Livro
Livro
RELIGIÃO

Os segredos do Pai-Nosso

Os segredos do Pai-Nosso

AUGUSTO CURY

A solidão de Deus - Um estudo psicológico da oração mais conhecida do mundo

A solidão de Deus - Um estudo psicológico da oração mais conhecida do mundo

Nunca um texto tão recitado foi tão incompreendido.

Este livro discute as ideias dos grandes ateus.

Conhecemos o mundo que nos cerca, escrevemos centenas de livros sobre o Universo, mas pouco sabemos sobre nós mesmos. Quem somos? Deus é real? Quais os limites do pensamento?

A resposta para essas e outras indagações está em um dos textos mais recitados da história, mas talvez um dos menos compreendidos: o Pai-nosso. Aparentemente simples, essa oração é repleta de reveladores significados sobre o ser humano, a vida e o seu Criador.

Augusto Cury analisa a alma de Deus para nos ajudar a buscar explicações para os mistérios da existência. Sob a ótica da psicologia, da filosofia e da sociologia, ele examina verso por verso da famosa prece e revela os códigos usados por Jesus para falar das fascinantes características de Deus e de suas necessidades psíquicas fundamentais.

Também discute o ateísmo debruçando-se sobre as idéias de grandes pensadores como Nietzsche, Freud, Diderot e Voltaire. Dessa forma, Cury mostra como o estudo das palavras de Jesus e o conhecimento da filosofia podem ajudar a compreender a necessidade humana de algo que transcende suas limitações.

Nunca um texto tão recitado foi tão incompreendido.

Este livro discute as ideias dos grandes ateus.

Conhecemos o mundo que nos cerca, escrevemos centenas de livros sobre o Universo, mas pouco sabemos sobre nós mesmos. Quem somos? Deus é real? Quais os limites do pensamento?

A resposta para essas e outras indagações está em um dos textos mais recitados da história, mas talvez um dos menos compreendidos: o Pai-nosso. Aparentemente simples, essa oração é repleta de reveladores significados sobre o ser humano, a vida e o seu Criador.

Augusto Cury analisa a alma de Deus para nos ajudar a buscar explicações para os mistérios da existência. Sob a ótica da psicologia, da filosofia e da sociologia, ele examina verso por verso da famosa prece e revela os códigos usados por Jesus para falar das fascinantes características de Deus e de suas necessidades psíquicas fundamentais.

Também discute o ateísmo debruçando-se sobre as idéias de grandes pensadores como Nietzsche, Freud, Diderot e Voltaire. Dessa forma, Cury mostra como o estudo das palavras de Jesus e o conhecimento da filosofia podem ajudar a compreender a necessidade humana de algo que transcende suas limitações.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 31/07/2011
Título original OS SEGREDOS DO PAI-NOSSO
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 150 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 85-7542-256-1
EAN 9788575422564
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788575426074
Preço R$ 21,99
Lançamento 31/07/2011
Título original OS SEGREDOS DO PAI-NOSSO
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 160
Peso 150 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 85-7542-256-1
EAN 9788575422564
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788575426074
Preço R$ 21,99

Leia um trecho do livro

Introdução

Somos uma partícula que surge na arena da existência e logo desaparece. Apesar da pequenez do ser humano, nosso pensamento caminha na esfera da imaginação mais rápido do que a luz, e é mais fértil do que o solo mais rico.

Sabemos muitas coisas sobre o mundo que nos cerca, mas sabemos pouquíssimo sobre nós mesmos, sobre a nossa psique. O que é pensar? Quais os limites e alcances dos pensamentos? Quem somos? O que somos? O que é existir? O que é a morte? Quem é o Autor da existência? Deus é real ou uma construção articulada pelo mundo das ideias? Se Deus existe, por que se esconde atrás da cortina do tempo e do espaço?

Embora milhões de pessoas não percebam, a oração do Pai-Nosso toca frontalmente em todas essas questões. Apesar de ser o texto mais recitado e conhecido da história, talvez seja o menos compreendido. Um texto aparentemente simples, mas bombástico para quem esquadrinha o que está em suas entrelinhas.

A obra Os segredos do Pai-Nosso se divide em duas partes. A primeira analisa o trecho da oração que se inicia com “Pai-Nosso” e termina com “Seja feita a Tua vontade assim na terra como no céu” (Mateus 6:10). Nela, estudamos algumas fascinantes características da personalidade de Deus, bem como as suas necessidades psíquicas fundamentais.

A segunda parte, que estuda o trecho da oração que começa com “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mateus 6:11), aborda as necessidades psíquicas fundamentais dos seres humanos, assim como algumas características relevantes de nossa personalidade.

A primeira parte disseca a alma de Deus e a segunda disseca a alma humana. Neste livro trataremos da primeira parte.

O conteúdo da oração do Pai-Nosso, juntamente com diversas palavras ditas por Jesus em suas biografias – os evangelhos –, revelam algumas características de Deus que passaram despercebidas aos olhos da teologia.

A oração do Pai-Nosso resgata-nos do entorpecimento e nos dá um choque de lucidez. Ela oxigena a nossa mente e implode nosso conformismo. É instigadora e provocativa, uma fonte perturbadora de enigmas que nos liberta do cárcere da rotina.

Ao estudá-la neste livro precisamos reconhecer nossa pequenez e nossas limitações. Devemos sempre nos lembrar de que somos andarilhos que vagam no traçado da existência em busca de grandes respostas no pequeno parêntese do tempo.

Capítulo 1

O homem que proferiu a oração do Pai-Nosso

A brevidade da vida é espantosa, e os fenômenos que a envolvem são assombrosos. Choramos ao nascer, sem compreender o mundo em que entramos. Morremos em silêncio, sem entender o mundo de que saímos.

Quem nos colocou no anfiteatro da existência para saborear a vida e depois de alguns momentos nos fazer despedir dela?

Ao longo deste livro falarei das ideias de grandes ateus. A maioria deles existiu por causa das loucuras praticadas pelas religiões, como a discriminação, a exclusão, as injustiças, as guerras e os massacres.

Esforcei-me muitíssimo para eliminar Deus como possibilidade de ser o Autor da existência, mas, depois de muito estudo, vi que isso era impossível.

Antes da existência do mundo, de qualquer ser, de micro-organismos, galáxias, planetas, estrelas, átomos ou partículas atômicas, havia o “nada”, o vácuo existencial. Em meu discurso ateísta pensei: “No princípio era o nada e o nada gerou todas as coisas.”

Mas o nada jamais poderá ser despertado do sono da irrealidade, pois vive o pesadelo eterno da inexistência. O nada e o vácuo existencial não são criativos. Só a existência pode gerar existência.

Tal abordagem leva a uma grande tese filosófica: Deus não é uma hipótese da fé, mas uma verdade científica. Se eliminarmos Deus do processo criativo, eliminamos a própria existência, retornamos ao vácuo completo, imergimos na esterilidade tirânica do nada.

Pode-se usar qualquer teoria para explicar o mundo e a natureza – do big-bang à teoria da evolução biológica –, mas nenhuma delas pode incluir o “nada” ou o “vácuo existencial” na origem. Em algum momento da cadeia de indagações, Deus – ou o nome que se queira dar a ele – tem de aparecer. Só não aparecerá se a sequência de perguntas for interrompida, seja pelo ateísmo, pelo preconceito, seja, principalmente, pela dificuldade de expandir a arte da dúvida e o mundo das ideias.

A oração do Pai-Nosso, uma parada estratégica

As sociedades evoluíram em muitos aspectos, em alguns, estacionaram e, ainda, em outros, involuíram. Evoluímos muito na medicina curativa e preventiva. Prolongamos a vida. Algumas populações vivem em média 80 anos.

No passado, vivia-se menos, mas a vida passava mais devagar. Hoje as pessoas estão sempre apressadas, estressadas, sem tempo para conviver com aqueles que amam e para cuidar de si mesmas. Não sabem fazer pausas estratégicas para corrigir suas rotas.

A oração do Pai-Nosso é uma dessas excelentes paradas estratégicas que Jesus fez para pensar os segredos que tecem a vida e refletir sobre os seus mais importantes projetos.

O tempo parou para que ele analisasse os ditames da vida. Jesus instigou seus ouvintes a expandir sua capacidade de observar, interiorizar, deduzir, criticar e agir. Não queria gerar servos tímidos, frágeis, submissos, mas pensadores livres que mudassem a geografia da história, pelo menos da própria história.

Nesse clima, ele ensinou a sua famosa oração. Ela é dirigida a todo ser humano, mas em especial aos que têm coragem para se esvaziar e se tornar eternos aprendizes, aos que procuram a serenidade e a mansidão, aos que têm sede e fome de justiça, aos que querem construir uma nova sociedade.

Introdução

Somos uma partícula que surge na arena da existência e logo desaparece. Apesar da pequenez do ser humano, nosso pensamento caminha na esfera da imaginação mais rápido do que a luz, e é mais fértil do que o solo mais rico.

Sabemos muitas coisas sobre o mundo que nos cerca, mas sabemos pouquíssimo sobre nós mesmos, sobre a nossa psique. O que é pensar? Quais os limites e alcances dos pensamentos? Quem somos? O que somos? O que é existir? O que é a morte? Quem é o Autor da existência? Deus é real ou uma construção articulada pelo mundo das ideias? Se Deus existe, por que se esconde atrás da cortina do tempo e do espaço?

Embora milhões de pessoas não percebam, a oração do Pai-Nosso toca frontalmente em todas essas questões. Apesar de ser o texto mais recitado e conhecido da história, talvez seja o menos compreendido. Um texto aparentemente simples, mas bombástico para quem esquadrinha o que está em suas entrelinhas.

A obra Os segredos do Pai-Nosso se divide em duas partes. A primeira analisa o trecho da oração que se inicia com “Pai-Nosso” e termina com “Seja feita a Tua vontade assim na terra como no céu” (Mateus 6:10). Nela, estudamos algumas fascinantes características da personalidade de Deus, bem como as suas necessidades psíquicas fundamentais.

A segunda parte, que estuda o trecho da oração que começa com “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mateus 6:11), aborda as necessidades psíquicas fundamentais dos seres humanos, assim como algumas características relevantes de nossa personalidade.

A primeira parte disseca a alma de Deus e a segunda disseca a alma humana. Neste livro trataremos da primeira parte.

O conteúdo da oração do Pai-Nosso, juntamente com diversas palavras ditas por Jesus em suas biografias – os evangelhos –, revelam algumas características de Deus que passaram despercebidas aos olhos da teologia.

A oração do Pai-Nosso resgata-nos do entorpecimento e nos dá um choque de lucidez. Ela oxigena a nossa mente e implode nosso conformismo. É instigadora e provocativa, uma fonte perturbadora de enigmas que nos liberta do cárcere da rotina.

Ao estudá-la neste livro precisamos reconhecer nossa pequenez e nossas limitações. Devemos sempre nos lembrar de que somos andarilhos que vagam no traçado da existência em busca de grandes respostas no pequeno parêntese do tempo.

Capítulo 1

O homem que proferiu a oração do Pai-Nosso

A brevidade da vida é espantosa, e os fenômenos que a envolvem são assombrosos. Choramos ao nascer, sem compreender o mundo em que entramos. Morremos em silêncio, sem entender o mundo de que saímos.

Quem nos colocou no anfiteatro da existência para saborear a vida e depois de alguns momentos nos fazer despedir dela?

Ao longo deste livro falarei das ideias de grandes ateus. A maioria deles existiu por causa das loucuras praticadas pelas religiões, como a discriminação, a exclusão, as injustiças, as guerras e os massacres.

Esforcei-me muitíssimo para eliminar Deus como possibilidade de ser o Autor da existência, mas, depois de muito estudo, vi que isso era impossível.

Antes da existência do mundo, de qualquer ser, de micro-organismos, galáxias, planetas, estrelas, átomos ou partículas atômicas, havia o “nada”, o vácuo existencial. Em meu discurso ateísta pensei: “No princípio era o nada e o nada gerou todas as coisas.”

Mas o nada jamais poderá ser despertado do sono da irrealidade, pois vive o pesadelo eterno da inexistência. O nada e o vácuo existencial não são criativos. Só a existência pode gerar existência.

Tal abordagem leva a uma grande tese filosófica: Deus não é uma hipótese da fé, mas uma verdade científica. Se eliminarmos Deus do processo criativo, eliminamos a própria existência, retornamos ao vácuo completo, imergimos na esterilidade tirânica do nada.

Pode-se usar qualquer teoria para explicar o mundo e a natureza – do big-bang à teoria da evolução biológica –, mas nenhuma delas pode incluir o “nada” ou o “vácuo existencial” na origem. Em algum momento da cadeia de indagações, Deus – ou o nome que se queira dar a ele – tem de aparecer. Só não aparecerá se a sequência de perguntas for interrompida, seja pelo ateísmo, pelo preconceito, seja, principalmente, pela dificuldade de expandir a arte da dúvida e o mundo das ideias.

A oração do Pai-Nosso, uma parada estratégica

As sociedades evoluíram em muitos aspectos, em alguns, estacionaram e, ainda, em outros, involuíram. Evoluímos muito na medicina curativa e preventiva. Prolongamos a vida. Algumas populações vivem em média 80 anos.

No passado, vivia-se menos, mas a vida passava mais devagar. Hoje as pessoas estão sempre apressadas, estressadas, sem tempo para conviver com aqueles que amam e para cuidar de si mesmas. Não sabem fazer pausas estratégicas para corrigir suas rotas.

A oração do Pai-Nosso é uma dessas excelentes paradas estratégicas que Jesus fez para pensar os segredos que tecem a vida e refletir sobre os seus mais importantes projetos.

O tempo parou para que ele analisasse os ditames da vida. Jesus instigou seus ouvintes a expandir sua capacidade de observar, interiorizar, deduzir, criticar e agir. Não queria gerar servos tímidos, frágeis, submissos, mas pensadores livres que mudassem a geografia da história, pelo menos da própria história.

Nesse clima, ele ensinou a sua famosa oração. Ela é dirigida a todo ser humano, mas em especial aos que têm coragem para se esvaziar e se tornar eternos aprendizes, aos que procuram a serenidade e a mansidão, aos que têm sede e fome de justiça, aos que querem construir uma nova sociedade.

LEIA MAIS

Augusto Cury

Sobre o autor

Augusto Cury

Augusto Cury é psiquiatra, cientista, pesquisador e escritor. Publicado em mais de 70 países, é considerado o autor brasileiro mais lido da década. Você é insubstituível foi o primeiro livro de Cury publicado pela Sextante e já vendeu mais de 2 milhões de exemplares. Entre seus sucessos estão O homem mais inteligente da história, O homem mais feliz da história, Armadilhas da mente, O futuro da humanidade, A ditadura da beleza e a revolução das mulheres, O código da inteligência, O vendedor de sonhos, Ansiedade, Pais brilhantes, professores fascinantes e Nunca desista de seus sonhos.

VER PERFIL COMPLETO

Outros títulos de Augusto Cury