Livro
Livro
POESIA

Poesia que transforma

Poesia que transforma

BRÁULIO BESSA
ILUSTRAÇÕES: ELANO PASSOS

Bráulio Bessa conquistou o Brasil com seus cordéis no programa Encontro com Fátima Bernardes.

O livro inclui o poema Recomece e ilustrações do artista baiano Elano Passos.

“O Bráulio mexe com nossas memórias, nossos sentimentos, faz aflorar o melhor da gente. É poesia que sai do coração. Que alegria tê-lo toda semana no meu programa!” – Fátima Bernardes

“Cada palavra que sai da boca do Bráulio Bessa toca minha alma de uma forma raríssima.” – Milton Nascimento

“Bráulio Bessa é um hipnotizador de palavras. Tem o coração rimado. Quando fala, o verbo venta verso.” – Fabrício Carpinejar

“Gosto de comparar a poesia a um abraço, que consegue fazer um carinho na alma sem nem saber qual é a dor que você está sentindo. A poesia se adapta à sua dor. É um abraço cego e despretensioso, como quem diz: ‘Venha! Tá doendo? Pois deixe eu dar um arrocho, que vai lhe fazer bem.’” – Bráulio Bessa

 

Este livro é uma homenagem à poesia e a tudo o que ela é capaz de proporcionar. Com mais de 30 de seus emocionantes poemas, alguns deles inéditos, Bráulio Bessa nos conta um pouco das histórias do menino de Alto Santo, no interior do Ceará, que se tornou poeta e ativista cultural.

Desde o primeiro encontro com a obra de Patativa do Assaré, aos 14 anos, até a fama na televisão, ele mostra como a poesia transformou sua vida.

Com ilustrações do artista baiano Elano Passos, o livro traz ainda depoimentos de fãs de todos os cantos do Brasil, revelando como as palavras de Bráulio são capazes de inspirar pequenas e grandes mudanças.

Bráulio Bessa conquistou o Brasil com seus cordéis no programa Encontro com Fátima Bernardes.

O livro inclui o poema Recomece e ilustrações do artista baiano Elano Passos.

“O Bráulio mexe com nossas memórias, nossos sentimentos, faz aflorar o melhor da gente. É poesia que sai do coração. Que alegria tê-lo toda semana no meu programa!” – Fátima Bernardes

“Cada palavra que sai da boca do Bráulio Bessa toca minha alma de uma forma raríssima.” – Milton Nascimento

“Bráulio Bessa é um hipnotizador de palavras. Tem o coração rimado. Quando fala, o verbo venta verso.” – Fabrício Carpinejar

“Gosto de comparar a poesia a um abraço, que consegue fazer um carinho na alma sem nem saber qual é a dor que você está sentindo. A poesia se adapta à sua dor. É um abraço cego e despretensioso, como quem diz: ‘Venha! Tá doendo? Pois deixe eu dar um arrocho, que vai lhe fazer bem.’” – Bráulio Bessa

 

Este livro é uma homenagem à poesia e a tudo o que ela é capaz de proporcionar. Com mais de 30 de seus emocionantes poemas, alguns deles inéditos, Bráulio Bessa nos conta um pouco das histórias do menino de Alto Santo, no interior do Ceará, que se tornou poeta e ativista cultural.

Desde o primeiro encontro com a obra de Patativa do Assaré, aos 14 anos, até a fama na televisão, ele mostra como a poesia transformou sua vida.

Com ilustrações do artista baiano Elano Passos, o livro traz ainda depoimentos de fãs de todos os cantos do Brasil, revelando como as palavras de Bráulio são capazes de inspirar pequenas e grandes mudanças.

Compre agora:

Ficha técnica
Lançamento 16/07/2018
Título original POESIA QUE TRANSFORMA
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 192
Peso 230 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0575-8
EAN 9788543105758
Preço R$ 34,90
Ficha técnica e-book
eISBN 9788543105765
Preço R$ 19,99
Ficha técnica audiolivro
ISBN 9788543106960
Duração 2h 47min
Locutor Bráulio Bessa
Preço R$ 27,99
Lançamento 16/07/2018
Título original POESIA QUE TRANSFORMA
Tradução
Formato 14 x 21 cm
Número de páginas 192
Peso 230 g
Acabamento BROCHURA
ISBN 978-85-431-0575-8
EAN 9788543105758
Preço R$ 34,90

E-book

eISBN 9788543105765
Preço R$ 19,99

Audiolivro

ISBN 9788543106960
Duração 2h 47min
Locutor Bráulio Bessa
Preço R$ 27,99

Leia um trecho do livro

Apresentação

No final de 2014, a produção do programa Encontro com Fátima Bernardes me procurou pela primeira vez. Desde 2011, eu mantinha uma página no Facebook com mais de um milhão de seguidores, a Nação Nordestina, e naquela época viralizou um vídeo em que eu aparecia declamando o poema “Nordeste independente”, de Bráulio Tavares e Ivanildo Vila Nova, que falava sobre o preconceito contra nordestinos. Como esse assunto estava na pauta do programa, me convidaram para falar. Quando vi o e-mail com o assunto “Encontro com Fátima Bernardes”, pensei logo: é vírus!

Participei, via FaceTime, lá da cozinha da minha casa, em Alto Santo. Quando a apresentadora deu bom-dia, eu já a chamei de “Fatinha”, para trazer para a intimidade (quem é o doido que fala com Fátima Bernardes pela primeira vez e já chega chamando de Fatinha? É muita “prafrenteza”!). Fiz uma participação de dois minutos falando de preconceito contra o povo nordestino. Mesmo a distância, pela internet, o pessoal da produção gostou desse primeiro contato.

Demorou uns dez dias e me chamaram de novo, dessa vez para ir pessoalmente ao programa, no Rio de Janeiro, falar sobre o jeito nordestino de ser. Era para eu bater um papo de uns cinco minutos com a Fátima e nem fiquei no sofá — falei da plateia mesmo, usando um chapéu de cangaceiro, ao lado de outras duas pessoas que iam falar do jeito carioca e do jeito paulistano de ser.

Eu nunca tinha ido a um programa de TV, mas foi tudo muito natural. Não tremi, conversei de forma divertida, real, e Fátima foi gostando do papo, das minhas histórias. Quinze dias depois me ligaram para ir de novo, dessa vez para falar sobre o poder de superação do nordestino, de sempre usar a inteligência, porque no programa estaria um menino do Ceará, João Vitor, que era estudante de escola pública e tinha tirado a maior nota do Enem no Brasil. Nesse dia eu fui para o sofá e troquei o chapéu de couro por um chapeuzinho do meu irmão, que acabou virando minha marca registrada. Aí, pronto! Era a chance de que eu precisava para declamar um poema. A mãe do garoto estava lá, ele falava muito da mãe, eu aproveitei e disse: “Eu tenho um poema sobre mãe.” Aproveitei que o programa era ao vivo, dei uma de gaiato e declamei.

Pensei que, se tivesse uma oportunidade, queria me mostrar poeta. Nunca tinha visto um poeta popular nordestino, matuto, ter espaço numa Rede Globo da vida. Eu não tinha nada a perder: não tinha contrato, estava lá pela segunda vez e nunca tinha sido meu sonho estar na televisão. Queria me apresentar como poeta para, de repente, chamar a atenção de alguma editora, ser colunista de um jornal, poder escrever. Nunca imaginei que teria espaço na televisão.

Declamei meu poema sobre mãe e, quando terminou o programa, me chamaram e disseram: “Que coisa bonita, o que é isso?” Isso é poesia. “Mas que tipo de poesia?” Poesia popular nordestina, cordel. “Você escreve sobre tudo?” Escrevo. Meu sonho é transformar a vida das pessoas através da poesia. Para isso, tenho que escrever sobre tudo.

Em 2015 passei a ir ao Encontro de forma esporádica, mais ou menos como um especialista em cultura nordestina. Quando tinha como encaixar algum poema, me davam abertura e eu declamava ali mesmo, no sofá. Muitas vezes passava despercebido na conversa, era muito rápido.

Um dia Maurício Arruda, na época o diretor do programa, me disse: “Da próxima vez você vai declamar em pé.” Perguntei se podia ser com pedestal, pois eu gosto de gesticular, e ele topou. Pedi que colocassem umas xilogravuras no telão, para dar essa ligação com o cordel, e ele topou também. Brinquei então que aquele seria o “meu quadro”. Então vamos pôr um nome: “Poesia com rapadura”. Fizemos desse jeito pela primeira vez no dia 8 de outubro de 2015, justamente no Dia do Nordestino, quando declamei o poema “Orgulho de ser nordestino”. A repercussão foi tão boa que passamos a fazer toda semana.

Minha caminhada como ativista da cultura já era longa, mas essa virada da fama que veio com a TV foi muito rápida e difícil de entender. Pegou todo mundo de surpresa, inclusive eu. Ninguém esperava que um cara do interior do Ceará, com um sotaque carregado e uma mensagem simples, estivesse toda semana na televisão e fizesse os vídeos mais assistidos e compartilhados na plataforma da emissora na internet (mais de 140 milhões de visualizações apenas em 2017). Parece até mentira que um poeta popular tenha sido o artista mais assistido das redes sociais da Rede Globo no ano. Como disse o poeta Pinto do Monteiro: “Poeta é aquele que tira de onde não tem e bota onde não cabe.”

Se parar para pensar, é fora da curva. Se um diretor ou produtor de TV propusesse um projeto semelhante, ninguém toparia. Só deu certo porque a coisa aconteceu de forma natural.

Sinto que é muito importante ter na maior emissora de TV do país um poeta que escreve literatura de cordel. Para uma parte do público, é muito representativo ver um cara do interior, que nunca foi de televisão, que não é ator nem cantor, sentado ali naquele sofá, ao lado de Tony Ramos, de Antônio Fagundes, e que não nega sua identidade — ao contrário, reforça. Existe um poder real de influenciar, em especial as crianças e os jovens, que veem um poeta sendo aplaudido na televisão, fazendo poesia. Isso gera um impacto grande, estimula muita gente a escrever.

Apesar de eu nunca ter sonhado com a fama, a televisão proporcionou o encontro da minha poesia com as pessoas. E pelas mensagens que recebo do público, posso comprovar, todos os dias, o incrível poder transformador da poesia.

Este livro é uma homenagem à poesia e a tudo o que ela me proporcionou. Além dos meus poemas, conto aqui minhas histórias e um pouco da minha trajetória como poeta e ativista cultural, e mostro como a poesia transformou a minha vida. Quis também dar voz às pessoas que me escrevem todos os dias contando como a poesia fez a diferença na vida delas. Por isso, no final do livro, há uma seleção de histórias impressionantes e comoventes.

Espero que a Poesia que transforma alcance cada vez mais corações.

Um cheiro,

Bráulio Bessa

Apresentação

No final de 2014, a produção do programa Encontro com Fátima Bernardes me procurou pela primeira vez. Desde 2011, eu mantinha uma página no Facebook com mais de um milhão de seguidores, a Nação Nordestina, e naquela época viralizou um vídeo em que eu aparecia declamando o poema “Nordeste independente”, de Bráulio Tavares e Ivanildo Vila Nova, que falava sobre o preconceito contra nordestinos. Como esse assunto estava na pauta do programa, me convidaram para falar. Quando vi o e-mail com o assunto “Encontro com Fátima Bernardes”, pensei logo: é vírus!

Participei, via FaceTime, lá da cozinha da minha casa, em Alto Santo. Quando a apresentadora deu bom-dia, eu já a chamei de “Fatinha”, para trazer para a intimidade (quem é o doido que fala com Fátima Bernardes pela primeira vez e já chega chamando de Fatinha? É muita “prafrenteza”!). Fiz uma participação de dois minutos falando de preconceito contra o povo nordestino. Mesmo a distância, pela internet, o pessoal da produção gostou desse primeiro contato.

Demorou uns dez dias e me chamaram de novo, dessa vez para ir pessoalmente ao programa, no Rio de Janeiro, falar sobre o jeito nordestino de ser. Era para eu bater um papo de uns cinco minutos com a Fátima e nem fiquei no sofá — falei da plateia mesmo, usando um chapéu de cangaceiro, ao lado de outras duas pessoas que iam falar do jeito carioca e do jeito paulistano de ser.

Eu nunca tinha ido a um programa de TV, mas foi tudo muito natural. Não tremi, conversei de forma divertida, real, e Fátima foi gostando do papo, das minhas histórias. Quinze dias depois me ligaram para ir de novo, dessa vez para falar sobre o poder de superação do nordestino, de sempre usar a inteligência, porque no programa estaria um menino do Ceará, João Vitor, que era estudante de escola pública e tinha tirado a maior nota do Enem no Brasil. Nesse dia eu fui para o sofá e troquei o chapéu de couro por um chapeuzinho do meu irmão, que acabou virando minha marca registrada. Aí, pronto! Era a chance de que eu precisava para declamar um poema. A mãe do garoto estava lá, ele falava muito da mãe, eu aproveitei e disse: “Eu tenho um poema sobre mãe.” Aproveitei que o programa era ao vivo, dei uma de gaiato e declamei.

Pensei que, se tivesse uma oportunidade, queria me mostrar poeta. Nunca tinha visto um poeta popular nordestino, matuto, ter espaço numa Rede Globo da vida. Eu não tinha nada a perder: não tinha contrato, estava lá pela segunda vez e nunca tinha sido meu sonho estar na televisão. Queria me apresentar como poeta para, de repente, chamar a atenção de alguma editora, ser colunista de um jornal, poder escrever. Nunca imaginei que teria espaço na televisão.

Declamei meu poema sobre mãe e, quando terminou o programa, me chamaram e disseram: “Que coisa bonita, o que é isso?” Isso é poesia. “Mas que tipo de poesia?” Poesia popular nordestina, cordel. “Você escreve sobre tudo?” Escrevo. Meu sonho é transformar a vida das pessoas através da poesia. Para isso, tenho que escrever sobre tudo.

Em 2015 passei a ir ao Encontro de forma esporádica, mais ou menos como um especialista em cultura nordestina. Quando tinha como encaixar algum poema, me davam abertura e eu declamava ali mesmo, no sofá. Muitas vezes passava despercebido na conversa, era muito rápido.

Um dia Maurício Arruda, na época o diretor do programa, me disse: “Da próxima vez você vai declamar em pé.” Perguntei se podia ser com pedestal, pois eu gosto de gesticular, e ele topou. Pedi que colocassem umas xilogravuras no telão, para dar essa ligação com o cordel, e ele topou também. Brinquei então que aquele seria o “meu quadro”. Então vamos pôr um nome: “Poesia com rapadura”. Fizemos desse jeito pela primeira vez no dia 8 de outubro de 2015, justamente no Dia do Nordestino, quando declamei o poema “Orgulho de ser nordestino”. A repercussão foi tão boa que passamos a fazer toda semana.

Minha caminhada como ativista da cultura já era longa, mas essa virada da fama que veio com a TV foi muito rápida e difícil de entender. Pegou todo mundo de surpresa, inclusive eu. Ninguém esperava que um cara do interior do Ceará, com um sotaque carregado e uma mensagem simples, estivesse toda semana na televisão e fizesse os vídeos mais assistidos e compartilhados na plataforma da emissora na internet (mais de 140 milhões de visualizações apenas em 2017). Parece até mentira que um poeta popular tenha sido o artista mais assistido das redes sociais da Rede Globo no ano. Como disse o poeta Pinto do Monteiro: “Poeta é aquele que tira de onde não tem e bota onde não cabe.”

Se parar para pensar, é fora da curva. Se um diretor ou produtor de TV propusesse um projeto semelhante, ninguém toparia. Só deu certo porque a coisa aconteceu de forma natural.

Sinto que é muito importante ter na maior emissora de TV do país um poeta que escreve literatura de cordel. Para uma parte do público, é muito representativo ver um cara do interior, que nunca foi de televisão, que não é ator nem cantor, sentado ali naquele sofá, ao lado de Tony Ramos, de Antônio Fagundes, e que não nega sua identidade — ao contrário, reforça. Existe um poder real de influenciar, em especial as crianças e os jovens, que veem um poeta sendo aplaudido na televisão, fazendo poesia. Isso gera um impacto grande, estimula muita gente a escrever.

Apesar de eu nunca ter sonhado com a fama, a televisão proporcionou o encontro da minha poesia com as pessoas. E pelas mensagens que recebo do público, posso comprovar, todos os dias, o incrível poder transformador da poesia.

Este livro é uma homenagem à poesia e a tudo o que ela me proporcionou. Além dos meus poemas, conto aqui minhas histórias e um pouco da minha trajetória como poeta e ativista cultural, e mostro como a poesia transformou a minha vida. Quis também dar voz às pessoas que me escrevem todos os dias contando como a poesia fez a diferença na vida delas. Por isso, no final do livro, há uma seleção de histórias impressionantes e comoventes.

Espero que a Poesia que transforma alcance cada vez mais corações.

Um cheiro,

Bráulio Bessa

LEIA MAIS

Bráulio Bessa

Sobre o autor

Bráulio Bessa

Nasceu em Alto Santo, interior do Ceará. Aos 14 anos descobriu a poesia popular, com Patativa do Assaré, e inspirado por ele, começou a escrever seus próprios poemas. Em 2011 criou a página Nação Nordestina, que em pouco tempo se tornou um fenômeno de popularidade. Com isso, passou a ser conhecido como “embaixador da cultura nordestina na internet”, o que o levou ao programa de Fátima Bernardes em 2015. Pouco tempo depois, começou a declamar seus poemas na TV e, hoje em dia, tem um quadro fixo no programa. Em 2017, seus vídeos foram os mais acessados e compartilhados na plataforma on-line da TV Globo.

VER PERFIL COMPLETO

Destaques na mídia

Fenômeno na web, Bráulio Bessa lança livro de poesias

Bráulio Bessa tem uma identidade secreta. Como um Clark Kent às avessas, basta tirar o chapéu para voltar a ser o filho de Ana Lídia lá de Alto Santo, interior do Ceará. Já com a cabeça coberta, é reconhecido como o poeta encantador de plateias do programa “Encontro com Fátima”. Cria da internet, o escritor e ativista explodiu na TV arrancando lágrimas de anônimos e famosos toda sexta-feira. Agora, é o rei dos consultórios, listas de WhatsApp e do compartilhamento de vídeos na plataforma GShow, da Globo. “Durante muito tempo escrevi pra ninguém. Quando surgiu a internet é que tive essa sacada. O poeta popular não vai à feira? Essa é a maior do mundo.” - Bráulio Bessa, poeta

Gustavo Leitão e Especial para O GLOBO

Livro reúne textos do cordelista conselheiro Bráulio Bessa

Bráulio Bessa, 32, cordelista que ficou conhecido primeiramente no YouTube e, depois, por declamar poesias às sextas no programa Encontro com Fátima Bernardes, lança seu segundo livro, "Poesia que transforma". A obra chega na crista de uma trajetória: o cearense trabalhava como técnico em computação e começou a fazer vídeos em mídia social sobre a cultura nordestina em 2011. Em seis meses, fez um milhão de seguidores e foi visto pela equipe de Bernardes.

Gustavo Fioratti - Folha de S.Paulo

Turnê de lançamento

Veja no Blog da Sextante

Sextante celebra novo site com II Ciclo de Palestras, que reuniu onze autores publicados pela editora
EDITORA SEXTANTE

Sextante celebra novo site com II Ciclo de Palestras, que reuniu onze autores publicados pela editora

A conversa entre Nathalia Arcuri, Gustavo Gerbasi e Bráulio Bessa sobre vida financeira foi um dos destaques do evento, que também promoveu uma reflexão sobre a vida contemporânea e ressaltou a importância do passado para entender o presente

LER MAIS

Outros títulos de Bráulio Bessa

Gosta da Editora Sextante?

Assine a nossa newsletter e receba as novidades.

Administração, negócios e economia
Autoajuda
Bem-estar, espiritualidade e mindfulness
Biografias, crônicas e histórias reais
Lançamentos do mês
Mais vendidos
Audiolivros
Selecionar todas
Administração, negócios e economia Lançamentos do mês
Autoajuda Mais vendidos
Bem-estar, espiritualidade e mindfulness Audiolivros
Biografias, crônicas e histórias reais Selecionar todas