é uma fonte riquíssima de ensinamentos para nossa vida. Não acredita? Confira abaixo algumas lições desta obra:

Prefiro perder uma partida por nove gols a perder nove partidas por um gol.
No jogo e na vida, quanto maior a derrota, maior é a lição que podemos extrair dela. Além disso, é melhor errar apenas uma vez e fazer as mudanças necessárias do que fracassar diversas vezes e nunca se superar. Muitas vitórias grandiosas ocorreram após grandes derrotas.

Nada é mais perigoso do que o sucesso de ontem.
Quando nos acomodamos com o êxito, acabamos perdendo a perspectiva e os valores que nos levaram ao triunfo. Devemos permanecer ambiciosos, como se não tivéssemos conquistado nada.

O único desenho válido é traçado com a bola, nunca com o giz.
Diante da competição diária, focamos apenas em resultados e acabamos não notando a magia da vida. Queremos dominar e estruturar tudo, encaixando nossas atividades e nossos sonhos em planos fixos, não deixando espaço para o imponderável.

Joga-se melhor com 10 do que com 11.
Quando nos vemos em meio a uma situação adversa, descobrimos uma força que nem sabíamos existir, que talvez não apareça em circunstâncias normais. Esse tipo de reação é o que se chama, na psicologia, de resiliência.

No futebol você sempre é julgado por sua última partida.
Independentemente do que há de bom em nosso passado, se fizermos algo negativo agora, será isso que nos marcará. Não podemos viver sempre das realizações e soluções de ontem; é necessário focar no presente para seguir adiante.

Os jogadores jovens correm; os mais velhos sabem correr.
Nossa energia é um bem precioso, pois o que esbanjamos numa atividade secundária pode de pois fazer falta numa essencial. Com a experiência, pensamos duas vezes antes de agir, mas sem deixar de ser nós mesmos.

Todo mundo sabe que o futebol é uma paixão nacional, mobilizando multidões e exaltando os ânimos. O que poucos percebem é a semelhança desse esporte com a vida em seus momentos de sofrimento, determinação e sucesso.

Com inteligência e perspicácia, Allan Percy reúne 50 máximas do mundo do futebol sobre temas essenciais como autoestima, desenvolvimento pessoal, carreira, relacionamentos, gerenciamento do tempo e até alimentação.

Cada capítulo de Pensar com os pés é aberto pelo aforismo de um craque ou de um grande treinador, que é analisado e aplicado a nosso dia a dia, fazendo desta obra um manual para vencer as partidas do cotidiano.

Veja alguns ensinamentos que você encontrará neste livro:

• Quando você marca gols, é ótimo. Quando não, é gordo.

• Qualquer um que diga “os homens de verdade não choram” nunca jogou futebol com verdadeira paixão.

• Se você está na área e não tem certeza do que fazer com a bola, chute a gol e depois discutiremos as opções.

• Para jogar futebol, não se deve sofrer. O que se faz sofrendo não pode sair bem.

• Tudo é possível no futebol. Tudo está em aberto. Vamos lutar até o último minuto.

• Na partida temos que ser nós mesmos e desenvolver nossa ideia. Isso é o melhor que podemos fazer.

• O futebol é uma desculpa para sermos felizes.

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Se você não gosta de futebol, este livro vai mudar sua opinião sobre o esporte mais amado do mundo. Se você já gosta, prepare-se para aumentar ainda mais sua paixão.

Valendo-se da sabedoria e lucidez de grandes jogadores e técnicos, Allan Percy mostra que o mundo do futebol é uma fonte riquíssima de ensinamentos para nossa vida. Não acredita? Confira abaixo algumas lições desta obra:

Prefiro perder uma partida por nove gols a perder nove partidas por um gol.
No jogo e na vida, quanto maior a derrota, maior é a lição que podemos extrair dela. Além disso, é melhor errar apenas uma vez e fazer as mudanças necessárias do que fracassar diversas vezes e nunca se superar. Muitas vitórias grandiosas ocorreram após grandes derrotas.

Nada é mais perigoso do que o sucesso de ontem.
Quando nos acomodamos com o êxito, acabamos perdendo a perspectiva e os valores que nos levaram ao triunfo. Devemos permanecer ambiciosos, como se não tivéssemos conquistado nada.

O único desenho válido é traçado com a bola, nunca com o giz.
Diante da competição diária, focamos apenas em resultados e acabamos não notando a magia da vida. Queremos dominar e estruturar tudo, encaixando nossas atividades e nossos sonhos em planos fixos, não deixando espaço para o imponderável.

Joga-se melhor com 10 do que com 11.
Quando nos vemos em meio a uma situação adversa, descobrimos uma força que nem sabíamos existir, que talvez não apareça em circunstâncias normais. Esse tipo de reação é o que se chama, na psicologia, de resiliência.

No futebol você sempre é julgado por sua última partida.
Independentemente do que há de bom em nosso passado, se fizermos algo negativo agora, será isso que nos marcará. Não podemos viver sempre das realizações e soluções de ontem; é necessário focar no presente para seguir adiante.

Os jogadores jovens correm; os mais velhos sabem correr.
Nossa energia é um bem precioso, pois o que esbanjamos numa atividade secundária pode de pois fazer falta numa essencial. Com a experiência, pensamos duas vezes antes de agir, mas sem deixar de ser nós mesmos.

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Ficha técnica
Lançamento 23/04/2014
Título original
Tradução MARCELO BARBÃO
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 128
Peso 150 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0090-6
EAN 9788543100906
Preço R$ 24,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543100913
Preço R$ 17,99
Lançamento 23/04/2014
Título original
Tradução MARCELO BARBÃO
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 128
Peso 150 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0090-6
EAN 9788543100906
Preço R$ 24,90

E-book

eISBN 9788543100913
Preço R$ 17,99

Leia um trecho do livro

Aquecimento

Um mítico jogador argentino das décadas de 1940 e 1950, Ángel Labruna, disse certa vez: “O futebol é o esporte mais difícil do mundo porque é jogado com os pés obedecendo à cabeça… e vejam a distância entre os dois.”

Pela velocidade e o caráter imprevisível do jogo, no futebol as dúvidas cobram um preço alto. Um atacante recebe um passe que o coloca sozinho na cara do gol e, se hesita por um instante, os zagueiros já roubam a bola e ele perde a oportunidade. O mesmo acontece com o goleiro quando vacila um momento entre se adiantar ou não. Num segundo toma um gol.

A vida também não é assim?

Quantas oportunidades são perdidas por falta de coragem ou de reflexos? Quantos planos fracassam antes mesmo de começarem porque hesitamos ou esperamos demais?

Nas partidas que disputamos diariamente, há um tempo para a reflexão e outro para a ação. É bom meditar e analisar os fatos antes e depois de acontecerem, mas quando chega o momento de agir, é preciso deixar as dúvidas de lado e chutar para o gol.

Você pode acertar ou errar, mas pelo menos vai ter tentado.

A expressão “pensar com os pés” tem neste livro um enfoque claramente positivo: quando aparecem as grandes oportunidades da vida, é preciso chutar para o gol e ver o que acontece, tirar o foco da cabeça, que quer controlar tudo, e deixar que os pés – nosso instinto e vontade – orientem o caminho.

Todos somos jogadores de futebol em nosso dia a dia e enfrentamos partidas mais ou menos difíceis. Dependendo do rival e da situação, às vezes será mais conveniente o “jogo bonito”, às vezes será preciso uma “retranca” ou esperar para contra-atacar.

Para aprender a “pensar com os pés”, este manual conta em 50 capítulos como podemos colocar em prática a filosofia dos grandes treinadores e jogadores. De Cruyff a Guardiola e Mourinho, passando por outros gênios do futebol, esta obra de autoajuda é um convite a andar menos em círculos e chutar mais na direção do gol para obter o que desejamos.

Ivy Baker, que de 1953 a 1961 foi responsável pelo Tesouro dos Estados Unidos, disse certa vez: “O mundo é redondo e o lugar que parece o final também pode ser só o início.”

Vamos, então, começar.

Allan Percy

1

“Prefiro perder uma partida por nove gols

a perder nove partidas por um gol.”

Vujadin Boškov

Vujadin Boškov é um dos treinadores mais carismáticos que saíram do futebol sérvio. Treinou diversos times, como Sampdoria, Nápoles, Roma, Zaragoza e Real Madrid. Seu estilo de jogo se caracterizava por ser muito agressivo e, em suas entrevistas coletivas, ele não perdia a chance de soltar pérolas:

“Futebol é futebol.”

“O futebol é imprevisível porque todas as partidas começam 0 a 0.”

“Pênalti é quando o árbitro apita.”

À primeira vista, parecem frases simples demais, até óbvias. Mas é justamente nessa simplicidade que reside sua elegante ironia e profundidade.

Vamos nos deter na frase que abre este primeiro capítulo. Pura matemática, sem dúvida. Uma derrota, por maior que seja, só custa 3 pontos, enquanto nove partidas por 1 a 0 fazem com que deixemos de ganhar 27 pontos. E isso ainda pode impedir nossa classificação.

E não é só isso: quanto maior a derrota, maior será a lição que podemos extrair dela.

Aplicando isso à vida, é melhor cometer um grande equívoco uma única vez e, depois, fazer as mudanças necessárias do que ter diversos pequenos fracassos e nunca levantar a cabeça. Nesse sentido, um provérbio chinês diz: “Se você tem um problema que não consegue resolver, aumente-o.”

Muitos grandes acertos vitais surgiram depois de a pessoa sofrer nove gols ou mais, o que a obrigou a mudar completamente de estratégia. Um exemplo é a demissão de Steve Jobs da própria empresa que tinha criado. Depois dessa derrota, começou a etapa mais bem-sucedida do fundador da Apple, que acabou voltando à empresa para levá-la ao olimpo de excelência em que está agora.

Uma grande queda é um convite a voos mais altos.

Aprendemos muito com as derrotas futebolísticas; sem dúvida, as derrotas da vida são também uma fonte de inesgotável inspiração. Para isso, temos que ser capazes de examinar com sinceridade nossos erros. As falhas que nos levaram a essa situação. Desse modo, faremos do fracasso nosso ponto de partida para o sucesso. Como? Através da autocrítica. Há um método infalível, que é seguir os três “R”:

Reconhecimento: O primeiro “R” se trata de reconhecer que erramos. Muitas vezes não queremos admitir que algo não funciona ou que não estamos agindo da forma adequada. Se não começamos assumindo o erro, não há forma de aprender.

Responsabilidade: Chega de desculpas! Não é ridículo alguém que perdeu por nove gols de diferença reclamar do gramado? Pois em nossa vida também é assim. Deixemos o gramado em paz. Deixemos as desculpas para aqueles que não querem aprender. Nós assumimos nossos erros porque os valorizamos e queremos aprender com eles. Devemos convertê-los em nossos mestres. Ao admitir que podemos melhorar em muitos aspectos, passaremos ao terceiro “R”.

Revolução: Do mesmo modo que um treinador que perde de 9 a 0 fará importantes mudanças na escalação, também um grande fracasso em nossa vida pessoal exige uma mudança de rumo. Devemos revolucionar com nossa atitude. Colocaremos sentado no banco tudo aquilo que comprovamos não funcionar e nos prepararemos para encarar a próxima partida. E o resultado com certeza será diferente.

O problema é que temos tanto medo de errar, a possibilidade da derrota nos provoca tanta ansiedade que frequentemente preferimos não arriscar nada extraordinário para, dessa forma, não colher enormes fracassos. Muitos planejam uma partida defensiva para perder por poucos gols em lugar de ir ao ataque. É um erro vazio.

Os erros que dão lugar a grandes ensinamentos são aqueles que surgem da coragem de ter optado por um fracasso maravilhoso, e não por um êxito medíocre.

Aquecimento

Um mítico jogador argentino das décadas de 1940 e 1950, Ángel Labruna, disse certa vez: “O futebol é o esporte mais difícil do mundo porque é jogado com os pés obedecendo à cabeça… e vejam a distância entre os dois.”

Pela velocidade e o caráter imprevisível do jogo, no futebol as dúvidas cobram um preço alto. Um atacante recebe um passe que o coloca sozinho na cara do gol e, se hesita por um instante, os zagueiros já roubam a bola e ele perde a oportunidade. O mesmo acontece com o goleiro quando vacila um momento entre se adiantar ou não. Num segundo toma um gol.

A vida também não é assim?

Quantas oportunidades são perdidas por falta de coragem ou de reflexos? Quantos planos fracassam antes mesmo de começarem porque hesitamos ou esperamos demais?

Nas partidas que disputamos diariamente, há um tempo para a reflexão e outro para a ação. É bom meditar e analisar os fatos antes e depois de acontecerem, mas quando chega o momento de agir, é preciso deixar as dúvidas de lado e chutar para o gol.

Você pode acertar ou errar, mas pelo menos vai ter tentado.

A expressão “pensar com os pés” tem neste livro um enfoque claramente positivo: quando aparecem as grandes oportunidades da vida, é preciso chutar para o gol e ver o que acontece, tirar o foco da cabeça, que quer controlar tudo, e deixar que os pés – nosso instinto e vontade – orientem o caminho.

Todos somos jogadores de futebol em nosso dia a dia e enfrentamos partidas mais ou menos difíceis. Dependendo do rival e da situação, às vezes será mais conveniente o “jogo bonito”, às vezes será preciso uma “retranca” ou esperar para contra-atacar.

Para aprender a “pensar com os pés”, este manual conta em 50 capítulos como podemos colocar em prática a filosofia dos grandes treinadores e jogadores. De Cruyff a Guardiola e Mourinho, passando por outros gênios do futebol, esta obra de autoajuda é um convite a andar menos em círculos e chutar mais na direção do gol para obter o que desejamos.

Ivy Baker, que de 1953 a 1961 foi responsável pelo Tesouro dos Estados Unidos, disse certa vez: “O mundo é redondo e o lugar que parece o final também pode ser só o início.”

Vamos, então, começar.

Allan Percy

1

“Prefiro perder uma partida por nove gols

a perder nove partidas por um gol.”

Vujadin Boškov

Vujadin Boškov é um dos treinadores mais carismáticos que saíram do futebol sérvio. Treinou diversos times, como Sampdoria, Nápoles, Roma, Zaragoza e Real Madrid. Seu estilo de jogo se caracterizava por ser muito agressivo e, em suas entrevistas coletivas, ele não perdia a chance de soltar pérolas:

“Futebol é futebol.”

“O futebol é imprevisível porque todas as partidas começam 0 a 0.”

“Pênalti é quando o árbitro apita.”

À primeira vista, parecem frases simples demais, até óbvias. Mas é justamente nessa simplicidade que reside sua elegante ironia e profundidade.

Vamos nos deter na frase que abre este primeiro capítulo. Pura matemática, sem dúvida. Uma derrota, por maior que seja, só custa 3 pontos, enquanto nove partidas por 1 a 0 fazem com que deixemos de ganhar 27 pontos. E isso ainda pode impedir nossa classificação.

E não é só isso: quanto maior a derrota, maior será a lição que podemos extrair dela.

Aplicando isso à vida, é melhor cometer um grande equívoco uma única vez e, depois, fazer as mudanças necessárias do que ter diversos pequenos fracassos e nunca levantar a cabeça. Nesse sentido, um provérbio chinês diz: “Se você tem um problema que não consegue resolver, aumente-o.”

Muitos grandes acertos vitais surgiram depois de a pessoa sofrer nove gols ou mais, o que a obrigou a mudar completamente de estratégia. Um exemplo é a demissão de Steve Jobs da própria empresa que tinha criado. Depois dessa derrota, começou a etapa mais bem-sucedida do fundador da Apple, que acabou voltando à empresa para levá-la ao olimpo de excelência em que está agora.

Uma grande queda é um convite a voos mais altos.

Aprendemos muito com as derrotas futebolísticas; sem dúvida, as derrotas da vida são também uma fonte de inesgotável inspiração. Para isso, temos que ser capazes de examinar com sinceridade nossos erros. As falhas que nos levaram a essa situação. Desse modo, faremos do fracasso nosso ponto de partida para o sucesso. Como? Através da autocrítica. Há um método infalível, que é seguir os três “R”:

Reconhecimento: O primeiro “R” se trata de reconhecer que erramos. Muitas vezes não queremos admitir que algo não funciona ou que não estamos agindo da forma adequada. Se não começamos assumindo o erro, não há forma de aprender.

Responsabilidade: Chega de desculpas! Não é ridículo alguém que perdeu por nove gols de diferença reclamar do gramado? Pois em nossa vida também é assim. Deixemos o gramado em paz. Deixemos as desculpas para aqueles que não querem aprender. Nós assumimos nossos erros porque os valorizamos e queremos aprender com eles. Devemos convertê-los em nossos mestres. Ao admitir que podemos melhorar em muitos aspectos, passaremos ao terceiro “R”.

Revolução: Do mesmo modo que um treinador que perde de 9 a 0 fará importantes mudanças na escalação, também um grande fracasso em nossa vida pessoal exige uma mudança de rumo. Devemos revolucionar com nossa atitude. Colocaremos sentado no banco tudo aquilo que comprovamos não funcionar e nos prepararemos para encarar a próxima partida. E o resultado com certeza será diferente.

O problema é que temos tanto medo de errar, a possibilidade da derrota nos provoca tanta ansiedade que frequentemente preferimos não arriscar nada extraordinário para, dessa forma, não colher enormes fracassos. Muitos planejam uma partida defensiva para perder por poucos gols em lugar de ir ao ataque. É um erro vazio.

Os erros que dão lugar a grandes ensinamentos são aqueles que surgem da coragem de ter optado por um fracasso maravilhoso, e não por um êxito medíocre.

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Allan Percy

Sobre o autor

Allan Percy

Especialista em coaching e em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal. Presta consultoria editorial a várias editoras espanholas e viaja pelo mundo em busca de inspiração para seus livros.

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